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“O doce sopro da primavera, Que jardins e campos regenera! Será que agora todo prazer Me é estranho e tudo que anima, Tudo que brilha, alegra e sublima Só traz tédio, torpor, desprazer À minha alma, há muito já morta, À qual tudo é vão e nada importa?” — Alexander Pushkin
O doce sopro da primavera,
Que jardins e campos regenera!
Será que agora todo prazer
Me é estranho e tudo que anima,
Tudo que brilha, alegra e sublima
Só traz tédio, torpor, desprazer
À minha alma, há muito já morta,
À qual tudo é vão e nada importa?