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Quote by Namina Forna, The Eternal Ones

“I've never needed you, Keita ... But I've always wanted you. More than anything, I've wanted you ... You're not a need, Keita, you're not an obligation to me. What you are is my happiness, my delight. When I didn't believe that there was good in the world, there was you. You're my comfort and joy, and I hope I'm the same for you.”

Quote by Namina Forna, The Eternal Ones

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Namina Forna, The Eternal Ones

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“Então é preciso embrutecer essa sociedade de tal forma, que aí eu acho que realmente só o refinamento dos meios de comunicação, dos meios de publicidade, de um certo paisagismo urbano, que disfarça a favela, que joga, que esconde as coisas ao mesmo tempo, a volúpia do luxo, da grande construção, das belas vivendas – tudo isso é que pode transformar o homem numa pessoa interessada não na sociedade brasileira, mas em quantos metros quadrados tem o apartamento dele em relação ao vizinho. A sociedade brasileira está sendo um pouco reduzida a isso: à ambição individual da ascensão social como um valor supremo reduzido num setor muito pequeno.”

“O que nós somos? Nós não somos porra nenhuma, somos é explorados. Diariamente tiram tudo da gente. Então esta descoberta do subdesenvolvimento a classe dominante tem que tomar conhecimento dela diariamente. Tem que saber dela. O instrumento que ela usa, publicidade, ao mesmo tempo é deformante; a matéria-prima da publicidade, a matéria-prima da classe dominante hoje em dia, é a insatisfação. Você ser classe dominante é ao mesmo tempo ter que promover a insatisfação. É verdade que um determinado tipo de insatisfação. Você não poder mais ser letárgico, não poder mais ser cabisbaixo e aceitante, mas ter que ser interventor, cria muitas contradições e muitas fissuras dentro do processo das classes dominantes e dos processos culturais, o processo em geral, da sociedade subdesenvolvida e do Brasil em particular. Eu acho que é nessas fissuras, nesses rachas, nessas incoerências, nessas incongruências, que o intelectual deve atuar e desenvolver seu trabalho.”

“A decadência da Europa nos oferece um espectáculo imenso cujos momentos mais fortes são omitidos ou são dispensados. O próprio da cena em que nos encontramos hoje é representar um teatro; sem monumentos que sejam nossa obra e que nos pertençam, nós vivemos cercados de cenários. Mas há mais: o europeu não sabe quem ele é; ele ignora que raças se misturam nele; ele procura que papel poderia ter; ele não tem individualidade.”

“(...) tú sólo, tú, has suspendido la pasión a mis enojos, la suspensión a mis ojos, la admiración al oído. Con cada vez que te veo nueva admiración me das, y cuando te miro más, aún más mirarte deseo. Ojos hidrópicos creo que mis ojos deben ser, pues cuando es muerte el beber beben más, y desta suerte, viendo que el ver me da muerte estoy muriendo por ver. Pero véate yo y muera, que no sé, rendido ya, si el verte muerte me da el no verte qué me diera. Fuera más que muerte fiera, ira, rabia y dolor fuerte; fuera muerte, desta suerte su rigor he ponderado, pues dar vida a un desdichado es dar a un dichoso muerte.”