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Quote by Ellen Dean

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Ellen Dean

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“Essas duas histórias - a do lado de dentro e a do lado de fora - podem ser contadas sobre cada um de nós. Ao chamá-las de 'histórias' não pretendo diminuí-las. Algumas são, apesar de tudo, verdadeiras. O problema é que temos muita dificuldade em ver como ambas as histórias que contamos sobre nós podem ser verdadeiras. O efeito da segunda história, aquela contada do lado de fora, parece uma drástica realocação do nosso papel na trama. Longe de sermos o personagem principal da história, estamos reduzidos a um figuração. A história do lado de dentro gira ao nosso redor, mas na outra história cada um de nós é apenas um simples personagem em meio a muitos outros, um personagem cuja entrada em cena é determinada por outras pessoas e que não tem nenhum controle real sobre a hora da sua saída do palco. As coisas que impulsinam nossas vidas, as coisas que queremos, nossos planos, projetos e metas - aquilo que podemos chamar de nossa motivação - são o resultado de forças que não controlamos. Aparentemente, nosso papel foi escrito por outra pessoa. Temos pouco controle sobre o seu conteúdo e não temos a menos ideia de qual é o seu sentido. O choque das duas histórias é às vezes chamado de condição humana.”

“French Louis Seymour of the West Canada Creek, who knew how to survive all alone in a treacherous wilderness, and Mr. Alfred G. Vanderbilt of New York City and Raquette Lake, who was richer than God and traveled in his very own Pullman car, and Emmie Hubbard of the Uncas Road, who painted the most beautiful pictures when she was drunk and burned them in her woodstove when she was sober, were all ten times more interesting to me than Milton's devil or Austen's boy-crazy girls or that twitchy fool of Poe's who couldn't think of any place better to bury a body than under his own damn floor.”

“It seems obvious, looking back, that the artists of Weimar Germany and Leninist Russia lived in a much more attenuated landscape of media than ours, and their reward was that they could still believe, in good faith and without bombast, that art could morally influence the world. Today, the idea has largely been dismissed, as it must in a mass media society where art's principal social role is to be investment capital, or, in the simplest way, bullion. We still have political art, but we have no effective political art. An artist must be famous to be heard, but as he acquires fame, so his work accumulates 'value' and becomes, ipso-facto, harmless. As far as today's politics is concerned, most art aspires to the condition of Muzak. It provides the background hum for power.”