“Eu não sou de ninguém!... Quem me quiser Há-de ser luz do Sol em tardes quentes; Nos olhos de água clara há-de trazer As fúlgidas pupilas dos videntes! Há-de ser seiva no botão repleto, Voz no murmúrio do pequeno insecto, Vento que enfurna as velas sobre os mastros!... Há-de ser Outro e Outro num momento! Força viva, brutal, em movimento, Astro arrastando catadupas de astros!” SolidãoNaturezaIndependência Book:Reliquiae Source: Reliquiae