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Quote by Octavio Paz

“Los ojos del entendimiento comulgan con la hermosura y el hombre procrea no imágenes ni simulacros de belleza si no realidades hermosas.”

Quote by Octavio Paz

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Octavio Paz
Octavio Paz

Octavio Paz (March 31, 1914 - April 19, 1998) was a renowned Mexican poet, essayist, and diplomat. He is considered one of the greatest Spanish-language poets of the 20th century, known for his unique poetic style and profound intellectual depth. more

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“TODO ES POSIBLE Sueña tus sueños crea tu arte canta tus canciones y juega el mejor de tus juegos. Todos somos estrellas con el papel principal en nuestra propia vida. Todo lo que soñamos, pensamos, hablamos, y aquello con que nos rodeamos, nos asiste en la realización de nuestras más bellas posibilidades. Todos somos iguales, manteniéndonos aparte de manera única, Para mantenernos fuertes como Uno. Todos somos bendecidos, y todos estamos aquí por un propósito que sólo nuestra Alma conoce realmente. Sintonízate a tu llamado escucha sueña. Haz sólo aquello que te trae felicidad y bienestar. Si se siente bien y te hace feliz, entonces haz más de ello. Pasa tiempo con gente que cree en ti y te apoya. Está con aquellos que alimentan tu Alma pues, cuando tú creces y floreces, hay campos de flores para nutrir todo. Desea lo mejor para ti mismo y los otros percibidos.”

“En sus charlas regalaba manzanas e higos cultivados en su jardín y advertía sobre el poder destructivo de las ciencias: " los átomos que despedazaron Hiroshima y Nagasaki no fueron separados por los dedos grasientos de un general, sino por un grupo de físicos armados con un puñado de ecuaciones". Grothendieck no podía dejar de cuestionar su efecto sobre el mundo.”

“24 de dezembro [1941] A árvore, embora atarracada, não ocupa muito espaço – um canto de sala, o canto menos acessível, do qual foi removido o musgoso vaso com espadas-de-são-jorge, que alem de decorativas, segundo Felicidade, nos protegem do mau-olhado. O chacareiro queria um dinheirão por um pinheirinho de seis palmos, Luísa descalçou a bota na loja de novidades. Trouxe-a embrulhada em papel pardo como volumosa sombrinha, e armá-la foi uma operação fácil e divertida. — Veja! – e Luísa exibiu-a, eriçada como um imenso paliteiro. Meus olhos se anuviaram – as invenções deviam ter limites. A imitação infunde desprezo, mudo desprezo, a quem amou as árvores do Trapicheiro, ardentemente esperou por elas e substituiu o amor e a espera pela saudade. É duma substância assim como o celulóide, lustrosa como escama de cobra, dum verde horripilante, com frutinhos vermelhos, na ponta dos galhos, que lembravam os olhinhos dos ratos-brancos, que Pinga-Fogo criava e trazia ao ombro, sob o nojo e a reprovação de Mariquinhas, tão artificial quanto o mito que propaga. Não pus na sua ornamentação, bastante carregada, com um odioso cometa no cimo, os meus dedos descrentes, tão hábeis para respingar pela ramaria antiga as velinhas multicores, as lanterninhas, o algodão como se fosse neve. Deixei a tarefa para as mãos de Luísa e das crianças, neófitas aranhas, que alegremente se emaranhavam na teia de fios prateados que espalhavam pela galharia dura e simétrica. Quando ficou pronta, e ao pé dela as crianças plantavam os ávidos sapatinhos, Luísa perguntou radiante: — Não ficou linda? (Não destruamos as ilusões dos amadores. Pelo menos algumas. Que culpa têm de que o tempo prático e mercantil ofereça um material tão reles e sem seiva?): — Sim, está muito bonita. — E serve para muito tempo! (Ó desalentadora durabilidade!): — É ótimo. E a sensação me invade, não sei se de tédio ou de derrota.”