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Sonho Quotes

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Sonho Quotes

“Desde quando eu era uma garotinha, eu organizava meus planos para o futuro, que envolviam me graduar na universidade de Oxford e andar só de blusa e calcinha pelo meu apartamento em New York City, segurando uma caneca com café expresso. Eu teria um gato e trabalharia em casa, usando saltos e vestidos e maquiagem e joias quando fosse sair. E claro, eu continuaria assistindo mais e mais filmes de comédia romântica. Eu teria uma vida tranquila e independente. A única coisa diferente na minha vida agora é que eu decidi ter um cachorro.”

“Você não tem controle sobre como sua história começa ou termina. Mas por agora, você deve saber que todas as coisas têm um fim. Cada faísca retorna à escuridão. Cada som retorna ao silêncio. Cada flor retorna à terra. A viagem do sol e a lua é previsível. Mas a sua, é seu melhor.”

“A Verdade! Aquela que nós procuramos durante toda a nossa vida, sem conseguirmos perceber que está aqui dentro…aqui, pai….aqui, para onde eu aponto, no meu peito, numa junção genética de histórias, nos tons violetas e dourados de um céu que não esconde nada mais do que a sua beleza. Enquanto a Deusa me acena, vejo a metade exata de cada um de nós, aquela que nós vamos procurar incansavelmente durante todos os anos da nossa vida, sem nos deixar perceber que o sonho é uma loucura.”

“Dias não serão mais desperdiçados esperando que as coisas mudem magicamente. Nós somos os únicos que podemos criar as mudanças, porque temos toda a mágica criatividade dentro de nós. Nós apenas temos que acreditar em nós mesmos. Nós poderemos atingir tudo que nossos corações desejarem com um pouco de árduo trabalho, determinação e - mais do que tudo - acreditar em si.”

“Quando se morre, o que se debate ainda dentro em nós com fúria - é a quimera. O que me custa a deixar não é o corpo, é a alma inquieta. Com a morte agarrada a mim, porque é que cravo as unhas na vida, raivosamente? Porque quero sonhar, tirar da coisas, das árvores, da luz, das flores, materiais para ilusões. Ao que cada um se prende é às aspirações, às suas penas e não à matéria e ao corpo!...”

“Mas a realidade sempre caía sobre mim assim que eu acordava em minha cela fria e escura, mantendo os olhos abertos só por um momento na tentativa de voltar a dormir e viver aquilo de novo. Levei várias semanas para aceitar que estava preso e que não iria para casa tão cedo. Por mais duro que fosse, esse passo foi necessário para me fazer entender minha situação e agir com objetividade para evitar o pior, em vez de perder tempo com as peças que minha mente me pregava. Muita gente não supera essa fase: perde o juízo. Vi muitos detentos que acabaram ficando loucos. A fase dois chega quando você entende de verdade que está na prisão e que não possui nada além de todo o tempo do mundo para pensar na vida — embora em GTMO os detentos tenham também de se preocupar com os interrogatórios diários. Você entende que não tem controle sobre nada, que não decide quando vai comer, quando vai dormir, quando vai tomar banho, quando vai acordar, quando vai ao médico, quando vai estar com o interrogador. Não tem privacidade alguma; nem para expelir uma gota de urina sem ser vigiado. No começo, é horrível perder todos os privilégios num piscar de olhos, mas ainda que pareça mentira, as pessoas se acostumam. Eu mesmo me acostumei. A fase três consiste em descobrir sua nova casa e sua nova família. Sua família é integrada por carcereiros e interrogadores. Certo, você não escolheu essa família, nem foi criado nela, mas seja como for é uma família, goste você ou não, com todas as vantagens e desvantagens. Eu pessoalmente amo minha família e não a trocaria por nada no mundo, mas criei uma família na cadeia com a qual também me preocupo. Cada vez que um membro de minha família atual vai embora, é como se um pedaço do meu coração estivesse sendo arrancado. Mas fico feliz quando um parente ruim tem de ir embora. Fase quatro: acostumar-se à prisão e ter medo do mundo lá fora.”

“? Quem fez ao sapo o leito carmesim De rosas desfolhadas à noitinha? E quem vestiu de monja a andorinha, E perfumou as sombras do jardim? Quem cinzelou estrelas no jasmim? Quem deu esses cabelos de rainha Ao girassol? Quem fez o mar? E a minha Alma a sangrar? Quem me criou a mim? Quem fez os homens e deu vida aos lobos? Santa Teresa em místicos arroubos? Os monstros? E os profetas? E o luar? Quem nos deu asas para andar de rastros? Quem nos deu olhos para ver os astros - Sem nos dar braços para os alcançar?!...”

“São mortos os que nunca acreditaram Que esta vida é somente uma passagem, Um atalho sombrio, uma paisagem Onde os nossos sentidos se poisaram. São mortos os que nunca alevantaram Dentre escombros a Torre de Menagem Dos seus sonhos de orgulho e de coragem, E os que não riram e os que não choraram. Que Deus faça de mim, quando eu morrer, Quando eu partir para o País da Luz, A sombra calma dum entardecer, Tombando, em doces pregas de mortalha, Sobre o teu corpo heróico, posto em cruz, Na solidão dum campo de batalha!”