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Quote by Christopher Hitchens

Work

Hitch 22: A Memoir

Hitch 22 is a personal narrative by Christopher Hitchens, detailing his life from his childhood in England to his adult years. The book delves into his intellectual development, political beliefs, and his extensive travels. Hitchens discusses his upbringing, education, and his journey into journalism and politics. The memoir also covers his personal relationships and his reflections on the major events of his time, including the Cold War and the September 11 attacks. more

Author

Christopher Hitchens
Christopher Hitchens

Christopher Hitchens was an English-American author, journalist, and social critic. He was known for his sharp wit and controversial views, particularly on religion and politics. Hitchens was a prominent figure in the public discourse of the late 20th and early 21st centuries. more

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“After such knowledge, what forgiveness? Think now History has many cunning passages, contrived corridors And issues, deceives with whispering ambitions, Guides us by vanities. Think now She gives when our attention is distracted And what she gives, gives with such supple confusions That the giving famishes the craving. Gives too late What’s not believed in, or is still believed, In memory only, reconsidered passion. Gives too soon Into weak hands, what’s thought can be dispensed with Till the refusal propagates a fear. Think Neither fear nor courage saves us. Unnatural vices Are fathered by our heroism. Virtues Are forced upon us by our impudent crimes. These tears are shaken from the wrath-bearing tree.”

“Both fascism and communism [in the 20th Century] were responses to globalization: to the real and perceived inequalities it created, and apparent helplessness of the democracies in addressing them. Fascists rejected reason in the name of will, denying objective truth in favor of a glorious myth articulated by leaders who claimed to give voice to the people. They put a face on on globalization, arguing that its complex challenges were the result of a conspiracy against the nation.”

“Olavismo. 1. Estilo de pensamento filosófico muito peculiar, que substitui o argumento pelo xingamento e o conceito pelo palavrão. 2. Fruto da expansão dos meios tecnológicos de informação, que, utilizando selfies e vídeos autoproduzidos, deixam aparecer na rede pessoas como se fossem “professores” e “intelectuais”, posando nas telas ao terem no fundo estantes decoradas com livros mal lidos e mal compreendidos. 3. Nome de uma corrente de fake-pensamento. "4. Expressão oriunda da composição de “Olá” e “revanchismo”, combinando alguém que chega de repente para dar a ideia aos governantes sem ideias de en-direitar o país com rifles e rifas e quem se sentiu a vida toda complexado por nunca ter conseguido entender o que é uma ideia e muito menos uma filosofia. 5. Nome da corrente ideológica que seduz, encanta e lidera o bando de ressentidos do país. 6. Uma forma bem específica de saudosismo: saudades da era medieval, saudades da teocracia, saudades de D. Pedro, saudades dos bons costumes. 7. Modo borrágico de expressar opiniões que procuram, em tese, chocar o senso comum, mas que nada mais fazem além de corroborar o pior dos sensos (o qual, infelizmente, muitas vezes é comum e quase sempre predominou ao longo da história). 8. Movimento de desespero final de quem quer encontrar uma identidade para chamar de sua e um líder para chamar de seu. 9. Espécie de fanatismo religioso que cultua o ódio e a intolerância travestidos de intelectualismo. 10. Seita seguida por pessoas particularmente vulneráveis a uma retórica violenta e macabra, mas perigosamente sedutora. 11. Doutrina do ter-razão-em-tudo quando não se tem razão em nada. Atribuindo a base dessa doutrina do ter-razão-em-tudo ao filósofo alemão Arthur Schopenhauer, é fácil constatar como olavistas não possuem o menor conhecimento nem de alemão e nem de filosofia, tendo (mal) entendido o próprio nome de Schopenhauer como “chope raro”, que, bebido, gera mal-entendidos dos princípios básicos da erística e da dialética. Com bases em erros fundamentais, o olavismo derivado desse “chope raro” (confundido com Schopenhauer) desenvolveu uma errística dislética, que se vale de argumentos nefastos (do latim nefas que significa ilícito) para destruir as questões mais lícitas do pensamento, da sociedade e da cultura. 11. Tradução google para o português bolsonarista da tradução google para o inglês trumpista da tradução google russa do resumo dos clássicos da extrema direita europeia, assinada por Dugin, ideólogo de Putin.”