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Quote by Sukanya Venkatraghavan

“Secrets are dark things. They don’t exist in the light. They glow faintly in forgotten corners, in mysterious mind-nooks, in lost memory maps. Secrets are the shadows of the soul.”

Quote by Sukanya Venkatraghavan

Work

Dark Things

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Author

Sukanya Venkatraghavan

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“Every living soul in this universe should be given a chance at love – their personal shot at having the most powerful and mysterious thing that ever existed. You could love forever, or your love could burn short and bright for just a few moments in the history of time. But however you did it, I supposed the idea was to make it count; to create a story worthy of a new fairytale, a poem, or a new constellation that would wind itself into an infinite thread of light in your name. Maybe that was the whole point of love – to create an eternal story of your own.”

“For years, I declined to fill in the form for my Senate press credential that asked me to state my 'race,' unless I was permitted to put 'human.' The form had to be completed under penalty of perjury, so I could not in conscience put 'white,' which is not even a color let alone a 'race,' and I sternly declined to put 'Caucasian,' which is an exploded term from a discredited ethnology. Surely the essential and unarguable core of King's campaign was the insistence that pigmentation was a false measure: a false measure of mankind (yes, mankind) and an inheritance from a time of great ignorance and stupidity and cruelty, when one drop of blood could make you 'black.”

“Vamos falar de hipóteses. Você entende o que é hipótese?” ■■■■■■■■■■■■■■■■■ perguntou. “Sim, entendo.” “Vamos supor que você tenha feito o que confessou.” “Mas eu não fiz.” “É só uma suposição.” “Está bem”, disse eu. Apesar de sua alta posição, ■■■■■■■ ■■■■■■■■■■■ era o pior interrogador que já conheci. Quero dizer, do ponto de vista profissional. Ele saltava daqui para ali sem nunca se concentrar numa coisa específica. Se tivesse de fazer uma avaliação, eu diria que o trabalho dele deveria ser qualquer coisa menos interrogar pessoas. “Entre você e ■■■■■■■■■■■ , quem era o responsável?” “Depende. Na mesquita eu era o responsável, fora era ele”, respondi. As perguntas davam por certo que Hannachi e eu éramos membros de uma gangue, mas eu nem sequer conhecia o sr. ■■■■■■■■■■■■ , que dirá ter conspirado com ele como parte de um grupo que nunca existiu. Mas eu não podia dizer uma coisa dessas a ■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ; tinha de dizer algo que me fizesse parecer mau. “Você conspirou ou não com essas pessoas, como reconheceu?” “O senhor quer a verdade?” “Sim!” “Não, não conspirei”, eu disse. ■■■■■■■■■■■■■■■■■ e ■■■■■■■■■■■■■■ tentavam me pregar todo tipo de peça, mas primeiro, eu conhecia todas as peças, e segundo, eu já tinha dito a verdade a eles. Portanto, era inútil me pregar peças. Mas eles me puseram num infame beco sem saída: se mentisse, “Você vai sentir o peso da nossa cólera”; se dissesse a verdade, ia parecer bonzinho, o que os levaria a crer que eu estava ocultando informações porque aos olhos deles EU SOU UM CRIMINOSO e eu ainda não tinha como mudar essa opinião.”