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Quote by William Shakespeare

“Para servir de isca aos peixes. Se não nutrir mais nada, nutrirá minha vingança. Ele me desgraçou, prejudicou-me em meio milhão; riu-se das minhas perdas, caçoou dos meus lucros, escarneceu minha estirpe, atrapalhou meus negócios, esfriou minhas amizades, afogueou meus inimigos; e por que razão? Eu sou judeu. Um judeu não tem olhos? Um judeu não tem mãos, órgãos, dimensões, sentidos, afeições, paixões? Não é alimentado pela mesma comida, ferido pelas mesmas armas, sujeito às mesmas doenças, curado pelos mesmos meios, esquentado e regelado pelo mesmo verão e inverno, tal como um cristão? Quando vós nos feris, não sangramos nós? Quando nos divertis, não nos rimos nós? Quando nos envenenais, não morremos nós? E se nos enganais, não haveremos nós de nos vingar? Se somos como vós em todo o resto, nisto também seremos semelhantes. Se um judeu enganar um cristão, qual é a humildade que encontra? A vingança. Se um cristão enganar um judeu, qual deve ser seu sentimento, segundo o exemplo cristão? A vingança, pois. A vileza que me ensinais eu executo, e, por mais difícil que seja, superarei meus mestres.”

Quote by William Shakespeare

Work

The Merchant of Venice

The Merchant of Venice is a renowned tragedy that centers on the complex relationship between the merchant Antonio and the Jewish moneylender Shylock. The play delves into issues of mercy, justice, and the nature of friendship, while also addressing the prejudices of the time. more

Author

William Shakespeare
William Shakespeare

William Shakespeare (1564 - April 23, 1616) was one of the greatest poets of the English Renaissance, renowned for his dramatic works. His plays spanned a variety of genres, including tragedy, comedy, and history, and have had a profound impact on literature worldwide. more

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“RATO: E adianta muito, eu me doer por ti? Bereco, eu não conto. Nem eu, nem tu, nem ela. As coisas acontecem sem a gente poder miar. A vontade da gente não conta. Nunca contou. Se os homens vão te apagar, não adianta eu estrilar. Ninguém vai dar pelota. Tu que é tu não vai ter chance. Vai pro beleléu e e fim. Se acaba. E fica por isso mesmo. Nenhum puto vai perder o sono por teu presunto.”

“Yet, the work was not complete. Next, citing Bond’s veranda and our subsequent construction of it as an example, Sanjit elaborated on the thought which he had previously teased, but not fully explained: that when a reader reads, the reader constructs a setting and world and is able to view themselves through this world. However, he also added that when we read, we are not only able to see our constructed world, but to evaluate our constructed world. This is how, Sanjit would argue, we influence and better ourselves, even if unintentionally; for by pausing and analyzing our constructions we may be able to identify our assumptions about people, places, or things. And it is in this way that books may be an expressed form of art, not just for the writer, but also for the reader.”

“I've never needed you, Keita ... But I've always wanted you. More than anything, I've wanted you ... You're not a need, Keita, you're not an obligation to me. What you are is my happiness, my delight. When I didn't believe that there was good in the world, there was you. You're my comfort and joy, and I hope I'm the same for you.”

“Então é preciso embrutecer essa sociedade de tal forma, que aí eu acho que realmente só o refinamento dos meios de comunicação, dos meios de publicidade, de um certo paisagismo urbano, que disfarça a favela, que joga, que esconde as coisas ao mesmo tempo, a volúpia do luxo, da grande construção, das belas vivendas – tudo isso é que pode transformar o homem numa pessoa interessada não na sociedade brasileira, mas em quantos metros quadrados tem o apartamento dele em relação ao vizinho. A sociedade brasileira está sendo um pouco reduzida a isso: à ambição individual da ascensão social como um valor supremo reduzido num setor muito pequeno.”

“O que nós somos? Nós não somos porra nenhuma, somos é explorados. Diariamente tiram tudo da gente. Então esta descoberta do subdesenvolvimento a classe dominante tem que tomar conhecimento dela diariamente. Tem que saber dela. O instrumento que ela usa, publicidade, ao mesmo tempo é deformante; a matéria-prima da publicidade, a matéria-prima da classe dominante hoje em dia, é a insatisfação. Você ser classe dominante é ao mesmo tempo ter que promover a insatisfação. É verdade que um determinado tipo de insatisfação. Você não poder mais ser letárgico, não poder mais ser cabisbaixo e aceitante, mas ter que ser interventor, cria muitas contradições e muitas fissuras dentro do processo das classes dominantes e dos processos culturais, o processo em geral, da sociedade subdesenvolvida e do Brasil em particular. Eu acho que é nessas fissuras, nesses rachas, nessas incoerências, nessas incongruências, que o intelectual deve atuar e desenvolver seu trabalho.”