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Quote by Suzy Kassem

“Dias não serão mais desperdiçados esperando que as coisas mudem magicamente. Nós somos os únicos que podemos criar as mudanças, porque temos toda a mágica criatividade dentro de nós. Nós apenas temos que acreditar em nós mesmos. Nós poderemos atingir tudo que nossos corações desejarem com um pouco de árduo trabalho, determinação e - mais do que tudo - acreditar em si.”

Quote by Suzy Kassem

Work

Rise Up and Salute the Sun: The Writings of Suzy Kassem

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Author

Suzy Kassem
Suzy Kassem

Suzy Kassem is an accomplished writer born on December 1, 1975, in the United States. Her works span across philosophy, psychology, and personal growth, captivating readers worldwide. more

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“– Há uma rua... no fundo da povoação. As casas parecem desabitadas. – Mas não estão. Sei a que te referes. – É como se a tivesse visto antes. Ele encolheu os ombros. – É natural. Sempre gostaste de passear sozinha. – É como se a tivesse visto em sonhos. – Há imagens no fundo de nós, são talvez sombras de outras, mais antigas, que vêm de trás. – Imagens fantasmáticas. – E se encontramos lugares que se assemelham a elas, é claro que isso nos perturba. – Como um reflexo no fundo de um poço. – Como o nosso reflexo no fundo de um poço, sim.”

“Eu nunca fiz senão sonhar. Tem sido esse, e esse apenas, o sentido da minha vida. Nunca tive outra preocupação verdadeira senão a minha vida interior. As maiores dores da minha vida esbatem-se-me quando, abrindo a janela para dentro de mim pude esquecer-me na visão do seu movimento. Nunca pretendi ser senão um sonhador. A quem me falou de viver nunca prestei atenção. Pertenci sempre ao que não está onde estou e ao que nunca pude ser. Tudo o que não é meu, por baixo que seja, teve sempre poesia para mim. Nunca amei senão coisa nenhuma. Nunca desejei senão o que nem podia imaginar. À vida nunca pedi senão que passasse por mim sem que eu a sentisse. Do amor apenas exigi que nunca deixasse de ser um sonho longínquo. Nas minhas próprias paisagens interiores, irreais todas elas, foi sempre o longínquo que me atraiu, e os aquedutos que se esfumam — quase na distância das minhas paisagens sonhadas, tinham uma doçura de sonho em relação às outras partes de paisagem — uma doçura que fazia com que eu as pudesse amar.”