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Quote by Mikhail Bakunin

“Quando se trata de botas, apelo para a autoridade dos sapateiros; se se trata de uma casa, de um canal ou de uma ferrovia, consulto a do arquiteto ou a do engenheiro. Por tal ciência especial, dirijo-me a este ou àquele cientista. Mas não deixo que me imponham nem o sapateiro, nem o arquiteto, nem o cientista. Eu os aceito livremente e com todo o respeito que me merecem sua inteligência, seu caráter, seu saber, reservando todavia meu direito incontestável de crítica e de controle. Não me contento em consultar uma única autoridade especialista, consulto várias; comparo suas opiniões, e escolho aquela que me parece a mais justa. Mas não reconheço nenhuma autoridade infalível, mesmo nas questões especiais; consequentemente, qualquer que seja o respeito que eu possa ter pela humanidade e pela sinceridade desse ou daquele indivíduo, não tenho fé absoluta em ninguém. Tal fé seria fatal à minha razão, à minha liberdade e ao próprio sucesso de minhas ações; ela me transformaria imediatamente num escravo estúpido, num instrumento da vontade e dos interesses de outrem.”

Quote by Mikhail Bakunin

Work

Deus e o Estado

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Author

Mikhail Bakunin
Mikhail Bakunin

Mikhail Bakunin, born on May 30, 1814, and died on July 1, 1876, was a significant thinker and revolutionary from Russia. His ideas had a profound impact on the later anarcho-syndicalist movement. more

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“A noção de que a revolução começa em nós, mas de que sozinhes não fazemos a diferença, é muito importante. Ela deve ser a motivação para nos abrirmos a outras perspectivas e compartilharmos as nossas em prol da evolução da consciência coletiva. Para fazermos alianças, formarmos grupos e então irmos mais longe. É preciso estabelecer mudanças coletivas para uma evolução coletiva de consciência. Construir micropolíticas e redes de apoio entre as pessoas em que acreditamos. Redes transparentes, acessíveis e ideologicamente compatíveis com a noção de que fazemos parte de um todo muito maior. A abolição da exploração do meio ambiente só virá com a de todos os seres – humanos e não humanos.”

“Os homens querem fugir - e fazem mal. As mulheres querem confiar - e fazem mal. É nesse desequilíbrio, igualado pelo facto de ambos os sexos se darem mal, que se encontra a grande electricidade que nos junta e dá pica e desconjunta. A maior parte dos homens - sobretudo os mulherengos - morre sem saber o que é receber o que uma mulher pode dar. Uma mulher inteira - alma e tudo - pesa mais do que dois homens. É mais profunda e, ao mesmo tempo, mais volúvel. Não tem a obsessão pela escolha e pela definição que têm os homens. É volátil. Quer voar. Quer evaporar-se. Quer sair dali para fora e ser outra coisa.”