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“Seguiu pelo ermo areial até aos negros penhascos, e parou, debruçando-se no precipicio, onde as alterosas e phosphorescentes vagas se debatiam convulsas, partindo-se em niveos jorros, golfando a resaca em furia jactos de espuma na areia com um sussurro formidavel. O oceano e o vento pareciam unir-se, gemendo n'um lamento inconsolavel - o lamento de tudo que soffre na terra sem poder queixar-se. (pp. 204-205)” — Cláudia de Campos
Seguiu pelo ermo areial até aos negros penhascos, e parou, debruçando-se no precipicio, onde as alterosas e phosphorescentes vagas se debatiam convulsas, partindo-se em niveos jorros, golfando a resaca em furia jactos de espuma na areia com um sussurro formidavel.
O oceano e o vento pareciam unir-se, gemendo n'um lamento inconsolavel - o lamento de tudo que soffre na terra sem poder queixar-se. (pp. 204-205)