“Sedento por fruir o néctar dos teus lábios beijo-te e cada encontro me satisfaz, pouco antes de me esfomear ainda mais.”
Source: Caro Jovem Adulto
“Em ti.
Em mim.
Em si.
Em sim, sim, sim.”
Source: Caro Jovem Adulto
“Às vezes as pessoas fazem as coisas porque estão irritadas ou chateadas ou porque estão a fim de brigar. E essas coisas podem magoar. Porém, o que magoa mais é quando alguém faz as coisas por apatia. Por não se importar mais com você como na época da faculdade. Por não se importar mais com você como na época em que se casaram. Por não se importar mais com você. E, como ainda existe uma parte minúscula dentro de mim que ainda se importa, que fica enfurecida com o fato de ele não se importar mais, faço uma coisa que nunca fiz antes. Que jamais pensei que algum dia fosse fazer. Faço uma coisa que, mesmo enquanto estou fazendo, não acredito que esteja acontecendo de verdade. Eu pego o vaso. O vaso de vidro. E atiro na porta atrás dele. Com flores e tudo.”
Source: After I Do
“Ela” não foi uma namorada, mas chamá-la de amiga seria pura inocência de quem precisa diminuir sentimentos. Estavam naquele limbo entre não ser nada e ser tudo. Dizer “eu te adoro” era pouco e dizer “eu te amo” era muito. Na dúvida, nada disseram.”
Source: Dono do tempo
“O que este livro pergunta é: “Como mudamos?”, e o que ele responde é: “Ao nos relacionarmos com os outros”.”
Source: Maybe You Should Talk to Someone: A Therapist, Her Therapist, and Our Lives Revealed
“Sabe, em relação a esses idiotas, eu tenho uma ideia a respeito. E se as pessoas que estão te deixando louco não estiverem tentando te deixar louco? E se essas pessoas não forem idiotas, mas razoavelmente inteligentes, e só estão fazendo o melhor que podem num determinado dia?”
Source: Maybe You Should Talk to Someone: A Therapist, Her Therapist, and Our Lives Revealed
“Ele sabia todas as respostas.”
Source: Dona: um conto freudiano
“Ele tinha hoje um cheiro meio azedo por causa dos anabolizantes, mas ela tinha aprendido a gostar, algo do cheiro antigo estava lá (...)”
Source: A Ronda
“Somos seres relacionais - tanto no aspecto horizontal (com outros seres humano), quanto vertical (com o divino).”
Source: PATERNIDADE BEM RESOLVIDA: O poder da cura por meio da paternidade espiritual
“For Serres, everything exists in at least three distinct broad temporalities (At 126–7) which can be further subdivided and combined in different ways. The fi rst time is the reversible, clockwork time of the classical age, when no fundamental law was thought to dictate the direction of time’s flow. The second time is the globally entropic time of the second law of thermodynamics, of Carnot’s heat engine that carries everything towards death. This thermodynamic principle was formalised in 1865 by Rudolph Clausius who, drawing heavily on Carnot’s work on heat engines, coined the term ‘entropy’ to describe the irrecoverable heat inevitably lost from any mechanical system. Laplace brings this irreversible time into the natural sciences with a cosmogony that supplements Newton’s reversible cosmology with a dimension of becoming (JVSH 36), and Darwin inscribes irreversible time at the heart of the natural sciences (JVSH 39). The eternal universe of Pascal is no more: ‘Immersed in time the universe likewise is born, develops, evolves, wears out and, perhaps, will die’ (JVSH 36).133 Time enters into science. The third time is the locally negentropic time of codes and information, preserving complexity against the general decay of order (H4 287).134 The idea of negentropy was developed in the 1930s, describing a pocket of information preserved in a wider context of entropic decay (see JVSH 136). It is a time encrusted in the living beings who ‘follow an evolution that Bergson called creative, of which we can at least say that it runs in the opposite direction to the thermodynamic arrow’ (H5 79) (Watkin 2020: 132)”
Source: Michel Serres: Figures of Thought