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Quote by Richard Dawkins

“We are uneasily aware that a similar catastrophe[, that of an immense meteorite or comet hitting the earth and causing massive global extinction,] could hit us at any moment... [T]he odds that it will happen in some unfortunate individual's lifetime are near certainty... And the unfortunate individuals concerned will probably not be human, for statistical likelihood is that we shall be extinct before that anyway.”

Quote by Richard Dawkins

Work

The Ancestor's Tale: A Pilgrimage to the Dawn of Evolution

This book is a comprehensive look at the evolutionary path of life on Earth, tracing the connections between humans and other species. The author combines scientific research with personal anecdotes to create a narrative that delves into the intricate details of the evolutionary process. more

Author

Richard Dawkins
Richard Dawkins

Richard Dawkins is a British ethologist, writer, and thinker, known for his contributions to evolutionary theory, particularly in the field of modern synthesis. He is widely recognized for his best-selling book 'The Selfish Gene', which explains the central role of genes in biological evolution. Dawkins has made significant impacts in the field of science communication and has sparked widespread discussions about human behavior and morality. more

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“Robert Neville pousou o o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final raste- java por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Robert Neville pousou o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final raste- java por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Robert Neville pousou o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final rastejava por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Sendo superfície refletora da sociedade, a figura mítica do vampiro passa também a espelhar a construção das identidades contemporâneas no que estas se apresentam mais fluidas e interessadas em favorecer aditivas (um constante “sou isso ‘e’ isso”) em detrimento de alternativas (um binário “sou isso ‘ou’ isso”), assim como em verificar as coincidências de opostos ao invés de meramente polarizá-los. No que o vampiro finalmente sai das sombras para bradar sua natureza a plenos pulmões, assumindo o protagonismo de sua narrativa e passando a valorar-se por sistemas que não mais o confinam nos lugares fixos que previamente ocupara, ele continua abrindo caminhos para novas (re)interpretações, mantendo-se intrigante, relevante e revelador no que nos convida a partilhar de suas experiências arrebatadoras à sombra do mal.”

“Uma visão de mundo calcada em meras polarizações binárias frequentemente pavimenta o caminho para perspectivas que simplesmente não abarcam realidades outras, tornando-se perigosamente conflituosas: a oposição entre o “Eu” e o “Outro” pode facilmente desdobrar-se em valorações como “civilizado” e “bárbaro”, “local” e “estrangeiro”, “virtuoso” e “monstruoso”, “bom” e “mau” - desdobramentos esses que atravessam a figura do vampiro. É necessário continuamente fomentar a discussão sobre a leviandade da aplicação desse tipo de oposição rigidamente binária para valorar e/ou definir indivíduos ou grupos. Enquanto falharmos em considerar que entre um ponto qualquer e outro há um continuum permeado por significativas variantes geográficas, temporais, socioculturais, políticas, religiosas e morais, que se aproximam, atraem-se e entrelaçam-se de diversas maneiras, estaremos em desserviço para com a complexidade da natureza humana.”

“Quammem afirma que vírus transmitidos pelo sangue precisam, em geral, de um vetor - frequentemente um inseto hematófago; aqui, uma capillaria — que deve “chegar em busca de uma refeição”: fica estabelecida uma intencionalidade. Tal como o inseto, o próprio verme é atraído pelo sangue humano, ampliando assim as condições possíveis de transmissão da síndrome vampiresca. Os resultados desse quadro de alta transmissibilidade e infectividade são imediatos, logo começando a ser sentidos sob a superfície da cidade.”

“Nas artes, afinal, o vampirismo é como que endêmico — os surtos que retratam aparecem e então se tornam latentes por tempo indeterminado; quando os esquecemos ou julgamos tê-los superado, eis que reaparecem, seus monstros-vampiros funcionando como personificações de uma nova “variante” bem preparada para desarmar as defesas que construímos.”