Quotessence
Home / Quotes / Quote by Frank LaRue Owen

Quote by Frank LaRue Owen

“Spring night in winter. The door open to night air. A family walks by. A child laughs with glee. Night-Sit. I ponder an old phrase of Ikkyu's: The buddhadharma is also the Way of Tea. A bolt of lightning splits my brain open and I pour down into my own heart.”

Quote by Frank LaRue Owen

Work

The School of Soft Attention

Browse quotes and source details for this work. more

Author

Frank LaRue Owen

Browse famous quotes and profile details for Frank LaRue Owen. more

You May Also Like

“If he hadn’t become a Buddhist monk, Sawaki Roshi would have been successful in a worldly sense in business, politics, or the military. Instead, he devoted his life to wholeheartedly practicing Dogen Zenji’s just sitting, or shikantaza, which according to him was good for nothing. For him, social climbing in pursuit of fame and profit was meaningless. The Japanese expression for “waste” is bonifuru, which means “sacrifice,” “lose all,” or “ruin.” So when we say he wasted his life, we use the expression in a paradoxical way—like saying that zazen is good for nothing.”

“Just stick to the ordinary circumstances without labeling them ordinary. Be open to them with no desire to change them in any way. They are, in fact, already magical and miraculous. They are the revelation of the Absolute. The mountains, for instance, are already miracles. We don’t need a little angel on top of the mountain to make it more miraculous, so don’t make one up.”

“O futuro não existe, como todos sabemos. O futuro será sempre uma coisa a provar. A única coisa que todos nós vemos é o presente. O futuro, bem como o passado, não passam de memórias e previsões. Coisas que não têm existência senão dentro de nós. Porém, até os maiores céticos creem no futuro. Como se ele existisse realmente, como se existisse fora de nós. É uma crença coletiva, apesar de apenas vermos o presente. Mas intuimos, o que abre o espectro da nossa percepção. Se podemos crer em algo que nunca vimos, será que não podemos acreditar em várias outras coisas que nunca vimos? Um cético dirá que é muito simples: o dia de amanhã acontecerá porque tem acontecido desde sempre. Mas é o erro, o famoso erro, do indutivismo. Como o provam as galinhas de Russell: imagine-se uma capoeira onde uma das galinhas é mais bem alimentada do que as outras. Ela diz, ufana, que o criador de galinhas gosta mais dela do que das outras. E o facto de isso acontecer todos os dias reforça essa crença. Todas as galinhas estão convencidas da preferência do produtor. Todos os dias ele dá mais comida à sua favorita. E um dia mata-a para fazer um guisado. É preciso muito cuidado com o indutivismo que nos faz crer que o dia de amanhã seguirá o dia de hoje porque tem acontecido assim desde sempre. É que o futuro, entretanto, pode ter-se transformado em areia.”