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Quote by Garth Stein

“Se suele decir que los pilotos son egoístas, ególatras. Yo mismo he dicho que son egoístas. Me equivoqué. Para ser campeón no debes tener ego alguno. No debes existir como entidad independiente. Debes entregarte a la carrera. No serías nada sin tu equipo, tu coche, tu calzado, tus neumáticos. No hay que confundir confianza y conciencia de uno mismo con egoísmo.”

Quote by Garth Stein

Work

Racing in the Rain: My Life as a Dog

The story unfolds through the eyes of Enzo, a golden retriever living with Denny Swift, a professional race car driver in Seattle. Enzo observes his owner's life with philosophical curiosity, drawing parallels between racing techniques and navigating life's challenges. The narrative follows Denny's marriage to Eve, the birth of their daughter Zoe, and subsequent family hardships including illness and legal disputes. Enzo witnesses courtroom battles over custody, financial struggles, and personal loss while maintaining unwavering loyalty to his human companion. The dog's internal monologue reflects on concepts of destiny, reincarnation, and the qualities that define humanity, using racing metaphors throughout. The novel explores themes of perseverance, unconditional love, and the bonds between humans and animals, structured around Enzo's conviction that a dog who prepares properly can return in his next life as a person. more

Author

Garth Stein
Garth Stein

Garth Stein is an American author known for his unique literary style and profound themes, often exploring issues such as human-animal relationships, animal rights, and environmental protection. Born on December 6, 1964, Stein transitioned from a career in advertising to writing, achieving widespread acclaim with his first novel, 'The Memoirs of a Geisha'. more

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“Amar é, sempre, ser vulnerável. Para que nunca se sofra com isso, aconselha-se não se amar algo, ou mesmo, alguém. Se sugere proteger a si mesmo nos próprios hobbies, mimos e zelos, evitar qualquer envolvimento com as pessoas, guardar o coração na segurança do caixão do próprio ego. Dessa forma, nessa tumba segura e tenaz, sem movimento ou ar, o seu coração provavelmente mudará para melhor. Sim, sim, ele não se partirá, antes se tornará indestrutível, impenetrável, invencível ou inalienável!: ele nunca precisará de algum perdão. Mas essa comprável alternativa sistemática de proteção de tragédias, é preciso que se diga, é condenatória. Isso, porque o único lugar que existe além do céu, onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os acidentes e perturbações do amor, é o inferno”

“O mais corrente neste mundo, nestes tempos em que às cegas vamos tropeçando, é esbarrarmos, ao virar a esquina mais próxima, com homens e mulheres na maturidade da existência e da prosperidade, que, tendo sido aos dezoito anos, não só as risonhas primaveras do estilo, mas também, e talvez sobretudo, briosos revolucionários decididos a arrasar o sistema dos pais e pôr no seu lugar o paraíso, enfim, da fraternidade, se encontram agora, com firmeza pelo menos igual, repoltreados em convicções e práticas que, depois de haverem passado, para aquecer e flexibilizar os músculos, por qualquer das muitas versões do conservadorismo moderado, acabaram por desembocar no mais desbocado e reaccionário egoísmo.”