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“A primeira parte do plano, já posta em movimento, fazia do corpo do vampiro uma arma de guerra, de destruição em massa, funcionando como engenhosa forma de bioterrorismo capaz de converter o “inimigo” em “aliado”, simultaneamente espalhando o medo na medida em que se propaga. Cria-se, assim, um verdadeiro exército de corpos infectados, inteiramente subjugados à vontade totalitária do Mestre. O plano previa, em um segundo momento, “uma fórmula para a matemática do poder. O perfeito equilíbrio entre vampiros, gado e guardas”. A nova sociedade, dominada pela classe vampiresca, instaurar-se-ia com a consciência de que os recursos naturais disponíveis são esgotáveis, e para que ela fosse sustentável, a praga não poderia espalhar-se descontroladamente.” — Thiago Sardenberg