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Quote by George Zafiris

“The only golden thing after the nature’s ratio will be our everlasting decaying spiral towards our finite extinction.”

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George Zafiris

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“Robert Neville pousou o o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final raste- java por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Robert Neville pousou o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final raste- java por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Robert Neville pousou o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final rastejava por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Sendo superfície refletora da sociedade, a figura mítica do vampiro passa também a espelhar a construção das identidades contemporâneas no que estas se apresentam mais fluidas e interessadas em favorecer aditivas (um constante “sou isso ‘e’ isso”) em detrimento de alternativas (um binário “sou isso ‘ou’ isso”), assim como em verificar as coincidências de opostos ao invés de meramente polarizá-los. No que o vampiro finalmente sai das sombras para bradar sua natureza a plenos pulmões, assumindo o protagonismo de sua narrativa e passando a valorar-se por sistemas que não mais o confinam nos lugares fixos que previamente ocupara, ele continua abrindo caminhos para novas (re)interpretações, mantendo-se intrigante, relevante e revelador no que nos convida a partilhar de suas experiências arrebatadoras à sombra do mal.”

“Uma visão de mundo calcada em meras polarizações binárias frequentemente pavimenta o caminho para perspectivas que simplesmente não abarcam realidades outras, tornando-se perigosamente conflituosas: a oposição entre o “Eu” e o “Outro” pode facilmente desdobrar-se em valorações como “civilizado” e “bárbaro”, “local” e “estrangeiro”, “virtuoso” e “monstruoso”, “bom” e “mau” - desdobramentos esses que atravessam a figura do vampiro. É necessário continuamente fomentar a discussão sobre a leviandade da aplicação desse tipo de oposição rigidamente binária para valorar e/ou definir indivíduos ou grupos. Enquanto falharmos em considerar que entre um ponto qualquer e outro há um continuum permeado por significativas variantes geográficas, temporais, socioculturais, políticas, religiosas e morais, que se aproximam, atraem-se e entrelaçam-se de diversas maneiras, estaremos em desserviço para com a complexidade da natureza humana.”

“Quammem afirma que vírus transmitidos pelo sangue precisam, em geral, de um vetor - frequentemente um inseto hematófago; aqui, uma capillaria — que deve “chegar em busca de uma refeição”: fica estabelecida uma intencionalidade. Tal como o inseto, o próprio verme é atraído pelo sangue humano, ampliando assim as condições possíveis de transmissão da síndrome vampiresca. Os resultados desse quadro de alta transmissibilidade e infectividade são imediatos, logo começando a ser sentidos sob a superfície da cidade.”

“Nas artes, afinal, o vampirismo é como que endêmico — os surtos que retratam aparecem e então se tornam latentes por tempo indeterminado; quando os esquecemos ou julgamos tê-los superado, eis que reaparecem, seus monstros-vampiros funcionando como personificações de uma nova “variante” bem preparada para desarmar as defesas que construímos.”

“Antes de abandonarse por completo, Mark se dio cuenta de que estaba pensando, y no por primera vez, lo extraño que eran los adultos. Tomaban laxantes, alcohol o píldoras para dormir, para ahuyentar sus terrores y conseguir conciliar el sueño, y sus temores eran tan mansos, tan domésticos: el trabajo, el dinero, lo que pensará la maestra si Jennie no va a la escuela mejor vestida, si me amará mi mujer, quiénes serán mis amigos. Pálidos miedos comparados con los que experimentan todos los niños en la oscuridad de sus lechos, sin poder confesárselos a nadie en la esperanza de ser comprendido, a no ser a otro niño. No hay terapia de grupo ni psiquiatría ni servicios sociales de la comunidad para el niño que debe hacer frente a eso que todas las noches está en el sótano o debajo de la cama, a eso que acecha, se mueve y amenaza detrás del punto donde la visión se acaba. Y noche tras noche hay que librar la misma batalla solitaria, y la única cura es que al final las facultades imaginativas terminan por anquilosarse, y a eso se le llama ser adulto.”