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Quote by Cesare Beccaria

“Una consecuencia extraña que necesariamente se deriva del uso de la tortura, es, que el inocente se hace de peor condición que el reo; puesto que aplicados ambos al tormento, el primero tiene todas las combinaciones contrarias; porque, o confiesa el delito, y es condenado, o lo niega, y declarado inocente ha sufrido una pena que no debía; pero el reo tiene un caso favorable para sí; este es, cuando resistiendo a la tortura con firmeza, debe ser absuelto como inocente; pues así ha cambiado una pena mayor por una menor. Luego el inocente debe perder, y el culpable puede ganar.”

Quote by Cesare Beccaria

Work

An Essay on Crimes and Punishments

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Author

Cesare Beccaria
Cesare Beccaria

Cesare Beccaria was an Italian philosopher, economist, and lawyer, known for his influential work in criminal justice and his advocacy for the separation of powers. He is best remembered for his book 'On Crimes and Punishments', which argued for the application of reason in criminal law and the abolition of torture and capital punishment. more

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“Você será enviado a uma instalação dos Estados Unidos, onde vai ficar durante o resto de sua vida”, ele ameaçou. “Você nunca mais verá sua família. Sua família vai ser fodida por outro homem. Nas prisões americanas, terroristas como você são estuprados por muitos homens ao mesmo tempo. Os guardas em meu país fazem seu serviço muito bem, mas ser estuprado é uma coisa inevitável. Mas se você me disser a verdade, você será libertado imediatamente.” Eu tinha idade suficiente para saber que ele era um sórdido mentiroso e um homem sem honra, mas ele estava no comando, e assim eu tinha de ficar ouvindo suas besteiras continuamente. Eu só queria que as agências começassem a empregar pessoas mais espertas. Será que ele achava de verdade que alguém acreditaria em suas bobagens? Teria de ser muito estúpido: será que ele era estúpido ou pensava que eu era estúpido? Eu o teria respeitado mais se me dissesse: “Olhe, se você não disser o que eu quero ouvir, eu vou torturar você”

“Posso dizer também que os detentos tinham chegado ao limite da dor. Eu só ouvia gemidos. Perto de mim tinha um afegão que estava chorando muito alto e pedindo ajuda ■■■■■■■■■■ ■■■■■■■■■■■■■■■■■■ . Estava falando em árabe: “Senhor, como pôde fazer isso comigo? Por favor, aliviem minha dor, cavalheiros!”. Mas ninguém se deu sequer ao trabalho de examiná-lo. O sujeito estava mal já em Bagram. Eu o tinha visto na cela ao lado da nossa; ele vomitava o tempo todo. Senti tanta pena dele. Ao mesmo tempo, eu ria. Dá para acreditar nisso, eu ria estupidamente! Não dele; eu ria da situação. Primeiro, ele se dirigiu a eles em árabe, que nenhum guarda entendia. Depois, ele os chamou de cavalheiros, o que eles certamente não eram.”

“Passei a ter alucinações e a ouvir vozes claras como cristal. Ouvi minha família numa conversa informal da qual eu não conseguia participar. Ouvi a leitura do Corão numa voz celestial. Ouvi música de meu país. Mais tarde, os carcereiros usaram essas alucinações e começaram a falar com vozes de chacota através do encanamento, incentivando-me a agredir os carcereiros e armar um plano de fuga. Mas não me enganaram, mesmo quando eu fazia o jogo deles. “Ouvimos alguém — talvez um gênio!”, diziam eles. “Sim, mas eu não estou ouvindo”, eu respondia. Só sabia que estava à beira de perder o juízo. Comecei a falar sozinho. Por mais que tentasse me convencer de que não estava na Mauritânia, de que não estava próximo de minha família e portanto não poderia ouvi-la conversando, eu continuava ouvindo vozes permanentemente, dia e noite. Assistência psicológica estava fora de questão, como também assistência médica de verdade, além do imbecil que eu não queria nem ver.”

“A maior parte dos interrogadores voltava de mãos vazias dia após dia. “Nenhuma informação obtida da fonte”, era o que os interrogadores informavam todas as semanas. E exatamente como ■■■■■■■■■■■■■■ tinha dito, o ■■■■■■■■■■ estava desesperado para fazer os detentos falar. Assim, ■■■■■■■ montou um mini■■■■■■■■■ dentro da organização maior. Essa força-tarefa, que englobava gente do Exército, da Marinha, dos Fuzileiros Navais e civis, tinha como missão arrancar informações dos detentos. A operação foi cercada de máximo sigilo. ■■■■■■■■■■ era um personagem de destaque nesse subgrupo ■■■■■■ . Embora ■■■■■■■ fosse uma pessoa inteligente, davam a ele o serviço mais sujo da ilha e, por meio de uma espantosa lavagem cerebral, o levavam a crer que estava fazendo a coisa certa. ■■■■■■ estava sempre envolto num uniforme que o cobria da cabeça aos pés, porque ■■■■■■■■■ tinha consciência de que ele estava cometendo crimes de guerra contra detentos indefesos. ■■■■■■■■■■■■ era A Coruja da Noite, O Adorador do Diabo, O Homem da Música Alta, o Cara da Antirreligião, o interrogador por excelência. Cada um desses apelidos se justificava. ■■■■■■ tinha por hábito “entreter” os detentos que não estavam autorizados a dormir. Privou-me de sono durante cerca de dois meses, ao longo dos quais tentou subjugar minha resistência mental, sem sucesso. Para me manter acordado, ele resfriava ao máximo a temperatura de onde eu me achava, me obrigava a escrever todo tipo de coisa sobre minha vida, me dava água sem parar e às vezes me fazia ficar a noite inteira de pé. Um dia, me deixou pelado com ajuda de um carcereiro ■■■■■■■■■ para me humilhar. Outra noite, me pôs numa sala gelada cheia de fotos propagandísticas dos Estados Unidos, inclusive uma foto de George W. Bush, e me fez ouvir mil vezes o hino nacional americano. ■■■■■■ cuidava de diversos detentos ao mesmo tempo. Eu ouvia muitas portas batendo, música alta e detentos indo e vindo, o barulho das pesadas correntes denunciando sua presença. ■■■■■ punha os detentos numa sala escura com imagens que supostamente representavam demônios. Fazia os detentos ouvir música de ódio e fúria, e a música “Let the Bodies hit the Floor” mil vezes, a noite inteira, na sala escura. Ele era muito explícito sobre seu ódio ao islã, e proibia terminantemente qualquer prática islâmica, inclusive as orações e a recitação do Corão.”

“Only complete spiritual beings can accomplish a return to The Source. Therefore, many spiritual beings would rather avoid incarnations on biological planets, by Gardener.”

“The fully actualized human being is a person who maximizes his or her potential. This activation process attempts to move consciousness from one reality to another, including the incorporation of being aware of multiple realities existing simultaneously. The objective of the actualized integral human being is to unite with the One, the Source, to achieve unity (from the Greek henosis) and to perfect oneself.”

“The realization that every act, every word, every thought of ours not only influences our environment but for some mysterious reason forms an integral and important part of the Universe, fits into it as if by necessity so to say, in the very moment we do, or say, or think it – is an overwhelming and even shattering experience. The tremendous responsibility of it is terrifying. If all of us only knew that the smallest act of ours, or a tiny thought, has such far-reaching effects as to set in motion forces which perhaps could shatter a galaxy…If we know it deeply and absolutely, if this realization becomes engraved permanently on our hearts, on our minds, how careful we would act and speak and think. How precious life would become in its integral oneness.”

“A Super-Integral Spirituality has all the features of an Integral Spirituality, plus, among other things, an inherent conjunction of each stage with a given state, giving all of its stages a transpersonal or spiritual flavor (at least the possibility of either gross nature mysticism, subtle deity mysticism, causal formless mysticism, or nondual Unity mysticism). These mystical states are, of course, available to virtually all the lower 1st- and 2nd-tier stages, although there are likely some significant differences in 3rd tier, given its inherent conjunction of structures and states.”