“O homem que fugiu fugiu da lei que estrada o vestiu não sei Acredito que era o gémeo de um pássaro alerta com a cabeça a prémio O homem que fugiu é meu se alguém o pariu devo ter sido eu sua amante-mãe mulher que inventa o que ele vê e o fere O homem que fugiu ganhou ao jogo a mão incrustada com que rouba o fogo e vos rasga o sono em tiras para que não sonheis mentiras” Poesia Portuguesa Book:Poesia, 1960-1989 (Documenta poética) Source: Poesia, 1960-1989 (Documenta poética)