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“Eu escrevo meus sonhos, o que eu consigo lembrar. É difícil lembrar de sonhos, eles escapam, eles explodem. Mas se você as escreve logo depois de acordar, as imagens são supremas, sublimes, transcendentes; é poesiaem estado bruto. O maior cineasta que existe é o ser dentro de nós, o que sonha, aquele que vive dentro de um sonho, o invisível, aquele que não dá a mínima. Nosso ser físico, essa coisa aberta e corporal é tão fodidamente consciente. Eu desejo que eu só possa existir nesse ser interior. Estou no meio de um sonho agora. Estou em uma zona híbrida. Estou tentando terminar um filme. Eu não sei se posso realmente terminar. O cinema não é feito de nenhuma certeza matemática para mim. Ainda estou tentando encontrar suas origens. Isso torna o cinema infinito. A vida é misteriosa, mas é bastante precisa, pois a morte é uma certeza absoluta. Mas o cinema é o grande continuum; é imortal; pode recriar a vida; imortaliza o ser; não há morte. Eu estou falando sobre o cinema maior, um cinema que não é metódico, um cinema que é gratuito. Eu estou falando sobre o ser interior. Sou solidário com o cinema maior; eu me esforço para estar no domínio do ser interior, o cineasta invisível, o cineasta que não sabe nada. Cara, isto faz algum sentido?” LAV DIAZ” — Marcelo Ariel

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Eu escrevo meus sonhos, o que eu consigo lembrar. É difícil lembrar de sonhos, eles escapam, eles explodem. Mas se você as escreve logo depois de acordar, as imagens são supremas, sublimes, transcendentes; é poesiaem estado bruto. O maior cineasta que existe é o ser dentro de nós, o que sonha, aquele que vive dentro de um sonho, o invisível, aquele que não dá a mínima. Nosso ser físico, essa coisa aberta e corporal é tão fodidamente consciente. Eu desejo que eu só possa existir nesse ser interior. Estou no meio de um sonho agora. Estou em uma zona híbrida. Estou tentando terminar um filme. Eu não sei se posso realmente terminar. O cinema não é feito de nenhuma certeza matemática para mim. Ainda estou tentando encontrar suas origens. Isso torna o cinema infinito. A vida é misteriosa, mas é bastante precisa, pois a morte é uma certeza absoluta. Mas o cinema é o grande continuum; é imortal; pode recriar a vida; imortaliza o ser; não há morte. Eu estou falando sobre o cinema maior, um cinema que não é metódico, um cinema que é gratuito. Eu estou falando sobre o ser interior. Sou solidário com o cinema maior; eu me esforço para estar no domínio do ser interior, o cineasta invisível, o cineasta que não sabe nada. Cara, isto faz algum sentido?” LAV DIAZ
— Marcelo Ariel