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Judeus Quotes

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Judeus Quotes

“O abismo entre corpo e alma era ele próprio uma pálida sombra do abismo infinitamente maior entre Deus e a pessoa humana. para os objetivos desse livro, não pode ser suficientemente enfatizado que um efeito dessa completa helenização do significado de Jesus, sejam quais forem os resultados que tenha tido como construção intelectual, foi a obliteração final do caráter judaico desse significado. Com a adoção cristã de categorias intelectuais gregas, a separação dos caminhos se tornaram pedágios estabelecidos no asfalto. De agora em diante, do modo mais ominosos possível, uma vez que não havia nada intrinsecamente judaico a respeito de Jesus, não haveria nada para impedir os cristãos de definir a si próprios em oposição aos judeus.”

“Em 9 de junho de 1958, menos de duas semanas antes, um membro do parlamento piemontês, isto é, o parlamento presidido por Cavour e que se reportava ao rei Victor Emmanuel II, levantou-se para falar. "Em Módena", disse ele aos seus colegas deputados, "têm ocorrido muitos casos de crianças judias serem batizadas devido a uma vingança, ou por estupidez ou devido ao fanatismo de algum empregado. Se estas ações extralegais não tivessem outra consequência a não ser de um pouco de água espargida por alguém que não deveria fazê-lo, elas teriam pouca importância." Contudo, o caso infelizmente não era esse, disse ele, pois bastava aquela aspersão de água pela mão de uma empregada para que um esquadrão da polícia fosse enviado para invadir um lar e tirar a criança de sua família, para que ela pudesse ser educada como católica. Aquilo era, trovejou ele, "o maior ultraje contra os sentimentos puros da natureza, contrário às regras mais elementares de moralidade, produzindo a mais infame opressão imaginável". Diante dessas palavras, ergueram-se murmúrios de protesto dos bancos à direita, onde ficavam os membros conservadores do parlamento, defensores da Igreja. O deputado olhou para eles e prosseguiu: "Para poupar meus adversários de mais esforços, quero dizer desde já que fui informado de tudo isso por meus amigos judeus em Módena, que forneceram toda a documentação relevante". De fato, disse ele, "há hoje em Turim uma família judia que precisou fugir de Módena com sua filha, por medo que ela lhes fosse tirada porque uma jovem empregada afirmou tê-la batizado." O deputado concluiu patrioticamente: "Falei disto como uma questão de consciência. Falei porque tal ultraje contra as leis da natureza e da moralidade deve ser, neste século XIX, no mínimo estigmatizado no único parlamento italiano, no único lugar da Itália que, graças aos esforços do povo e à lealdade do governante, ainda é livre." Ao descer do pódio, ele recebeu saudações de "bravo" dos deputados à sua esquerda e insultos e resmungos daqueles à sua direita.”

“O abade expressou outro temor a respeito do dano potencial à Igreja Católica em consequência da posição por ela adotada no caso Mortara. Se a Igreja reivindicava o direito de capturar crianças judias nas terras sob seu governo, não estaria encorajando aqueles estados em que outras religiões eram dominantes a usar a força para converter seus próprios cidadãos católicos? O que aconteceria aos católicos que viviam nos países muçulmanos, ou entre os "cismáticos" na Grécia, ou entre os luteranos na Suíça?”

“O Banco de Portugal é dirigido por Judeus (Ulrich); o «Lisbôa e Açôres» foi fundado por judeus (Mayer); é christão-novo Souto-Mayor fundador do «Banco Colonial Portuguez», do «Banco Portuguez do Brazil», da «Casa Souto-Mayor & C.ª» do Rio de Janeiro, etc.; Henriques Tota, christão-novo, descende do tecelão de sêda Gabriel Henriques Tota condenado por judaísmo em 1750; Vieira de Castro, banqueiro, é christão-novo que ainda hoje conserva a tradição; os Pintos, os Fonsecas, os Santos, os Vianas, os Burnays, todos, pertencem á raça dos judeus que hão conquistado o reino de Portugal!...”

“Hoje em Lisboa observa-se um fenómeno espantoso, nunca visto, mas... previsto: a mocidade, e mormente os descendentes de Portugal, ao serviço dos judeus nas casas bancárias, ao serviço dos seus captivos d'outrora! Lisboa, de judeus e não judeus, arrasta hoje a sua mocidade ao serviço dos Bancos e escritórios da Baixa; mas quase todos os empregados são judeus, e sobretudo os que com o ofício melhor se coadunam.”

“No capítulo da fundação de Portugal é mister ensinar, pelas escolas, que fôra instituida a nova nação a despeito dos seus senhores actuaes, a despeito do povo que hoje a domina: «Nós, os portuguezes, descendentes de judeus e mouros (todos irmãos, «todos semitas) fômos humilhados na nossa terra pelo bárbaro «rei Afonso Henriques; mas a persistência do nosso sangue tem «demovido a pata usurpadora...”

“Hospitalière est, par-dessus tout, l’attente/ "Le ciel, de loin, est ciel. De près, il n’est plus rien"/ ... Incommensurable est l’hospitalité du livre.../ [...] « Tout livre s’écrit dans la transparence d’un adieu », disait-il. [...] « L’aurore n’est pas l’adieu – avait-il noté – ; mais tout adieu est l’éblouissante audace d’une aurore. »/ Demain est le coupable horizon [...]”