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“Paradoxo de Epicuro Ao longo dos séculos, muitos teólogos e filósofos tentaram resolver esse trilema. Santo Agostinho, por exemplo, argumentou que o mal não é uma entidade em si, mas uma ausência do bem, e que o livre-arbítrio humano desempenha um papel crucial na existência do mal. Isso sugere que existe algo que Deus não tem controle, que os humanos podem sim se elevarem ao que Deus definiu para eles, os planos divinos. Essa forma de pensar é interessante por usar lógica. Como exemplo, não temos como achar o elétron, entidade moderna; mas você toma choque na tomada e sua tela de aparelhos usam elétrons. Elétrons são ondas de possibilidades, mecânica quântica. Isso se chama princípio da incerteza de Heisenberg. Na prática, nunca vamos “ver” um elétron: quando tentamos ver ele, ele se concentra em um ponto, as ondas de possibilidades desaparecem. Partícula ou ondas?? não sabemos, usamos os dois. No caso dessa forma dele de pensar, sugere o uso da lógica, introduzida por São Tomé.” — Jorge Guerra Pires