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“Durham sentou-se no chão fora do seu alcance. Era fim de tarde. Os sons de Maio, os aromas de Cambridge em flor, entravam flutuando pela janela e diziam a Maurice, «Tu não nos mereces.» Sentia-se meio morto, um estranho, um labrego em Atenas. Não tinha nada que estar aqui, ou ter um amigo assim. - Durham. Durham aproximou-se. Maurice estendeu uma mão e sentiu a cabeça aconchegar-se nela. Esqueceu-se do que ia dizer. Os sons e os aromas segredavam, «Tu és nós, nós somos a juventude.»” — E.M. Forster
Durham sentou-se no chão fora do seu alcance. Era fim de tarde. Os sons de Maio, os aromas de Cambridge em flor, entravam flutuando pela janela e diziam a Maurice, «Tu não nos mereces.» Sentia-se meio morto, um estranho, um labrego em Atenas. Não tinha nada que estar aqui, ou ter um amigo assim.
- Durham.
Durham aproximou-se. Maurice estendeu uma mão e sentiu a cabeça aconchegar-se nela. Esqueceu-se do que ia dizer. Os sons e os aromas segredavam, «Tu és nós, nós somos a juventude.»