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Quote by Aldous Huxley

“Que la mente tiene extensos poderes, muy por encima de los que utiliza de ordinario, en la vid cotidiana, es algo sabido desde tiempo inmemorial; en todos los períodos y en todos los países han sido explotados estos poderes, para bien y para mal, por los médiums, los curanderos, los profetas, los magos, los hatha yoguis y los demás bichos raros que existen y que han existido siempre en los márgenes de todas las sociedades.”

Quote by Aldous Huxley

Work

Huxley and God: Essays on Religious Experience

Huxley and God: Essays on Religious Experience is a scholarly examination of Aldous Huxley's exploration of religious experience in his literary and philosophical works. The essays within this volume analyze the concepts of spirituality, mysticism, and the human quest for meaning as reflected in Huxley's writing. The collection provides insights into Huxley's views on religion and its role in the human condition, offering a nuanced understanding of his intellectual contributions to the discussion of religious experience. more

Author

Aldous Huxley
Aldous Huxley

Aldous Huxley was an English writer and philosopher, renowned for his dystopian novel 'Brave New World'. Born on July 26, 1894, in Godalming, Surrey, England, he was the younger brother of the poet and critic Leonard Huxley. Huxley's works frequently delved into the interplay of science, politics, and philosophy, and he was a prominent figure in the literary movement known as the 'Lost Generation'. He passed away on November 22, 1963. more

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“Que la mente tiene extensos poderes, muy por encima de los que utiliza de ordinario, en la vida cotidiana, es algo sabido desde tiempo inmemorial; en todos los períodos y en todos los países han sido explotados estos poderes, para bien y para mal, por los médiums, los curanderos, los profetas, los magos, los hatha yoguis y los demás bichos raros que existen y que han existido siempre en los márgenes de todas las sociedades.”

“Estória não se confunde com História, mas tem o poder de moldá-la. E esse poder está fundado na imaginação humana, base de toda a criatividade. Sendo essas as duas forças motrizes das artes e das ciências. Sem elas não há criação de conhecimento inovador e disruptivo. O monopólio mais estratégico não é o da informação. Não. Muito mais estratégico e crítico é o monopólio da imaginação. E eu só digo uma coisa; quem controla a imaginação, controla a p... toda!”

“En el curso de la historia mucha más gente ha muerto por la bebida y la droga que los que han muerto por su religión o su país. El deseo por el alcohol etílico y los opiáceos ha sido más fuerte, en toda esta gente, que el amor hacia Dios, el hogar, los niños, incluso la vida.”

“Como artista excepcional, político militante e contemporâneo excêntrico, Diego Rivera teve um papel primordial numa época muito importante no México. Tornou-se, embora polémico, o mais citado artista do continente hispano-americano no estrangeiro. Foi pintor, desenhador, artista gráfico, escultor, arquitecto, cenógrafo e um dos primeiros coleccionadores de arte mexicana pré-colonial. O seu nome está relacionado com os de Pablo Picasso, André Breton, Leo Trotski, Edward Weston, Tina Modotti e, como não podia deixar de ser, Frida Kahlo. Foi, simultaneamente, alvo de ódio e amor, admiração e rejeição, lendas e difamação. O mito que, ainda em vida, se criou à volta da sua pessoa, não se deve somente à sua obra, mas também ao seu papel activo na vida política da sua época, às suas amizades e aos seus conflitos com personalidades famosas, à sua aparência fascinante e ao seu carácter rebelde. Nas suas recordações, difundidas em diversas obras biográficas, Rivera contribuiu bastante para a criação do mito à volta da sua pessoa. Gostava de se apresentar como menino precoce de ascendência exótica, que combatera na Revolução mexicana como jovem rebelde, um visionário que se recusava a fazer parte da vanguarda europeia, e que estava predestinado para ser o cabecilha da revolução artística. A sua biógrafa, Gladys March, confirma, no entanto, que a sua vida real era muito mais banal e que Rivera tinha grandes dificuldades em separar a ficção da realidade.”

“When you’re a teenager, everybody is waiting for you to be something or someone else - your friends, your parents, your teachers. Sometimes you lose track. Are you the shy kid in the back of the room who apologizes for even accidentally touching Susan Childress’s arm, or the guy making bombs in the backyard? Are you the helpless nerd with the backpack on hoping you don’t get the snot beat out of you by the school bully, or the helpless nerd with the mask on, hoping you don’t get the snot beat out of you by the town’s newest supervillain? Or maybe you’re just the helpless nerd staring at the helpless nerd in the mirror, talking to yourself, wondering which one of you needs more help.”