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Quote by Christine A. Courtois

“... every therapist must develop enough personal maturity, clinical wisdom, and capacity for good judgment to effectively and safely conduct psychotherapy, an imperative that is especially important in the treatment of this population. The emotion dysregulation and insecure and disorganized attachment of complex trauma clients elicit strong emotional reactions from others, even those in their support network, including therapists. Reactions can range from sympathy, sorrow, fear, and guilt to frustration, impatience, anger/rage, hostility, and disgust or contempt.”

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Christine A. Courtois

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“... the silent client may be experienced as withholding, oppositional, and sulking or as holding the therapist "hostage" in ways that elicit resentment and other negative responses. Because it is not unusual that relational and other forms of traumatization began when the client was preverbal, he or she may not have words. The lack of access to emotions or to words to describe them is known as alexithymia and is a common response to trauma. What the client is likely to have instead is somatosensory, behavioral, dissociative, and relational manifestations that therapists must seek to understand and translate into words, a process that involves hard work and intense focus.”

“Tenho um cachorro temporário, todo torto, com os pelos eriçados e o rabinho trêmulo. Exploramos juntos as ruas, vamos ao parque correr; conhecemos os outros cães, mastins desanimados, labradores festivos, cavalier kings charles spaniels tímidos e os milhares de cruzamentos imprevisíveis dos nascidos de amores clandestinos enquanto os donos, que nunca sabem de nada, olham para o outro lado. O mundo nunca me pareceu tão vasto. Aproveitamos o dia e eu não trocaria esta nova vida pela de mais ninguém. Não poderia invejar ninguém; a vida que estou vivendo, agora que examinei os mínimos detalhes, agora que não tento fazê-la parecida com algum tipo de ideal inatingível, é tão minha que não posso cotejá-la com nenhuma outra, em nenhuma régua de comparação. Infinitas são as coisas que não tenho, infinitas também as que não conheço; mas desde que perdi minhas velhas certezas e aprendi a me sujeitar às regras das escolas antigas, reencontrei um prazer perdido há muito tempo. O de aprender, de tentar, de virar meus pensamentos do avesso, de descobrir que estava errando e que só o fato de descobrir isso é uma oportunidade para tentar fazer um pouco melhor. Perdi muito, e entre as coisas perdidas há também aquelas que eu pensava controlar, possuir, saber: mas isso pelo menos me dá a chance de continuar a procurar, a demandar, a estudar, a espiar a vida de todos os ângulos. Vivo buscando algo que não sei; talvez apenas a felicidade de continuar a buscar. Penso nas palavras de Sócrates: uma vida sem busca não é digna de ser vivida. Caminho com o Cão pelas ruas do bairro, não tenho nada de meu, sou feliz. Quem sabe eu tenha aprendido a viver um pouco a partir dos filósofos antigos; e talvez seja isso, afinal, o que vale a pena contar.”