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Quote by Brigitte Vasallo

“La monogamia no es una práctica: es un sistema, una forma de pensamiento. Es una superestructura que determina aquello que denominamos "nuestra vida privada", nuestras prácticas sexo-afectivas, nuestras relaciones amorosas. El sistema monógamo dictamina cómo, cuándo, a quién, y de qué manera amar y desear, y también qué circunstancias son motivo de tristeza, cuáles de rabia, qué nos duele y qué no.”

Quote by Brigitte Vasallo

Work

Pensamiento monógamo, terror poliamoroso

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Author

Brigitte Vasallo

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“You and everything! Everything and everyone can wait, As long as you are with me it is never late, For it is the Summer flowers that ought to worry, Because winter always seems to arrive in a hurry, But when you are beside me, who cares whether it is summer or winter, For we can create anything as long as we are together, So let the Sun rise Irma, and let it set, let the Moon shine and disappear, Because in your presence anything can reappear, Let it be night forever or a day that never ends, Because around you and for you everything without any hesitation bends, Let the world incriminate me for my belief, As long as you love me, I need not know or feel any other form of relief, Let the world pray to the Gods or who cares if it is a Godless world, Because in my universe there is a Goddess who creates for me a truly God fearing world, So, let everything end, or let everything begin, For when I am with you, I care not, whether I lose or win!”

“El carácter ético es el mismo: ambas ejercen el despotismo sobre los ciudadanos mejores. Los decretos son en la una lo que las ordenanzas y prohibiciones son en la otra. Tambien el demagogo y el favorito de la Corte son con frecuencia hombres idénticos, y siempre muestran una cercana analogía. Y estos son los que tienen el poder principal en sus respectivos sistemas de gobierno: los favoritos en las monarquías absolutas, y los demagogos en un régimen popular.”

“Em época de eleição, apareciam por lá candidatos a votos e juravam que fariam alguma coisa por nós. Que a lei usucapião existia, que nós não sairíamos de lá nunca, se votássemos neles. E tome de panfletos e tome de retratos e tome de faixas. As paredes dos barracos ficavam enfeitadas. Os fundos das fossas também. As propagandas, jornais velhos, panfletos, depois de soletradamente lidos, quando lidos, cumpriam outra função: a higienização da bunda. Os rostos e olhos daqueles candidatos que antes nunca havíamos visto e que depois não veríamos mais, principalmente se vencessem nas urnas, perseguiam-nos o tempo todo, tornavam-se então íntimos de nós. Estavam espalhados por todas as partes. As mulheres e as crianças da favela ficavam votando de brincadeira nos candidatos que elas achavam de rosto mais bonito. Um dia, apareceu um candidato negro. Espalhou também seus papeizinhos. Poucos escutavam o que o homem tinha a dizer. Diziam mesmo que ele não ganharia nunca. Parecia ser pobre como nós. No concurso de beleza, obteve poucos votos. Os que não venciam, costumavam voltar em outras ocasiões com os mesmos pedidos e as mesmas promessas. Voltavam acusando aqueles que haviam ganho. Perguntavam o que os outros estavam fazendo por nós. Nada! Eles mesmos respondiam. Não queriam nem ouvir as nossas vozes. E voltavam ao lero-lero. “Se eu ganhar, se o tal partido ganhar, a situação de vocês será diferente.” Às vezes ganhavam; quando isto acontecia, a nossa situação era a mesma, nós éramos os que não ganhavam nunca.”

“Quando o teu Platão decreta que as repúblicas só serão felizes se os filósofos reinarem ou se os reis filosofarem, quão longe estará a felicidade se os filósofos não condescenderem nem mesmo a repartir um conselho com o reis?" [Morus] "Eles não são", respondeu Rafael, "tão ingratos que não fariam isso prazerosamente. Na verdade, muitos já o fizeram em seus livros: se aqueles que podem assenhorar-se das coisas estivessem preparados, bem os consultando conseguiriam seus conselhos. Sem dúvidas, porém, como bem já previu Platão, a não ser que os próprios reis filosofassem, nunca, impregnados e infectados desde a infância por opiniões corrompidas, nunca reconheceriam detalhadamente os conselhos dos filósofos, o que Platão também pôde experimentar junto a Dionísio de Siracusa. Acaso não pensas que, se eu propusesse princípios sensatos a algum rei e me esforçasse por eliminar, dele, as perniciosas sementes dos males, eu seria prontamente expulso ou, então, considerado com escárnio?" Editora Vozes, 2016, p. 40.”