O Quotes
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“O abade expressou outro temor a respeito do dano potencial à Igreja Católica em consequência da posição por ela adotada no caso Mortara. Se a Igreja reivindicava o direito de capturar crianças judias nas terras sob seu governo, não estaria encorajando aqueles estados em que outras religiões eram dominantes a usar a força para converter seus próprios cidadãos católicos? O que aconteceria aos católicos que viviam nos países muçulmanos, ou entre os "cismáticos" na Grécia, ou entre os luteranos na Suíça?”
Source: The Kidnapping of Edgardo Mortara
“O abandono me amargurou necrosando meu cotidiano de sentimentos, outrora, até mesmo doces.”
Source: Caro Jovem Adulto
“O abismo entre corpo e alma era ele próprio uma pálida sombra do abismo infinitamente maior entre Deus e a pessoa humana. para os objetivos desse livro, não pode ser suficientemente enfatizado que um efeito dessa completa helenização do significado de Jesus, sejam quais forem os resultados que tenha tido como construção intelectual, foi a obliteração final do caráter judaico desse significado. Com a adoção cristã de categorias intelectuais gregas, a separação dos caminhos se tornaram pedágios estabelecidos no asfalto. De agora em diante, do modo mais ominosos possível, uma vez que não havia nada intrinsecamente judaico a respeito de Jesus, não haveria nada para impedir os cristãos de definir a si próprios em oposição aos judeus.”
Source: Constantine's Sword: The Church and the Jews
“O abuso físico e até a violação faziam parte da normalidade.”
Source: Alentejo prometido
“O abyss! O eternal Godhead! O deep sea! What more could you have given me than the gift of your very self?”
“O accursed hunger of gold, to what dost thou not compel human hearts!”
Source: The Aeneid
“O Achates, where in the world is there a country, or any place in it, unreached by our suffering? Look; there is Priam. Even here high merit has its due; there is pity for a world's distress, and a sympathy for short lived humanity.”
Source: The Aeneid
“O aching time! O moments big as years!”
“O admirable Mother of God! How many sins have I committed for which thou hast obtained pardon for me, and how many others would I have committed if thou hadst not preserved me? How often have I seen myself on the brink of Hell in obvious danger of falling into it but for thy most benign hand which saved me? How often would the Roaring Lion of Hell have devoured and swallowed up my soul had not the charity of thy heart opposed him? Alas! Without thee, my dearest and my all-good Mother, where should I be today? I should be in the fiery furnace of Hell from which I would never emerge!”
“O admirable necessity! O powerful action! What mind can penetrate your nature? What language can express this marvel? None, to be sure. This is where human discourse turns toward the contemplation of the divine.”
“O algoritmo de pesquisa do Google tem gostos muito sofisticados no que toca a hierarquizar as páginas dos vendedores de gelados, e os vendedores de gelados mais bem-sucedidos do mundo são os que o algoritmo de pesquisa do Google mostra em primeiro lugar – não os que produzem o gelado mais saboroso.”
Source: 21 lições para o século 21
“O all who give and receive gifts, such as they are wisest. Everywhere they are wisest. They are the magi.”
Source: The Four Million: The Gift of the Magi and Other Short Stories
“O all you host of heaven!O Earth! waht else?
And shall i couple hell? O Fie! Hold, hold, my heart
And you, my sinews, grow not instant old,
But bear me stiffly up. Remember thee?
Ay, thou poor ghost, while memmory holds a seat
In this distracted globe. Remember thee?
Yea, from the table of my memory
I'll wipe away all trivial fond records,
All saws of books, all forms, all pressures past
That youth and observation copied there,
And thy commandment all alone shall live
Within the book and volume of my brain,
Unmixed with baser matter; yes, by heaven!”
Source: Hamlet
“O all you host of heaven! O earth! What else? And shall I couple Hell?”
“O Allah do not give me in excess lest I may be disobedient.”
“O Allah, fill my heart with what You would like to see in it.”
“O Allah, I seek refuge in You from the accursed J&K Govt. officials, from his madness, his pride, and his poetry.”
“O Allah! If I worship You for fear of Hell, burn me in Hell, and if I worship You in hope of Paradise, exclude me from Paradise. But if I worship You for Your Own sake, grudge me not Your everlasting Beauty.
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Ya Allah, jika aku menyembahMu karena takut neraka, bakarlah aku di dalamnya, dan jika aku menyembahMu karena mengharap surga, campakkanlah aku darinya. Tetapi, jika aku menyembahMu demi Engkau semata, Janganlah Engkau enggan memperlihatkan keindahan wajahMu Yang abadi padaku.”
“O Allah save my heart or save me from my heart.”
“O Allah, You know me better than I know myself, and I know myself better than these people who praise me. Make me better than what they think of me, and forgive those sins of mine of which they have no knowledge, and do not hold me responsible for what they say.”
“O Allah! If I cannot always understand Your wisdom in what You decree, please let me at least have the insight to accept it and be content with it.”
“O Allah! Pardon my sins. Yes, I come.”
“O Allah,
You know that the only thing I want in this life
Is to be obedient to Your command.
Even the living sight of my eyes
Is service at your court”
“O amas o no amas, no hay nada que pensar.”
Source: Iman Insaniyat, Mazhab Muhabbat: Pani, Agua, Water, It's All One
“O amazement of things-even the least particle!”
Source: Leaves of Grass: A Textual Variorum of the Printed Poems, 1860-1867
“O America, I am your Liberty, and you are that huddled mass yearning to breathe free. I am your Lighthouse, the One beaconing [yea, beckoning], and you are that wayfarer—strayed, grayed, and frayed … Now, return, you tempest-tost; lift up your gaze to the lighted torch aloft the golden door and come home.”
Source: The Lamb's Epistle: The Living Lord's Final Word to a Dying World
“O America! Because you build for mankind I build for you.”
Source: Leaves of Grass: A Textual Variorum of the Printed Poems, 1855-1856
“O America, how you've taken necessities from the masses to give luxuries to the classes.”
“O amor acrescenta-nos com o que amarmos. O ódio diminui-nos. Se amares o universo, serás do tamanho dele. Mas quanto mais o odiares, mais ficas apenas do teu. Por que odeias tanto? Comprar uma tabuada. E aprende a fazer contas.”
Source: Pensar
“O amor caiu em cima de nós, como um assassino saído da terra, na travessa, fulminando imediatamente a ambos!”
Source: The Master and Margarita
“O amor cativa qualquer idade,
Mas, para os corações juvenis,
Seus surtos são como tempestade
Que varre os campos primaveris.”
Source: Eugene Onegin
“O amor, como a política, é vontade e vontade escreve-se com V... de violência”
Source: Ostrácia
“O amor” — conhecemos a definição de Lacan — “é dar o que não se tem”. Dar o que não se tem quer dizer simplesmente prometer. Dou o que não tenho, quando prometo. Durante esse período, o analisando vive na expectativa dessa promessa aberta, desse amor aberto que a análise significa. Não é uma demanda de amor ao analista. O analista não é o objeto de amor nesse momento. É uma demanda de amor no sentido de uma fala em expectativa. Essa demanda de amor se manterá enquanto o analisando não descobrir que, finalmente, é uma demanda inaceitável. Enquanto isso, a sugestão se instala.”
Source: Cómo trabaja un psicoanalista
“O amor da minha vida partiu e não posso simplesmente telefonar-lhe e dizer-lhe que tenho muita pena e fazer com que ela volte. Ela foi-se para sempre. Portanto, sim, Monique, isso é algo de que me arrependo. Lamento cada segundo que não passei com ela. Arrependo-me de cada coisa estúpida que fiz que lhe causou um pingo de dor. Deveria tê-la perseguido pela rua no dia em que ela me deixou. Deveria ter-lhe implorado que ficasse. Deveria ter pedido desculpa e enviado rosas, e deveria ter ido para cima das letras do letreiro de Hollywood e gritar: Estou apaixonada pela Celia St. James! e deixá-los crucificar-me por isso. Isso era o que eu deveria ter feito. E agora que não a tenho e tenho mais dinheiro do que alguma vez poderia gastar nesta vida, e que o meu nome está cimentado na história de Hollywood, e que sei como tudo é oco, martirizo-me por cada segundo que escolhi isso em vez de amá-la com todo o orgulho.”
Source: The Seven Husbands of Evelyn Hugo
“O amor era cheio de janelas abertas, correntes de ar, milhões de bactérias , fontes de medos, milhões de deimos, o amor podia destruir as paredes que erigíamos com tanto esmero, o amor podia até abraçar o estrangeiro, a distância, podia destruir toda a ética, deixar-nos à mercê do insólito, do inesperado, do horror da surpresa. A minha noção de amor, na juventude, era uma noção de propriedade. Se era algo que podia fazer parte da casa e da sua perpetuação, muito bem, poderia ser considerado. De outro modo, era uma fera, uma ferida, uma doença, tal como o meu pai me ensinara: o amor constrói-se, por isso a escolha deve ser racional e não passional, escolhemos uma pessoa adequada e depois vamos criando um edifício amoroso. O amor que nasce do ímpeto sentimental ou carnal é perigoso. É um ladrão de sobriedade e de objectividade. Barbarifica-nos. Temos de olhar para ele como quem olha para a porta e vê o que está do lado de fora. A passos, devagar e ponderadamente, vai arriscando, conquistando território selvagem e domesticando-o. A exaltação é para as galinhas. Os seres humanos decidem com ponderação, é tão simples quanto isso, não cacarejam nervosos.”
Source: Princípio de Karenina
“O amor interpessoal parece ter uma importância cada vez menor, quanto mais o discurso migra para a necessidade do amor-próprio, do amar-se a si mesmo. Parece-me que existe uma tendência para a construção de uma sociedade de auto-amantes, ou seja, de masturbadores.”
Source: O Carrossel de Lúcifer
“O amor me amordaça antes que eu possa dizer que não quero essa alegria fulminante. E não tendo dito as palavras capazes de negar o encantamento eu permaneço submisso sob o feitiço. Forçado a um prazer que em razão à sobriedade eu não me permitiria.”
Source: Caro Jovem Adulto
“O amor não elimina a dor… só a torna mais suportável. Assim como Jesus na cruz: sofreu por nós, por amor”
Source: A Montanha de Cadomin: Enquando me chamares...
“O amor não tem gênero. A compaixão não tem religião. O caráter não tem raça.”
Source: Either Civilized or Phobic: A Treatise on Homosexuality
“o amor não é um sentimento em que qualquer um se possa comprazer, sem levar em conta o nível de maturidade que alcançou.”
Source: THE ART OF LOVING
“O amor, o sono, as drogas e intoxicantes, são formas elementares da arte, ou, antes, de produzir o mesmo efeito que ela.”
Source: The Book of Disquiet
“O amor perdido não deixa de ser amor. Apenas assume uma forma diferente. Não conseguimos ver o sorriso da pessoa amada, ou levar-lhe comida, ou mexer-lhe nos cabelos, ou rodopiar com ela numa pista de dança. Mas quando esses sentimentos enfraquecem, há outro que se sublime. A memória. A memória torna-se nossa companheira. Alimenta-nos. A vida tem um fim. Mas o Amor não.”
Source: The Five People You Meet In Heaven
“O amor pertence a outro reino. Não o podemos fabricar a pedido. Nem o podemos subjugar quando aparece. O amor não é uma escolha nossa.”
Source: Origin
“O amor por nós mesmos nos permite dar amor a todos na comunidade. Afinal, não podemos dar ou compartilhar o que não temos.”
Source: The Five Levels of Attachment: Toltec Wisdom for the Modern World
“O amor, porém, assim como o pecado, envolve atos, palavras e pensamentos, e como todo amor depende de ficção e metáfora, a forma como o praticamos é que levanta problemas. Pensar pode – fantasiar também –, obrigar o outro a participar, não. O problema é que as fantasias têm sede de realidade. Tântalo, Prometeu, Sísifo, as Danaides e os demais acorrentados do reino de Plutão só conseguem beber da água da realidade em fontes narcísicas, em cachoeiras repetitivas e em lagos pantanosos.
Isso sugere uma dificuldade estrutural para toda forma de amor, representando uma tarefa ingrata quando se trata do processo de desamar alguém. A irrealização do amor, sua imanente virtualidade, sua contingência, que inclui o que aconteceu e o que poderia ter acontecido, continua a acontecer em nossa fantasia. Em outras palavras amamos também o que “poderíamos ter sido”, assim como temos saudade do que “nunca aconteceu”. É nesse sentido que o amor compreende sempre uma fantasia delirante de liberdade. Essa liberdade é pensada aqui não a partir de um limite exterior – independentemente de leis que permitem isto ou aquilo, e proíbem aquilo e aquilo outro –, mas de um limite interior, formado na experiência singular daquela pessoa com o outro amoroso, inclusive nessas diferentes qualificações do amor.”
Source: A arte de amar
“O amor, presidindo a ação, insinuava o prazer e o gozo. E confesso, de bom grado, que me persuadi sem dificuldade de que, sem amor, o prazer, por maior e mais perfeito que seja, fica vulgar, sejamos rei ou vagabundo.”
Source: Fanny Hill, or Memoirs of a Woman of Pleasure
“O amor-próprio é o remendo necessário para o nosso coração”
Source: Os textos que desisti de enviar
“O amor que ainda não se definiu é como uma melodia do desenho incerto. Deixa o coração a um tempo alegre e perturbado e tem o encanto fugidio e misterioso de uma música ao longe…”
“O Amor que não se expressa não existe!”
“O amor se acumulou dentro de mim assumindo o volume arquitetural de diversos clones, cada um com sensibilidades e inteligências próprias.”
Source: Caro Jovem Adulto