“¿Como es posible que uno odie tan terriblemente a Hitler y luego, al mirar a su alrededor, sea tan injusto con personas de nuestra propia Patria?”
“Lo habían hecho en ocasiones anteriores, lo han hecho esta noche y lo harán de nuevo, y cuando lo hacen... parece que sólo lloran los niños”
Source: Matar a un ruiseñor
“O racismo sempre existiu, Bolsonaro deu a eles o poder de justificar, a normalização. Até pouco tempo, se dizia na cara do preto: preto safado. Agora, negam o racismo. É somente uma forma mais sofisticada de dizer: preto safado.”
Source: Ciência para não cientistas: como ser mais racional em um mundo cada vez mais irracional, vol. 1 (Bolsonarismo) (Inteligência Artificial, Democracia, e Pensamento Crítico)
“O racismo sempre existiu, Bolsonaro deu a eles o poder de justificar, a normalização. Até pouco tempo, se dizia na cara do preto: preto safado. Agora, negam o racismo. É somente uma forma mais sofisticada de dizer: preto safado. Negar o racismo é somente uma forma nova de dizer que ele deveria trabalhar, como o branco honesto, cidadão de bem, para conseguir o que quer. Racismo é somente uma forma da esquerda roubar o branco trabalhador, do preto safado não trabalhar para conseguir o que quer.”
Source: Ciência para não cientistas: como ser mais racional em um mundo cada vez mais irracional, vol. 1 (Bolsonarismo) (Inteligência Artificial, Democracia, e Pensamento Crítico)
“Gostaríamos de pensar que as nossas relações são, por princípio, marcadas por benevolência e que, na falta de qualquer informação, à partida gostamos do Outro. No entanto, poderá não ser bem assim e ficamos por vezes chocados quando confrontados com algo que afinal parece surgir tão naturalmente que não o controlamos.”
Source: Preconceito e Discriminação em Portugal
“a nossa forma de pensar tem uma fortíssima tendência para o nós vs. eles”
Source: Preconceito e Discriminação em Portugal
“Existe un mito muy peligroso de que Hitler fue alimentado únicamente por el racismo. Su deseo de diseñar la sociedad era omnipresente. El racismo por sí solo no puede explicar lo que sucedió en el Holocausto sin abordar también las políticas estatistas de Hitler.”
Source: Thoughts in the Ether: Pensamientos en el Éter
“Los progresistas estadounidenses no pueden o no quieren dar el salto intelectual de que la "ciencia" en el "racismo científico" no se originó con las personas a las que de otra manera acusan de ni siquiera creer en la "ciencia" en primer lugar.”
Source: Thoughts in the Ether: Pensamientos en el Éter
“There was a reason things turned out the way they did. Dolly would have to understand that sometimes life threw you a curveball. Even the best batters struck out.”
“O negro, no entanto, é aquele que traz a marca do “corpo negro”, que expressa, escatologicamente, o repertório do execrável que a cultura afasta pela negativização. Vítima das representações sociais que investem sua aparência daqueles sentidos que são socialmente recusados, o negro se vê condenado a carregar na própria aparência a marca da inferioridade social. Para o indivíduo negro, o processo de se ver em um “nós” em relação às tipificações sociais inscritas no extremo da desejabilidade esbarra nessa marca – o corpo – que lhe interdita tal processo de identificação; ao mesmo tempo, a cultura incita-o a aderir aos signos da desejabilidade, pela injunção, própria das estruturas da cultura, que resulta do fato de que os signos desse sistema são introjetados pelos indivíduos no processo de socialização, como diz Rodrigues.
Dessa forma, a cultura, que construiu a categoria “negro” enquanto um signo, produz, para o indivíduo negro, uma posição de ambivalência: oferece-lhe um paradigma – o da brancura – como lugar de identificação social; no entanto, por representar justamente o outro da brancura, tal identificação é, ipso facto, interditada, pois a distância entre os extremos na rede de tipificações, como se viu em Rodrigues, deve ser mantida.
Preso às malhas da cultura, o negro trava uma luta infinda na tentativa de se configurar como indivíduo no reconhecimento de um “nós”. Seu corpo negro, socialmente concebido como representando o que corresponde ao excesso, ao que é outro, ao que extravasa, significa, para o negro, a marca que, a priori, o exclui dos atributos morais e intelectuais associados ao outro do negro, ao branco: o negro vive cotidianamente a experiência de que sua aparência põe em risco sua imagem de integridade.
Se a cultura lhe atribuiu uma natureza que é da ordem do inaceitável, esses sentidos são introjetados pelo negro e vão, necessariamente, produzir configurações psíquicas particulares. Nesse processo em que a cultura o captura, o negro recusa sua própria imagem e permanece cativo do fantasma da inferioridade, de que seu corpo é, socialmente, a marca.”
Source: A cor do inconsciente: Significações do corpo negro