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O Quotes

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“O abade expressou outro temor a respeito do dano potencial à Igreja Católica em consequência da posição por ela adotada no caso Mortara. Se a Igreja reivindicava o direito de capturar crianças judias nas terras sob seu governo, não estaria encorajando aqueles estados em que outras religiões eram dominantes a usar a força para converter seus próprios cidadãos católicos? O que aconteceria aos católicos que viviam nos países muçulmanos, ou entre os "cismáticos" na Grécia, ou entre os luteranos na Suíça?”

“O abismo entre corpo e alma era ele próprio uma pálida sombra do abismo infinitamente maior entre Deus e a pessoa humana. para os objetivos desse livro, não pode ser suficientemente enfatizado que um efeito dessa completa helenização do significado de Jesus, sejam quais forem os resultados que tenha tido como construção intelectual, foi a obliteração final do caráter judaico desse significado. Com a adoção cristã de categorias intelectuais gregas, a separação dos caminhos se tornaram pedágios estabelecidos no asfalto. De agora em diante, do modo mais ominosos possível, uma vez que não havia nada intrinsecamente judaico a respeito de Jesus, não haveria nada para impedir os cristãos de definir a si próprios em oposição aos judeus.”

“O admirable Mother of God! How many sins have I committed for which thou hast obtained pardon for me, and how many others would I have committed if thou hadst not preserved me? How often have I seen myself on the brink of Hell in obvious danger of falling into it but for thy most benign hand which saved me? How often would the Roaring Lion of Hell have devoured and swallowed up my soul had not the charity of thy heart opposed him? Alas! Without thee, my dearest and my all-good Mother, where should I be today? I should be in the fiery furnace of Hell from which I would never emerge!”

“O all you host of heaven!O Earth! waht else? And shall i couple hell? O Fie! Hold, hold, my heart And you, my sinews, grow not instant old, But bear me stiffly up. Remember thee? Ay, thou poor ghost, while memmory holds a seat In this distracted globe. Remember thee? Yea, from the table of my memory I'll wipe away all trivial fond records, All saws of books, all forms, all pressures past That youth and observation copied there, And thy commandment all alone shall live Within the book and volume of my brain, Unmixed with baser matter; yes, by heaven!”

“O Allah! If I worship You for fear of Hell, burn me in Hell, and if I worship You in hope of Paradise, exclude me from Paradise. But if I worship You for Your Own sake, grudge me not Your everlasting Beauty. -- Ya Allah, jika aku menyembahMu karena takut neraka, bakarlah aku di dalamnya, dan jika aku menyembahMu karena mengharap surga, campakkanlah aku darinya. Tetapi, jika aku menyembahMu demi Engkau semata, Janganlah Engkau enggan memperlihatkan keindahan wajahMu Yang abadi padaku.”

“O amor” — conhecemos a definição de Lacan — “é dar o que não se tem”. Dar o que não se tem quer dizer simplesmente prometer. Dou o que não tenho, quando prometo. Durante esse período, o analisando vive na expectativa dessa promessa aberta, desse amor aberto que a análise significa. Não é uma demanda de amor ao analista. O analista não é o objeto de amor nesse momento. É uma demanda de amor no sentido de uma fala em expectativa. Essa demanda de amor se manterá enquanto o analisando não descobrir que, finalmente, é uma demanda inaceitável. Enquanto isso, a sugestão se instala.”

“O amor da minha vida partiu e não posso simplesmente telefonar-lhe e dizer-lhe que tenho muita pena e fazer com que ela volte. Ela foi-se para sempre. Portanto, sim, Monique, isso é algo de que me arrependo. Lamento cada segundo que não passei com ela. Arrependo-me de cada coisa estúpida que fiz que lhe causou um pingo de dor. Deveria tê-la perseguido pela rua no dia em que ela me deixou. Deveria ter-lhe implorado que ficasse. Deveria ter pedido desculpa e enviado rosas, e deveria ter ido para cima das letras do letreiro de Hollywood e gritar: Estou apaixonada pela Celia St. James! e deixá-los crucificar-me por isso. Isso era o que eu deveria ter feito. E agora que não a tenho e tenho mais dinheiro do que alguma vez poderia gastar nesta vida, e que o meu nome está cimentado na história de Hollywood, e que sei como tudo é oco, martirizo-me por cada segundo que escolhi isso em vez de amá-la com todo o orgulho.”

“O amor era cheio de janelas abertas, correntes de ar, milhões de bactérias , fontes de medos, milhões de deimos, o amor podia destruir as paredes que erigíamos com tanto esmero, o amor podia até abraçar o estrangeiro, a distância, podia destruir toda a ética, deixar-nos à mercê do insólito, do inesperado, do horror da surpresa. A minha noção de amor, na juventude, era uma noção de propriedade. Se era algo que podia fazer parte da casa e da sua perpetuação, muito bem, poderia ser considerado. De outro modo, era uma fera, uma ferida, uma doença, tal como o meu pai me ensinara: o amor constrói-se, por isso a escolha deve ser racional e não passional, escolhemos uma pessoa adequada e depois vamos criando um edifício amoroso. O amor que nasce do ímpeto sentimental ou carnal é perigoso. É um ladrão de sobriedade e de objectividade. Barbarifica-nos. Temos de olhar para ele como quem olha para a porta e vê o que está do lado de fora. A passos, devagar e ponderadamente, vai arriscando, conquistando território selvagem e domesticando-o. A exaltação é para as galinhas. Os seres humanos decidem com ponderação, é tão simples quanto isso, não cacarejam nervosos.”

“O amor, porém, assim como o pecado, envolve atos, palavras e pensamentos, e como todo amor depende de ficção e metáfora, a forma como o praticamos é que levanta problemas. Pensar pode – fantasiar também –, obrigar o outro a participar, não. O problema é que as fantasias têm sede de realidade. Tântalo, Prometeu, Sísifo, as Danaides e os demais acorrentados do reino de Plutão só conseguem beber da água da realidade em fontes narcísicas, em cachoeiras repetitivas e em lagos pantanosos. Isso sugere uma dificuldade estrutural para toda forma de amor, representando uma tarefa ingrata quando se trata do processo de desamar alguém. A irrealização do amor, sua imanente virtualidade, sua contingência, que inclui o que aconteceu e o que poderia ter acontecido, continua a acontecer em nossa fantasia. Em outras palavras amamos também o que “poderíamos ter sido”, assim como temos saudade do que “nunca aconteceu”. É nesse sentido que o amor compreende sempre uma fantasia delirante de liberdade. Essa liberdade é pensada aqui não a partir de um limite exterior – independentemente de leis que permitem isto ou aquilo, e proíbem aquilo e aquilo outro –, mas de um limite interior, formado na experiência singular daquela pessoa com o outro amoroso, inclusive nessas diferentes qualificações do amor.”