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“Enquanto Stoker via seus vampiros como manifestações do proibido e do profano, Rice explorou-os como formas de lidar com sua realidade, com conflitos que lhes eram particulares; ela, que sempre se viu refletida na figura do outsider, sentiu-se confortável ao lidar com figuras que tentavam encontrar um significado para si fora da normatividade. Louis e Lestat, tão diferentes, carregam em si um pouco do fantasma da culpa católica e do desejo por ruptura e liberdade – sentimentos conflituosos, mas presentes simultaneamente em Rice.” — Thiago Sardenberg
Enquanto Stoker via seus vampiros como manifestações do proibido e do profano, Rice explorou-os como formas de lidar com sua realidade, com conflitos que lhes eram particulares; ela, que sempre se viu refletida na figura do outsider, sentiu-se confortável ao lidar com figuras que tentavam encontrar um significado para si fora da normatividade. Louis e Lestat, tão diferentes, carregam em si um pouco do fantasma da culpa católica e do desejo por ruptura e liberdade – sentimentos conflituosos, mas presentes simultaneamente em Rice.