Browse 167 quotes about Poesia Portuguesa.
“LX
Castigando com injuz o pensamento
Fero açoute a alma e o corpo tortura,
Com desprezo e vil contentamento
Até mesmo para lá da sepultura…
Amaldiçoando cada um seu sofrimento
Aquela época de vida negra e dura
Só a lembrança de monstro tão forte
Lhes trazia ao rosto a agonia da morte.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXI
Muitos foram os que se exilaram
Fugindo ao horror da morte latente
Mas de toda a parte a nós chegaram
As mudanças, que com força vigente,
Estrangeirados, de seu nome, enviaram…
Para que fosse mudado o mal presente
Morre o rei, sem curar tão feroz mal
Logo desperta um novo valor real!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXII
Após o livro de Luís António Verney,
“ O verdadeiro método de estudar ”,
Se tornar famoso em toda a grei,
E o novo rei no trono se fixar…,
Escolheu mui sabiamente o rei
Um diplomata para governar,
Valor ímpar, na sua época sem igual,
Conhecido ficou Marquês de Pombal!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIII
Com sua astúcia, seu saber…
Centímano medonho, vitorioso…
Ao rei capta o promontório do poder,
Pelouro da cobiça tão perigoso…
A Talano da glória e do sofrer
Por seus métodos tão tenebroso
A golpes rudes como trovões
Foi vencendo tormentas e traições.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIV
Nos primeiros anos deste reinado
Das entranhas da terra sobreveio
Espectáculo ainda hoje lembrado
Porque foi grandioso no nosso meio
E jamais algum igual recordado,
Nem tão pouco invocado de permeio,
Grande destruição e morte deixou…
Que somente fogo, ruína nos ficou!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXV
Era assim naquela manhã ardente
Que a bela Olissipo se apresentava!
Por toda a parte se notava gente
Que p´las lágrimas, temor derramava!
Do seu ventre, o Inferno presente…
Qual horrenda força manifestava!...
O apocalipse fora tão profundo…
A cidade parecia outro mundo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVI
Por entre as chamas da desgraça
Quem tantos amigos derrotara
Olhava pasmado a ameaça…
Que novas e grandes dores deixara.
Desolação, tristeza, morte se abraça
Ante a sepultura que se alcançara.
Subiram ao Olimpo rolos de fumo
Dando o alarme com digno aprumo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVII
Aquela cidade tão maravilhosa,
Que ao mundo os seus dera outrora,
Grandes valores de arte luminosa…
Tornara-se de momento, agora,
Mundo de odores e trevas, duvidosa,
Onde a sinistra trombeta sonora…
Fazia ouvir seu clamor bem forte,
Qu´outro não era que festim da morte!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVIII
Chorava Liz, choravam os portugueses,
Inclinava-se o povo pela sua fé!
Nunca se pedira a Deus tantas vezes,
Que acalmasse tão dolorosa maré…
Por tão falsos e sangrentos revezes
Justiça se pedia de joelhos e de pé,
De espanto, gemia toda a gente…
Que de Cristo, por sua fé, era crente!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIX
Esfumando-se o pó levantado
No braseiro vivo, incandescente…
O fumo dos incêndios apagado
Eleva-se nas nuvens facilmente,
Por ele triunfante, é espalhado…
Com a incerteza…, livremente!
Por entre os prédios destruídos
É o caos entre o ferro e alaridos!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXX
Da derrocada…, ora sofrida,
Ao Marquês vem plano ousado,
Uma Lisboa cria nova vida,
O mundo, suspenso, espantado…!
Pl´a dificuldade é sabida…
A cidade com seu neotraçado
Mostrava ser o Marquês de Pombal
Qual novo símbolo de Portugal!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXI
Muitos não perfilhavam seus planos,
Inimigos… criou à sua volta,
Pois dos danos havidos, outros danos,
Julgaram motivo de revolta.
Lhes mostrou forte seus desenganos
Não deixou gesto seu ninguém à solta,
Quer se trate de nobres ou plebeus…
Ao saber que fossem inimigos seus!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXII
E porque tanto mando não bastasse,
Os Jesuítas expulsou do País!...
Castigo mandou que aplicasse,
Porque pensou estarem na raiz
Do atentado que ao rei vitimasse,
Tendo estes se mostrado por servis;
Da rica companhia de Jesus…
Com seus bens ao País deu nova Luz!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIII
Todo voltado à modernização…
Não admite nenhuma afronta
Mostrando ao mundo sua visão…,
O rei governa por sua conta,
Ao dar sempre grande aprovação,
Seja de pequena ou grande monta!
Ao rei tirar o vero soberano…
O mando caiu no vil tirano!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIV
O destino não dera filho igual!
As prisões ficaram atulhadas…
Oposição se punia como tal!
Reino com forças dissimuladas,
Deixa o Rei no cenário fatal,
Ameaças, vítimas tão choradas!
Jovem rainha lhe dá o desterro
À vila dá seu nome, seu erro!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXV
Finda que foi a ditadura…
Ao País sua liberalização,
Vê-se por toda a parte, na pintura,
Bem estar, límpida, fresca sensação…
Nesta bela, radiosa frescura
O século finda com uma situação
Ao pensamento não há memória,
Neste país…, tão gloriosa história…!”
“LXXVI
Com a balança comercial positiva
Quando por todo o Velho Continente
A Revolução Francesa incentiva
A um esforço popular e diligente…,
O poder da Velha Monarquia reaviva
Procurando uma aliança urgente!
Vive-se no país a total indecisão,
Porque o perigo atormenta a razão!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXVII
Enquanto a razão cega o interesse
Por entre afeições, glória e dor
De vergonha se fez que movesse
O que a Natureza nos deu com amor
Porque ainda que tal não merecesse
Se obrigava a justo e alto favor!
Efémero desejo de nosso coração,
Pois a velha não evita a invasão!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXVIII
Porque a velha impôs tão dura decisão
A Espanha pôs-se ao lado da França!
Na sombra era grande sua ambição,
Depositando nela total confiança
Para obter de Portugal a anexação,
E castigar assim a Casa de Bragança!
Logo surge o Bloqueio Continental
Atingindo o País como é natural…!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXVI
Portugal ganhava de novo fama…
A seus filhos a liberdade perdida,
Acendendo seus peitos a chama…
Que Camões, tão bem, dera vida!
- Não seria jamais a mesma…
Pois anos de prisão tão sentida,
Nem deuses do Olimpo fogoso,
Apagariam em povo tão orgulhoso!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XIX
Os sessenta anos de amargura
Recorda nossa pátria subjugada…
Cardeal não soube evitar ruptura,
A nobreza de valentia mui calada!
Do Alentejo grande bravura,
Seria de imediato neutralizada
Mas em mil seiscentos e quarenta
Outro valor mais alto se alevanta!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XX
Como outrora se alevantara,
Contra a fama e as vitórias
Que a musa antiga cantara!...
O gigante chama a si as memórias
Cujos feitos ao Mundo espantara,
Por suas longas tormentas e glórias!
Gigante que outro gigante vencera…
No tormentório em que tanto sofrera!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXI
Derramando durante tantos anos
O sangue, a alma; tanto sofreram…
Anos de traição e grandes danos
A que o Prior e outros se opuseram.
No fim, de Sebastião e seus planos…
Tudo morreu. Não mais se lembraram!
Era tal a mudança e a situação…
O ânimo volta a inflamar o coração!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXII
Uma nova dinastia se inicia…
P´la sucessão não ser cuidada.
Tantos valores, e razão se perdia,
Na mão da astúcia demonstrada!
O vento trazia a falsa acalmia…
Perante a ruína ora declarada!
O desastre… o Céu nos concedera
Porque nossa honra não conhecera!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXIII
Tanta, mas tanta, a fama que havia,
Até à Índia, Macau e Nagasaqui;
Esta última que outra fama teria…
De portugueses nasceria… ali…
A cidade que tanto sofreria…
Crueldade humana que jamais vi!
Não! Deuses não podem ter sonhado!
Decerto, aos Lusos não teriam guiado!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXIV
Se recordo tão dantesca visão…
Não faço por sua fera grandeza,
Nem a defender glória e razão!
Mas p´ra ao Mundo dar a certeza
Que vitória é sempre uma ilusão
Quando justiça é filha da fraqueza!
Foi tão soberba a barbaridade
Como nua é a morte sem dignidade!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXV
Com os Filipes, seus interesses,
Vimos a Santa Pátria envolvida…
Jamais porque quisessem esses,
Pois a razão é conhecida…
Ergueram, então, vozes e preces
Chorosas por ter Ormuz perdida!
À volta das lusas possessões…
Tolhia-se passo a mil nações!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXVI
P´lo furor de tamanha situação…
Surgiram os heróis de quarenta,
Lembrando os feitos que já lá vão…
Memória recente, ainda tanta!...
…Assim se inicia a Restauração…
Vilania que a todos atormenta,
-Lembrai-vos, Oh, gente de fama futura,
Que Lusitano nunca temeu lança dura!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXVII
Gritando em tom alto, eloquente…
Na manhã de mil, seiscentos e quarenta
Correu todo o povo, mar de gente,
P´ra dizer àquela Nação odienta:
-Vê Castela, nossa alma de frente,
e vai-te! Sai! Ninguém te aguenta…
Esta terra é nossa, Portuguesa!
Não queremos a tua duquesa!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXVIII
Sábio garante nova dinastia…
Que origem instábil mantinha,
Senhor de Bragança mostraria
Qu´El-Rei d´alta linhagem provinha!
Da duquesa por quem tanto temia,
O carácter que já se adivinha:
“Mais vale Rainha por uma hora…
Que Duquesa p´la vida fora!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXIX
Nesta terra ardente, divina…
Que com o mar revolto se banha…
Nasce a Dinastia Bragantina!
À maioria não sendo estranha
Que a deusa cípria por uisina,
Os nossos guie em nova façanha…!
De raízes sãs, antigas e gloriosas,
Por cupido juntas as mais hermosas!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXX
A força, a raça destes soberanos…
Que do Mestre de Aviz herdaram
A chama dos divinos humanos,
e do fero Nuno a pureza tornaram,
Aos imortais feitos lusitanos,
O peso do fútil amor ousaram…!
No mundo das donzelas e barões
Renasce vida em nossos corações!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXI
Confiando no apoio europeu…
Só connosco tivemos que contar!
Foi tanta a inveja que se moveu
Que sem os aliados por ajudar,
Pr´a independência manter, se cedeu,
o que com esforço houvera de ganhar!
Que grande lição os nossos tiveram…
Que aproveitar ainda não souberam!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXII
Foi a crise e a longa guerra…
Esperando do castelhano, o pior,
Pois p´ra lá do mar imenso, a terra
Que do cantinho era bem maior,
Inveja…, o ódio impusera…,
Confisco, situação assaz pior!...
O povo não podia suportar…
Ver um sábio sonho desabar!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXIII
Lutando com bravura e ousadia
Como Baco o fizera p´lo pai…,
Os varões mostraram valentia,
Provando que a firmeza não cai!...
Que sua alma nobre não tremia!
Quem por seu torrão, sangue derrama,
Expulsando intruso invasor…
A Pátria glorifica com amor!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXIV
Quanta tristeza nos corações…
A quem os braços tivera de baixar
Por causa de tantas, tantas nações,
Que nossas terras queriam agarrar!...
Mas quem tem a raça destes varões,
Tantas batalhas, cansados de ganhar,
Seu tronco deixará por tod´a parte
Por feitos dignos ao pátrio Marte!!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXV
Porém, nem toda verdade é tristeza
Pois pr´a lá da Pátria abalada…
No Brasil flutuava Portuguesa
Como em Angola reconquistada!
Tinha nosso povo uma certeza:
- É que a história passada…
Não era fútil e vã memória;
- Sim! Uma bela e doce glória!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXVII
Nesta altura, eu vou recordar…
A tão antiga, velha aliança,
Qu´a diplomacia não soube fixar,
Quando ela era a esp´rança…!
Óbvia à indiferença, ao mostrar,
Arrogância contr´a mudança!
Ao longo, muitos anos sem findar…
Outra a velha não soube mostrar!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXVIII
Se tal afronta é de lamentar…
Tem sido nossa ingenuidade!
Continuemos o longo caminhar,
Que se seguiu à nossa liberdade!
Ontem como hoje, mesmo marcar!
- Foi grande a leviandade!...
Eram outros os tempos, pois certo!
Mas semelhança está bem perto!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XXXIX
Não sem propósito por resolver,
Vai a Rainha à regência,
Pr´assegurar o que há por defender!...
Mas por força, outra diligência,
Seu filho Afonso toma poder
Preso a Angélica influência!
Castelo Melhor é nomeado
Verdadeiro condutor do Estado!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XL
Anos de olímpicas façanhas,
Importantes passos são tomados,
Batalhas p´la espada são ganhas,
União…, divórcio celebrados!...
Ambição, doença, vidas estranhas…,
Guerras, factos não imaginados!
Das linhas de Elvas e Ameixial,
À projecção do escândalo real!”
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“XLI
Firmada nossa independência
No Ameixial, e em Montes Claros,
Quis o Destino, a Previdência,
Que um caso vil, e com reparos,
Ao rei findasse a obediência…
Exílio e doença são caros…
Vai D. Pedro à regência,
Sem mostrar qualquer indulgência!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XLII
Foi por todo povo tal tristeza…
O desagravo com sua mulher,
Temeram a crise sem firmeza,
A guerra por castigo merecer!
De novo regressa a incerteza,
Revolta com tanto, tanto sofrer…
Passado foi o facho ao irmão,
A todos aliviou o coração!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XLIII
Causa de grã fracasso, e fama,
D´El-Rei a incapacidade,
Foi p´la Rainha, sua dama,
Seu irmão, sábia piedade…
Em Angra, n´agonia se acama,
Ao sopro de amor e caridade;
Em Sintra chega seu dia final,
Triste quadro físico e mental!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XLIV
Sem cuidar em usar da espada,
Ocupou D. Pedro a regência!...
A vitória consolidada…,
Cert´a paz, a independência,
Quant´afronta p´la lança travada,
Quanta glória, vã ocorrência,
A Pátria voltou a se mostrar
Ao saber sua alma reencontrar!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XLV
Procurando sonhar o País,
Qual guerra havi´arruinado;
Passados que foram danos tão vis,
Da famosa velha vem um tratado
Qu´agrada a Baco, não a Tétis,
Que a rodeia por todo lado…
Pela vontade não foi afronta,
Mas tal gesto vileza de monta!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XLVI
Devido à guerra prolongada,
Ao agravamento dos impostos,
Enorme migração foi notada,
Pr´o Brasil iam quasi todos…!
O Conde de Ericeira, do nada…
Vai renovar o País, a seus modos,
De Duarte Ribeiro de Macedo
Usa as ideias qual rochedo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XLVII
Em suma à política consistia
Ao País bastar-se a si próprio
Produzindo aquilo que consumia,
Era vantajoso e laudatório!
Criando factos que não havia,
Evita fazer lá fora peditório!
Costume… Oh! Deus misericordioso!
Ainda hoje, tão mais vergonhoso!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XLVIII
Esta a primeira tentativa
De ir o País no bom caminho…
Do Brasil cheg´a força emotiva
Que põe fim ao que parece certinho:
- Ambição, cobiça nua e altiva,
Pr´a salvação dos incautos, Velhinho
Do Restelo, muitos viram largar…
Tantos que foram pr´a não mais voltar!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“I
Oh, Ditosa Pátria minha amada,
Que outrora tão grã foste temida…
Lutando pl´a fé e pl´a espada,
Teus filhos por ti deram a vida.
Quantos sonhos nasceram do nada,
Quanta grandeza e glória já havida,
Desde o Condado a Luiz Vaz e sua amada,
Esse herói, cuja fama imortal é sabida.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada