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Quote by Elizabeth von Arnim

“...the place I was bound for on my latest pilgrimage was filled with living, first-hand memories of all the enchanted years that lie between two and eighteen. How enchanted those years are is made more and more clear to me the older I grow. There has been nothing in the least like them since; and though I have forgotten most of what happened six months ago, every incident, almost every day of those wonderful long years is perfectly distinct in my memory.”

Quote by Elizabeth von Arnim

Work

Elizabeth and Her German Garden

This book offers a unique perspective on the personal garden of Queen Elizabeth II, located in Germany. It provides insights into her gardening habits, the history of the garden, and the beauty of the landscape. The narrative is a blend of personal anecdotes and observations, offering readers a glimpse into the private life of the queen. more

Author

Elizabeth von Arnim
Elizabeth von Arnim

Elizabeth von Arnim, born on August 31, 1866, and died on February 9, 1941, was a prominent German novelist of the late 19th and early 20th centuries. Known for her unique female perspective and delicate emotional descriptions, she left a lasting impact on German literature. more

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“Ficámos de novo sem assunto. Olhei à minha volta. O branco é triste como o negro, nunca antes o tinha sentido. (...) Não lhe acariciei a mão, nem lhe pus a minha sobre a testa, num gesto de consolação. Não fiz nada disso. E devia-o ter feito. Mas que a tristeza me dominou, que apeteceu chorar, por ver o meu pai tão doente, isso era verdade. Ele tê-lo-ia compreendido? Decerto é ilusão julgarmos que outras pessoas podem compartilhar dos nossos sentimentos através de simples palavras. Se eu dissesse que vejo na memória um homem encolhido na cadeira, metido num fato largo demais como se não pertencesse, com as mãos amarelo torcidas sobre o ventre e o olhar fixo no chão, alguém o verá como eu o vi?”

“A minha mãe escondia os sentimentos; talvez soubesse amar, não sei, mas não sabia nem dizê-lo nem mostrá-lo. Uma noite, eu fingia dormir, entrou sem fazer ruído. Acendeu a luz da mesinha de cabeceira e contemplou-me uns momentos. Teria gostado de abrir os olhos, deitar-lhe os braços ao pescoço, mas o amor é dar e receber, isso adivinhava sem que ninguém mo tivesse ensinado.”

“As árvores nas margens, cobertas de neve, as raparigas de boina de lã e de mãos medidas no regalo, a música que de tão fogosa aquecia o ambiente, tudo isso pertence aos momentos bué construíram a mesma minha vida, pois que mais é uma vida do que o reportório de momentos? É injusta a Natureza, que priva parte das crianças de um mundo de Inverno branco, de rios gelados em que se dança, para o substituir por chuvas monótonas, por humidade que, agressiva e hostil, nos penetra no corpo. (...) Apetecia-me chorar, não por causa da dor que passou depressa, mas por me sentir o invadida por uma tristeza singular. Era como se alguma coisa de muito belo tivesse desaparecido da minha existência ou como se alguém querido se tivesse despedido para sempre.”