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Quote by André Aciman

“Then a strange idea got hold of me: What if my body-just my body, my heart-cried out for his? What to do then? What if at night I wouldn't be able to live with myself unless I had him by me, inside me? What then?”

Quote by André Aciman

Author

André Aciman

André Aciman, born on January 2, 1951, is a renowned writer known for his profound psychological insights and unique narrative style. His works, such as 'The Museum of Unconditional Love,' are celebrated for their emotional depth and distinctive storytelling. more

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“(...) Eu queria que ele agisse? Ou eu preferia uma vida de desejo não realizado desde que seguíssemos com esse joguinho de pingue-e-pongue: não saber, saber, não saber, saber? Fique quieto, não diga nada, e se não puder dizer "sim", não diga "não", diga "depois". É por isso que as pessoas dizem "talvez" quando querem dizer "sim", mas esperam que você pense que é "não" quando o que realmente querem dizer é Por favor, pergunte de novo, e depois mais uma vez?”

“We arrived at Stazione Termini around 7 p.m. on a Wednesday evening. The air was thick and muggy, as if Rome had been awash in a rainstorm that had come and gone and relieved none of the dampness. With dusk scarcely an hour away, the street-lights glistened through dense halos, while the lighted storefronts seemed doused in gleaming colors of their own invention. Dampness clung to every forehead and every face. I wanted to caress his face. I couldn’t wait to get to our hotel and shower and throw myself on the bed, knowing all the while that, unless we had good air-conditioning, I’d be no better off after the shower. But I also loved the languor that sat upon the city, like a lover’s tired, unsteady arm resting on your shoulders.”

“(...) comecei a me perguntar o que todo aquele papo sobre São Clemente tinha a ver conosco - como nos movemos no tempo, como o tempo se move através de nós, como mudamos e seguimos mudando e voltamos a ser os mesmos. É possível até mesmo envelhecer e não aprender nada a respeito disso. Essa era a lição do poeta, imagino. Daqui a mais ou enos um mês, quando eu voltar a Roma, ter estado aqui com Oliver esta noite parecerá totalmente irreal, como se tivesse acontecido com uma versão completamente diferente. E o desejo nascido três anos antes, quando o garoto de recados se ofereceu para me levar a um cinema barato famoso pelo que acontecia lá dentro, não me parecia menos realizado dali a três meses do que fora três anos antes. Veio. Foi. Nada mais tinha mudado. Eu não tinha mudado. O mundo não tinha mudado. Ainda assim, nada seria igual. Tudo que nos resta é o sonho e a estranha recordação.”

“Podía haber negado tantas cosas: que deseaba tocarle las rodillas y las muñecas cuando lucían al sol con aquel viscoso lustre que he visto en tan poca gente; que me encantaba cómo sus pantalones de tenis, cortos y blancos, parecían poseer, de forma permanente, el color del barro y que mientras transcurrían las semanas se convirtió en el color de su piel; que su pelo, cada día más y más rubio, atrapaba al sol antes incluso de que saliese del todo; que su camisa azul ondulada se volvía más ondulada cuando se le ponía en días borrascosos en el patio junto a la piscina, con la promesa de impregnarse de un aroma a piel y sudor que me la ponía dura con tan solo pensarlo. Podía haber negado todo esto. Y haberme creído mis mentiras.”