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Quote by Richard Armour

Work

The Classics Reclassified

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Author

Richard Armour
Richard Armour

Richard Armour (1906-1989) was an acclaimed American poet renowned for his witty and humorous verse. A graduate of the University of Southern California, he taught at his alma mater for many years. Armour's poetry was celebrated for its clever satire, light humor, and accessible style, covering topics from everyday life to literary allusions. His collections, including "The Angry Grapes," made him one of the most popular poets in mid-20th century America. more

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“- On m'appelle dans ce canton l'ermite de Copmanshurt. Et on y ajoute l'épithète de saint, mais je me trouve indigne d'une telle addition à mon nom. Et vous, sire chevalier, m'apprendrez-vous comment se nomme mon hôte ? - On m'appelle dans ce canton le Chevalier Noir, répondit le chevalier du tac au tac ; et on y ajoute l'épithète de « fainéant », mais je me trouve indigne d'une telle addition à mon nom. L'ermite ne put s'empêcher de sourire à cette réponse.”

“Tudo nele é negro como a asa de um corvo. Não consigo ver mais nada que o possa distinguir melhor... mas, depois de o ter visto uma só vez empregando a sua força na batalha, creio que o reconheceria entre um milhar de guerreiros. Corre para a refrega como se o chamassem para um banquete. Há nele mais do que mera força, parece que o corpo e a alma se entregam em cada golpe que vibra ao inimigo. Que Deus o purifique do crime de derramamento de sangue! É terrível, mas magnífico, observar a maneira como o braço e o coração de um homem podem triunfar sobre centenas de outros homens. — Rebeca, descreveu um herói. Certamente, apenas descansam para refrescarem as forças ou descobrir um meio de atravessarem o fosso. Sob um chefe, tal como o descreveu, não há lugar para temores, nem para demoras amedrontadas, nem para hesitações num generoso empreendimento, uma vez que as dificuldades que o tomam árduo, tornam-no também glorioso. Juro, pela honra da minha casa; juro, pelo nome da minha bela amada, que suportaria de bom grado dez anos de cativeiro, para poder lutar um dia ao lado de tão grande cavaleiro numa refrega como esta! — Infelizmente — respondeu Rebeca, deixando o seu posto junto da janela e aproximando-se da cama do cavaleiro ferido — esse impaciente desejo de ação... essa luta e esse rancor contra a sua presente debilidade, não deixarão de ter efeitos prejudiciais sobre a sua combalida saúde. Como pode desejar infligir ferimentos a outrem, sem ver ainda curados os que recebeu? — Rebeca — volveu ele — não sabe como é impossível, para alguém treinado nas ações de cavalaria, permanecer passivo, como um padre ou como uma mulher, quando à sua volta se desenrolam feitos de honra! O amor da batalha é o alimento do qual vivemos... o pó da ‘mêlée’ é a respiração das nossas narinas! Não vivemos... não desejamos viver senão enquanto formos vitoriosos e afamados. Estas são as leis da Cavalaria, juradas por nós e às quais sacrificamos tudo o que nos é querido. — E o que é isso, valente cavaleiro, senão oferecer um sacrifício ao demónio da vaidade, e transformar-se em Moloch através do fogo! Que lhe resta como prémio de todo o sangue que derramou... De todos os trabalhos e dores que suportou... De todas as lágrimas que os seus feitos causaram, quando a morte quebra a espada do homem forte e ultrapassa a ligeireza do cavalo? — O que resta? — gritou Ivanhoe. — Glória! mulher, glória! Que doura o nosso sepulcro e perpetua o nosso nome. — Glória? — insistiu Rebeca. — Ai! A cota enferrujada pendurada como um brasão sobre o túmulo escuro, e desfazendo-se em pó... os caracteres desfigurados da inscrição que o ignorantemonge mal sabe ler ao curioso peregrino... Serão suficientes recompensas para o sacrifício de todos os generosos afetos, para uma vida miseravelmente passada a tornar os outros também miseráveis? Ou haverá alguma virtude nas rudes rimas de um bardo errante para que o amor caseiro, o quente afeto, a paz e a felicidade, sejam ferozmente afastados, para se tornar no herói dessas baladas que os menestréis vagabundos cantam à noite a rústicos bêbedos nadando em cerveja?”

“You don't have to be a billionaire to believe you can make a difference. Give your resources to a charity and volunteer in your community.”

“I woke one night to find him staring at the ceiling, his profile lit by the glow of streetlights outside. He looked vaguely troubled, as if he were pondering something deeply personal. Was it our relationship? The loss of his father? “Hey, what’re you thinking about over there?” I whispered. He turned to look at me, his smile a little sheepish. “Oh,” he said. “I was just thinking about income inequality.” This, I was learning, was how Barack’s mind worked. He got himself fixated on big and abstract issues, fueled by some crazy sense that he might be able to do something about them. It was new to me, I have to say. Until now, I’d hung around with good people who cared about important enough things but who were focused primarily on building their careers and providing for their families. Barack was just different. He was dialed into the day-to-day demands of his life, but at the same time, especially at night, his thoughts seemed to roam a much wider plane.”

“It’s easy to count other people’s mistakes. Make your own if you can.”

“There was no one to be seen so she gave in freely to her sobs as she made her way home, pressed her arms against her stomach; the pain lodged in there like an ill-tempered foetus. Let a person in and he hurts you. There was a reason why she kept her relationships brief. Don't let them in. Once they're inside they have more potential to hurt you. Comfort yourself. You can live with the anguish as long as it only involves yourself. As long as there is no hope.”