“I Oh, Ditosa Pátria minha amada, Que outrora tão grã foste temida… Lutando pl´a fé e pl´a espada, Teus filhos por ti deram a vida. Quantos sonhos nasceram do nada, Quanta grandeza e glória já havida, Desde o Condado a Luiz Vaz e sua amada, Esse herói, cuja fama imortal é sabida.” Poesia PortuguesaEstilo CamonianoPoesia IneditaOitava Rima Book:Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“III Recordando no dealbar desta aurora Aquele que outrora nos legou, A mais bela, grandiosa, imortal obra, Que, de nossos avós, até nós chegou. Tal como ele, quero eu agora… Cantar, desde onde já ele chegou: vitórias, desastres, fama, por aí fora… Tudo o que até agora não se cantou!...” Poesia PortuguesaPoesia CamonianaPoesia InéditaEstilo Camoniano Book:Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“IV Não vou recordar o Olimpo grandioso, Nem seus deuses por ele já invocados; Não pretendo esqueçam quão maravilhoso nos foi, por ele, outrora cantado… Tão-somente, e sem ser pretensioso, … quero acordar do sonho inacabado, Despertar minha Pátria do ocioso, Deixar algo mais de quanto me foi dado.” Poesia PortuguesaPoesia CamonianaPoesia InéditaEstilo Camoniano Book:Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada