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Fantasia Quotes

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Fantasia Quotes

“La lectura es aventura, escape, entretenimiento, infinito. La realidad es dura, cruda, asfixiante, cerrada y limitada. ¿Para qué buscar realidad en un libro si ya lidiamos todos los días con ella? Está ahí, dictando que algo azul solo debe ser azul, exigiendo que algo redondo solo sea redondo. ¿Qué pasa si yo quiero que el color sea verde o la forma sea triangular? ¿O qué pasa si yo no quiero que haya color alguno ni forma alguna? No, no hay nada interesante en lo real. Si leo es porque quiero olvidarme durante un rato de esta aburrida y cuadrada humanidad.”

“Mi existencia es incomprensible y ridícula. Pero nunca estuvo a mi alcance poder elegir otra. Uno no deja de ser quien es. La libertad existe solo en el futuro. En el pasado ya no se puede encontrar. Nadie puede escoger otro pasado. Todo lo que sucede tenía que suceder como sucedió. A posteriori todo es inevitable. A priori nada. Lo único que importa es despertar del sueño.”

“– Luna, você não devia ter dito em voz alta “o que pode dar errado?” – Zoey murmurou. – Tudo bem, foi uma fala minha idiota. – Ainda mais quando toda hora alguém diferente quer te matar – completou Dax. – É, tem isso... – Soltei um longo suspiro que durou alguns instantes em um silêncio inquieto. – Você ainda vai ser minha sentença de morte – ele resmungou.”

“_Encuentralo puede parecer un libro cualquiera para niños, pero es mas que eso! Va más allá de una aventura cualquier, va más alla de los personajes comunes que puede tener, es una forma de enseñar que lo que quieres o deseas, tienes que buscarlo. _ buscarlo solo o con amigos como en este caso, "oso" salio en búsqueda de lo que quería solo, pero en el camino encontró un amigo "ardilla" y juntos tuvieron una gran aventura, lo más importante de este libro es la enseñanza que deja, "disfrutar el proceso". _el libro no tiene las mejores imágenes, pero tampoco tiene la misma estética, lo forman diferentes imágenes para que el niño/a que lo lea o vea, no se encuentre con lo mismo en cada página.”

“L'amava moltissimo, anche se forse il suo sentimento era più ideale e fantastico di quello di Tess, profondo e appassionato. Angel non supponeva, quando fu condannato, così credette, ad una vita bucolica anziché intellettuale, di trovare dietro le quinte un fascino come quello osservato in quest'idillica creatura. Si parla spesso di naturalezza; ma lui non sapeva in che modo questa veramente colpisse, sino a che non era venuto lì.”

“Vi era ben poco di terreno nel suo amore per Clare. In quella sublime realtà vedeva in lui tutta la bontà esistente, lui sapeva tutto quello che una guida, un filosofo, un amico doveva sapere: ogni linea che tratteggiava il suo viso e la sua figura era simbolo di perfezione e di mascolina bellezza; la sua anima era quella di un santo, la sua intelligenza quella di un profeta. La serietà dell'amore che provava per lui aumentava la sua dignità dandole la sensazione di portare un diadema. La superiorità del suo amore per lui, così lo vedeva, le faceva battere il cuore di devozione. Qualche volta lui coglieva i suoi grandi bellissimi insondabili occhi che lo guardavano dalle loro profondità, quasi contemplassero qualcosa d'immortale. Dimenticò il passato, lo calpestò e lo spense come si fa con un tizzone che cova sotto la cenere, pericoloso. Non aveva mai saputo che gli uomini potessero essere così disinteressati, cavalieri, protettivi nel proprio amore verso una donna, com'era lui. Angel Clare invece era ben lontano dall'essere come lei lo pensava, assolutamente lontano; tuttavia era più spirito che carne, aveva molto autocontrollo ed era alieno da volgarità. Non era un passionale, era più brillante che ardente, più vicino a uno Shelley che a un Byron, poteva amare disperatamente, ma di un amore fantasioso, spirituale, una complicata emozione che poteva gelosamente proteggere l'amata dal suo vero io. Tutto ciò sgomentava e incantava Tess, le cui fragili esperienze erano state sino a quel momento così sfortunate; e reagendo all'indignazione contro il sesso maschile si abbandonò ad una stima eccessiva di Clare.”

“-¿Quién puede construir un jardín? Eso es muy caro, ¿no? -Todos somos constructores de jardines. Podemos diseñarlos y levantarlos con nuestras manos o simplemente dibujarlos. -El guarda le guiñó un ojo-. Un jardín es arte. -Manoteó en el aire-. Es el arte de modelar la naturaleza, darle forma y expresar su belleza para disfrutar de ella. Los jardines nos hacen humanos. Los hay oscuros, que dan miedo, y otros son divertidos y escandalosos. Y algunos bailan y otros son tranquilos y tan viejos como el mundo.”

“PRÓLOGO Alguns Anos atrás no Planeta Orfheus... Escurecia quando Lucius chegou ao local combinado, do qual haviam escolhido para ser o novo esconderijo. O último havia sido utilizado por vários meses, e estavam preocupados com a possibilidade de estarem sendo perseguidos e por fim, descobertos. - Pensei que você não viesse... Estou lhe esperando faz quase uma hora, estava ficando angustiada. - disse Sofia aliviada. - Desculpe meu amor... Tudo está se tornando cada vez mais difícil, quase não consegui vir hoje. Houve uma emboscada com as tropas de Igor na última invasão, e muitos guerreiros retornaram gravemente feridos. – ele a olhou surpreso. – Porque, esse encontro repentino? Nós havíamos combinado que o próximo seria na semana seguinte! - Eu sei... Mas, não pude esperar... Lucius deu-lhe um forte abraço, trazendo-a para junto de si. Permanecendo em silêncio por alguns momentos, sentindo o cheiro dela. A saudade e o desejo o consumiam. Ela significava o seu mundo, sem Sofia, sua vida jamais faria sentido. Ele nunca esqueceria aqueles olhos, serenos e sinceros, um azul tão claro e límpido, capaz de enxergar sua alma de guerreiro atormentado. Juntamente com seus cabelos dourados, Sofia parecia um anjo. - Algum problema? Você ficou tão quieto e pensativo. – ela perguntou intrigada. - Estou pensando em nós... Quanto tempo nós conseguiremos manter tudo em segredo? – ele afastou-se dela suspirando. - Ficar mentindo e fingindo que está tudo bem. Você faz ideia do quanto eu tenho que suportar quando está longe de mim? Ou quando vejo você com ele? – Meu amor, agora não. Já discutimos diversas vezes sobre esse assunto. Você sabe que a nossa única alternativa, seria fugir, e rezar para que nunca nos encontrem. Sofia sabia muito bem que as leis do Reino não podiam ser desrespeitadas. O amor, o respeito e a lealdade eram fatores primordiais, que faziam parte da hierarquia de Orfheus. Embora sempre fosse apaixonada por Lucius, que jamais demonstrou qualquer atitude ou interesse por ela, Sofia acabou se relacionando com Alex, irmão de Lucius em consequência de um pacto. Entretanto com o decorrer dos séculos, Lucius começou a mudar e demonstrar sentimentos amorosos por ela que, nunca deixou de amá-lo e sucumbiu às tentações e a paixão por ele. Inevitavelmente um caso de amor surgiu entre os dois. Interrompendo os pensamentos dela, Lucius pegou-a pela mão e a levou para dentro da cabana. Este último lugar escolhido era reservado, adentro de uma vasta e linda floresta. Ele a puxou pela cintura, dando-lhe um beijo apaixonado, acariciou seus cabelos e disse baixinho. - Amor... Senti tanto a sua falta. - Eu também senti muitas saudades, mas o verdadeiro motivo que me trouxe hoje aqui às presas é outro. Preciso que você escute com atenção e mantenha a calma. – enquanto falava passava as mãos entre os cabelos negros de Lucius que contrastavam com sua pele clara. Sofia não queria assustá-lo. No entanto imaginava o quanto ele ficaria transtornado e nervoso com a notícia. Infelizmente a revelação era inevitável, cedo ou tarde, tudo viria à tona. - Estou grávida. – ela declarou sem cerimônias. Por um breve instante, Lucius não lhe disse nada. Somente a encarou sem reação alguma. Parecia estar em uma batalha silenciosa com seus próprios pensamentos. - Mas como? – ele balbuciava não acreditando no que acabara de escutar. Certamente aquela revelação seria o fim para os dois. - Fique calmo meu amor! Eu sei que isso muda tudo. O que estávamos planejando há meses, não será mais possível. – ela sentou-se em um banquinho improvisado e prosseguiu com lágrimas nos olhos. - Com o bebê a caminho, não posso simplesmente passar pelo portal, eu e o bebê morreríamos durante a travessia. - Poderíamos pedir ajuda para a tia Wilda, ela é muito poderosa, provavelmente, ela seria capaz de quebrar a magia dos portais. Sofia já havia pensado nessa possibilidade. Tinha plena consciência de que seria a única escolha que lhe restava.”

“Es por eso, que en nombre de la nobleza que creo tener, te perdono. Te perdono porque eres una víctima, porque tu alma está atrapada, porque ningún mal que has hecho ha sido a propósito. Te perdono porque debo perdonarte. Te perdono y también me perdono a mí mismo, por creerte un enemigo cuando no lo eras. Me perdono por la ira, por el deseo de venganza, y por sentir todavía algo de rencor… Me perdono haberme culpado tanto. Y principalmente, me perdono porque todo dolor que nace de la culpa, debe morir con el perdón. Ahora quiero que descanses en paz.”

“Te quiero advertir de algo: estás a punto de entrar en el jardín de Kiev, y cuando lo hagas, sus semillas arraigarán en tu corazón y lo cubrirán de hojas verdes y de hojas secas, y las flores frescas crecerán en tus entrañas y el musgo húmedo adornará tu piel. El jardín permanecerá en tu interior para siempre, y formará parte de ti y tú formarás parte de él. Nunca podrás desprenderte del jardín. No digas que no te avisé, amigo. Ahora depende de ti seguir leyendo o cerrar el libro. Tú eliges. Pero no hay marcha atrás. Porque las palabras se desbordan de las páginas y se arrastran como la hiedra en busca del último rincón de tu alma. El jardín de Kiev te está esperando. Aunque no lo sepas.”

“Una delle più grandi disgrazie della verità, è di essere inverosimile. Per questo la si nasconde ai re con la lusinga, e ai lettori col romanzo, che non è, come alcuni credono, l'esagerazione del possibile, ma una pallida parodia della realtà. Un giorno, quando saremo stanchi di fare i romanzieri, forse diventeremo storici, e racconteremo delle avventure autentiche e contemporanee così vere che nessuno vorrà crederci. Aspettando quel giorno, e poiché la nostra raccolta già così copiosa non può che accrescersi in futuro, sceglieremo, per quei lettori che vogliono solo cose vissute, una storia semplice dove non cambieremo che i nomi. Dopo la nostra morte, si troveranno fra le nostre carte i nome veri dei personaggi principali.”

“Al di là dell'illusione, si finisce col comprendere che non è possibile trasformarsi in un altro, smettere di essere quello che si è. Fino a quando dura l'illusione, però, si vive. Che cos'è la vita se non un'illusione fatta di infinite piccole illusioni, minuscoli deliri, fantasie irrealizzabili, immagini, incoerenze ad ogni istante?”

“Avevamo quarantadue anni quando rapimmo la luna. Ed era notte, certo, perché son bravi tutti a rapire la luna di giorno quando dorme o è distratta; o quando è mattina. Guardi il cielo, non la vedi, e puoi raccontare a chiunque la bugia di essertela messa in tasca. No, non è così che si rapisce la luna. Si fa di notte, si fa al buio, si fa per un motivo. E poi si fa davvero. Altrimenti non funziona. Avevamo quarantadue anni quando rapimmo la luna, ma a essere precisi, quarantadue anni, li avevamo in tre: quattordici io, quattordici Ismaele e quattordici Sofia. Eravamo adulti un terzo a testa: ecco perché ci siamo riusciti, perché non era ancora troppo tardi.”

“Joaquim Heliodoro ficou surpreendido com o seu próprio desinteresse pelo mistério dos Teulier e da escada secreta e, ao comparar o alívio resultante de tal desinteresse com o sentimento de convalescença feliz que experimenta um viciado quando consegue abdicar do seu vício, ao menos momentaneamente, julgara localizar na curiosidade o coração escondido da sua psique, e na fantasia ou na narração o seu mecanismo de funcionamento.”

“Na manhã do dia em cuja noite acabou morrendo, vovô Slavko esculpiu uma varinha de condão para mim usando um galho de árvore e disse: tanto no chapéu quanto na varinha existe um poder mágico, se tu usares o chapéu e carregares a varinha, vais te tornar o mais poderoso mágico de capacidades entre os países que não fazem parte do bloco. Poderás revolucionar muitas coisas, na medida em que isso estiver em conformidade com as ideias de Tito e concordar com os estatutos da Aliança dos Comunistas da Iugoslávia. Eu duvidava da magia, mas não duvidava do meu avô. A graça mais valiosa é a inventividade, a maior riqueza é a fantasia. Guarda isso, Aleksandar, disse vovô com seriedade, enquanto botava o chapéu em mim, guarda isso e imagina um mundo mais bonito. Ele me entregou a varinha. Eu não duvidava de mais nada.”

“El mundo objetivo se ha desacralizado, pero precisamente al desacralizarse el mundo objetivo debería haberse sacralizado en igual medida el reino imaginario del Yo, y justamente esta sacralización está reprimida. Se han perdido la proyección y la creencia viva, pero subsiste y es muy licita la vivencia profunda. Nadie cree ya en Plutón, ni en Proserpina, ni er los númenes del mundo subterráneo, ni en el lapis philoso-phorum como realidades objetivas, pero en todos nosotros existe una necesidad más o menos reprimida de vivir experiencias numinosas, la cual, evitando la censura impuesta por la lógica correspondiente a nuestra visión objetiva del mundo, se manifiesta en fábulas, en relatos fantásticos, e sueños de aventuras imposibles, que ya no son irracionalista porque se saben de antemano falsos, porque no tienen preten siones de verdad objetiva; en una palabra: porque se expr san en el plano de la estética. Las artes fantásticas, pues, constituyen intentos vital instintivos, necesarios, de integrar lo numinoso en el Yo decir, de vivirlo y expresarlo libremente y en toda su intensidad, pero sin alterar por ello la fría visión objetiva del cosmos.”