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Poesia Portuguesa Quotes

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Poesia Portuguesa Quotes

“a poesia não nos salva da morte mas faz o luto connosco" "todas as conversas por mais rebuscadas são rios que vão desaguar em ti volta e meia os arbustos tremem e o cheiro que aparece é teu" "e se foi o acaso de nos fintarmos a vida inteira pelos mesmos sítios sem nos cruzarmos ou talvez o acaso de nos cruzarmos pelas mesmas ruas sem notar" "podes vir podemos falar sobre tudo podemos falar do cheiro dos livros em segunda mão cheiram aos avós de quem? cheiram aos avós de alguém apesar de não serem os nossos mas não tivemos todos os mesmos avós? não importa" "o inverno todo à espera do verão o frio sempre à mingua do calor não perguntar com medo do não nem sequer dar com medo da dor a inspiração a sorte as certezas tal como tantos outros ventos são vagas que devemos respeitar as estações são no seu tempo não as podemos apressar”

“a poesia não nos salva morte mas o luto connosco" "todas as conversas por mais rebuscadas são rios que vão desaguar em ti volta e meia os arbustos tremem e o cheiro que aparece é teu" "e se foi o acaso de nos fintarmos a vida inteira pelos mesmos sítios sem nos cruzarmos ou talvez o acaso de nos cruzarmos pelas mesmas ruas sem notar" "podes vir podemos falar sobre tudo podemos falar do cheiro dos livros em segunda mão cheiram aos avós de quem? cheiram aos avós de alguém apesar de não serem os nossos mas não tivemos todos os mesmos avós? não importa" "o inverno todo à espera do verão o frio sempre à mingua do calor não perguntar com medo do não nem sequer dar com medo da dor a inspiração a sorte as certezas tal como tantos outros ventos são vagas que devemos respeitar as estações são no seu tempo não as podemos apressar”

“a poesia não nos salva morte mas faz o luto connosco" "todas as conversas por mais rebuscadas são rios que vão desaguar em ti volta e meia os arbustos tremem e o cheiro que aparece é teu" "e se foi o acaso de nos fintarmos a vida inteira pelos mesmos sítios sem nos cruzarmos ou talvez o acaso de nos cruzarmos pelas mesmas ruas sem notar" "podes vir podemos falar sobre tudo podemos falar do cheiro dos livros em segunda mão cheiram aos avós de quem? cheiram aos avós de alguém apesar de não serem os nossos mas não tivemos todos os mesmos avós? não importa" "o inverno todo à espera do verão o frio sempre à mingua do calor não perguntar com medo do não nem sequer dar com medo da dor a inspiração a sorte as certezas tal como tantos outros ventos são vagas que devemos respeitar as estações são no seu tempo não as podemos apressar”

“CXXXI Um plano idealizado há tantos anos Que tantos heróis fizera imortalizar Que causara tantas perdas e tantos danos, Tantas lágrimas, tanto sangue sobre o mar! Apunhalavam-se pl´as costas os africanos Como os de há pouco se hão-de recordar… Ah!, velha aliança, a quanto obrigas suportar Desde o vexame ao nosso orgulho afundar.”

“CXXXIII Cresce a República cada vez mais, Vê o povo entre as brumas da memória, Que seu esplendor não abalaria jamais,… Porque havia uma razão, uma história, Éramos uma raça de gentes imortais, Que não conhecia o medo, só a Glória!, Era necessário que sentíssemos todos nós A voz dos nossos egrégios avós!”

“Princesa de Asturias Castela já não mais está, nem Leão, e me como maravilho com impérios a mui cristã Andaluzia aos martírios, a mui árabe Granada do sultão. Contra Aragão não pôde, Boabdil nem eleito povo, mais fosse ardil nem podiam os mouros Taifás mui santo foi Gregório já atrás. Tão forte Almóravides austral sumiu, tão bela donzela surgiu a castelhana a quem me apraz Asturias mílvio[ ]lábaro; a quem Afonso deixou sem pio. Santiago irmão do amado, foi achado foi a moça conquistada em Covadonga, foi meu amor, ó Munuza, em data longa. Ao longo do Douro vale, foi o Nunes, pelos celtas mui pagãos passou, pelos campos d’Ourique, foi Henriques.”

“CXLXIX E não fora a retaguarda traiçoeira Que tanto cuidado nos merecera Saída de fútil inveja, mas verdadeira Qual castigo, Prometeu de Zeus sofrera, Teríamos visto nossos bravos, a sua bandeira Iluminar o dia que a guerra escurecera… Recordariam nossos filhos sua memória Por nos deixarem tão bela e eterna glória!”