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O Quotes

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“O dejas pasar el instante y ya no puedes hacer nada. Porque tambien existe eso, el instante: el tiempo trae y se lleva las cosas, de manera arbitraria, y no somos solo nosotros quienes ponemos nuestras acciones y sus circunstancias en el marco del tiempo. A veces ocurre que el instante trae una posibilidad, y esa posibilidad tiene su momento exacto, y si el instante pasa, ya no puedes hacer nada de nada.”

“O desejo é aquela chama que ilumina o sujeito em busca de algo que acredita ser uma fonte de realização. Além de iluminar, para dizer de maneira poética, o desejo é um estímulo ao psiquismo. Em busca de sua realização, o sujeito procura e freqüentemente encontra saídas, as mais diversas, para os obstáculos inerentes à vida. Surge a criatividade para facilitar a resolução de problemas. É o desejo, muito mais do que a disciplina, que mobiliza espontaneamente o sujeito à ação.”

“O desprezo da igreja evangélica com conhecimento é algo deplorável. As igrejas evangélicas são máquinas de criar igrejas. Como disse uma pessoa, que agora me falha o nome: enquanto se manda um documento para o Vaticano para criar uma igreja católica, até voltar, já temos pelo menos 50 evangélicas. Isso explica em parte porque as favelas estão inundadas de igrejas evangélicas.”

“O desvio de armas e munições da própria polícia para os criminosos que eles combatem pode parecer, à primeira vista, incongruente ou suicida. No entanto, era esse mercado que azeitava a engrenagem da guerra que fortalecia a polícia. Por um lado, se as armas e munições de calibre pesado traumatizavam a população da cidade, por outro, ajudavam a transmitir à população a ideia de que os policiais e as forças de segurança eram imprescindíveis para combater o caos e a desordem no Rio.”

“O dieses ist das Tier, das es nicht giebt. Sie wußtens nicht und habens jeden Falls – sein Wandeln, seine Haltung, seinen Hals, bis in des stillen Blickes Licht – geliebt. Zwar war es nicht. Doch weil sie’s liebten, ward ein reines Tier. Sie ließen immer Raum. Und in dem Raume, klar und ausgespart, erhob es leicht sein Haupt und brauchte kaum zu sein È questo l’animale favoloso, che non esiste. Non veduto mai, ne amaron le movenze, il collo, il passo: fino la luce dello sguardo calmo. Pure “non era”. Ma perchè lo amarono, divenne. Intatto. Gli lasciavan sempre più spazio. E in quello spazio chiaro, etereo: serbato a lui – levò, leggiero, il capo. And here we have the creature that is not. But they did not allow this , and as it happens - his gait and bearing, his arched neck, even the light in his eyes - they loved it all. Yet truly he was not. But because they loved him the beast was seen. And always they made room. And in that space, empty and unbounded, he raised an elegant head, yet hardly fought for his existence. Oh ! C'est elle, la bête qui n'existe pas. Eux, ils n'en savaient rien, et de toutes façons - son allure et son port, son col et même la lumière calme de son regard - ils l'ont aimée. Elle, c'est vrai, n'existait point. Mais parce qu'ils l'aimaient bête pure, elle fut. Toujours ils lui laissaient l'espace. Et dans ce clair espace épargné, doucement, Elle leva la tête, ayant à peine besoin d'être.”

“O Dieu, entends bien ma prière, ne te cache pas quand je te supplie. Sois attentif et réponds-moi. J'erre sans but, accablé d'inquiétude. Je suis troublé par ce que dit l'ennemi et par l'oppression qu'imposent les méchants. Ils font tomber le malheur sur moi et me poursuivent avec colère. L'angoisse me serre le cœur, et les terreurs de la mort tombent sur moi. Je suis pris de crainte et de tremblement, je suis submergé par l'effroi.”

“O dilema da borboleta Chuang Tse era um dos mais respeitados e admirados filósofos da China antiga. Um dia adormeceu, após ter dialogado longamente com os seus discípulos, e durante o sono sonhou que era uma borboleta. Ao despertar, mandou os discípulos juntarem-se em seu redor, dando-lhes a ideia de que tinha uma grande revelação filosófica para lhes fazer. - Queridos discípulos - disse -, era noite dormi profundamente e durante o sono sonhei que era uma borboleta. - O que pode haver de especial nesse sonho, querido mestre? - perguntou um dos seus discípulos mais antigos. E o mestre respondeu-lhe: - O que há de especial neste sonho é o seguinte: neste momento não sei se foi Chuang Tse que sonhou ser uma borboleta, ou se foi a borboleta que sonhou ser Chuang Tse.”

“O Dionysus O Dionysus, Plague me with your Drunken spirit, Fill my veins with the rush, With the ecstasy and the bliss, Let me revel in your happiness O Dionysus, I beg you drive me insane Drive me far So far, I can never come back down, My mind cannot go on, Let me revel in your happiness O Dionysus, I want it all, I want to dream of trees Becoming drops of colours, I want to dream of honey Bubbling from the grounds, I want to dream of clouds Dancing and dancing, I want to feel, To feel and feel and feel, Until I can feel no more O Dionysus, You have my cure, But you won't give it To me.”

“O “Direito” moderno, cuja única grandeza é ser reflexo e incorporação da soberania popular na sociedade moderna, é o primeiro a se perder com a substituição do juiz sóbrio e objetivo pela figura narcísica do “justiceiro” que aceita incorporar e teatralizar a “vontade geral” pré-fabricada. A própria definição do Direito formal moderno, estabelecida pelo respeito ao procedimento legal e como garantidor do contraditório como meio de se assegurar previsibilidade e segurança jurídica, tende a ser substituído pelo que Max Weber chamava de “justiça do Kadi”, padrão de justiça material, construída sob o comando de aspectos extrajurídicos ditados pela conjuntura, sujeita a todo tipo de pressão emocional e de interesse de ocasião. Mudam-se as vestes e as fantasias, “moderniza-se” o golpe, substitui-se o argumento das armas pelo argumento “pseudo-jurídico”, amplia-se a aparência de “neutralidade”, sai de cena a baioneta e entra no palco da ópera bufa a toga arrogante e arcaica do operador jurídico, mas preserva-se o principal: Quem continua mandando de verdade em toda a encenação do teatro de marionetes são os mesmos 1% que controlam a riqueza, o poder e instrumentalizam a informação a seu bel-prazer. Os outros 99% ou são manipulados diretamente, como a classe média “coxinha”, ou assistem de longe, bestializados, a um espetáculo o qual, como sempre, vão ter que pagar sem participar do banquete.”

“O divine Master, grant that I may not so much seek to be consoled as to console; to be understood as to understand; to be loved as to love. For it is in giving that we receive; it is in pardoning that we are pardoned; and it is in dying that we are born to eternal life.”

“O Divine Poesy, goddess, daughter of Zeus, sustain for me this song of the various-minded man who, after he had plundered the innermost citadel of hallowed Troy, was made to stay grievously about the coasts of men, the sport of their customs, good and bad, while his heart, through all the sea-faring, ached with an agony to redeem himself and bring his company safe home. Vain hope – for them. The fools! Their own witlessness cast them aside. To destroy for meat the oxen of the most exalted Sun, wherefore the Sun-god blotted out the day of their return. Make this tale live for us in all its many bearings, O Muse.” – from Homer’s Odyssey, translation by T.E. Lawrence (Lawrence of Arabia)”

“O dogma dos direitos humanos foi criado em séculos anteriores como arma contra a Inquisição, o Ancien Régime, os nazis e o KKK. Dificilmente estará equipado para lidar com super-humanos, ciborgues e computadores superinteligentes. Embora o movimento em prol dos direitos humanos tenha desenvolvido um arsenal de argumentos e defesas impressionantes contra o preconceito religioso e os tiranos humanos, este arsenal pouco nos protegerá dos excessos consumistas e das utopias tecnológicas.”

“O Don Quixote, wise as thou art brave, La Mancha's splendor and of Spain the star! To thee I say that if the peerless maid, Dulcinea del Toboso, is to be restored to the state that was once hers, it needs must be that thy squire Sancho take on his bared behind, those sturdy buttocks, must consent to take three thousand lashes and three hundred more, and well laid on, that they may sting and smart; for those are the authors of her woe have thus resolved, and that is why I've come, This, gentles, is the word I bring to you.”