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Quote by Mohsin Hamid

“You watch one after another of the ubiquitous, hyper-argumentative talk shows that fill your television, aware that in their fury they make politics a game, diverting public attention rather than focusing it. But that suits you perfectly. Diversion is, after all, what you seek.”

Quote by Mohsin Hamid

Work

How to Get Filthy Rich in Rising Asia

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Author

Mohsin Hamid
Mohsin Hamid

Mohsin Hamid is a Pakistani-British writer born in Karachi in 1971. His works often explore themes of globalization, identity, and modernity. Hamid's debut novel, 'The Reluctant Fundamentalist,' published in 2001, received widespread acclaim and earned him numerous awards. His other notable works include 'How to Get Filthy Rich in Rising Asia' and 'The Reluctant Fundamentalist'. more

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“Stay away from cable news, polemical magazines, tabloids, cynical videos (including supposedly funny videos of people being hurt) and newspapers filled with negative messages and horrible pictures. Alien Parasites enter your mind when you read and see this kind of malignant information. Here you are faced with a dilemma. Many individuals want to be informed about the world around them. However, it is easy to be manipulated into believing that you need to be familiar with all the information that the news services are telling you that you must know. You have a responsibility to prioritize your life. This responsibility is to yourself alone. That is to say, once you have decided on your goals in life, you are only sabotaging yourself if you spend your time involved in activities that will not lead you to your goals. The Alien Parasites want to distract you as much as possible from anything having to do with spirituality.”

“A quarta-feira amanhecia quando olhei pela janela. Nas pontes, as luzes cintilantes já haviam empalidecido. O sol nascente parecia um pântano de fogo no horizonte. O rio, ainda escuro e misterioso, cortado pelas pontes que tomavam uma coloração cinza e gélida, com um toque cálido do sol que ardia no céu. Ao percorrer com o olhar a multidão de telhados, com as torres e os campanários das igrejas que se elevavam sobre Londres em um céu invulgarmente claro, o sol nasceu e foi como se tivessem retirado um véu do rio, e milhões de fagulhas explodiram na superfície das águas. Também foi como se tivessem tirado o véu que me encobria, e me senti forte e bem-disposto.”

“Londres era a velha feiticeira que não morria. Que rejuvenescia em vez de envelhecer. Mas, em temperamento, permanecia o mesmo lugar que chamava a si os dias escuros de um Inverno interminável que se abatia sobre as horas do meio-dia como crepúsculo antes de tempo. Era a árvore milenar que apodrecia lentamente pela raiz com a humidade que chupava do Tamisa. As ruas da Londres moderna lutavam por receber mais luz. O centro da cidade crescera com a luminosidade do vidro e acabaria por expulsar a opacidade suja da pedra. Já não havia paredes que respeitassem a privacidade de quem habitava os edifícios. Os segredos tinham de ser mais cuidadosos se queriam existir. Era nas ruas antigas, onde as paredes de pedra ainda impediam a passagem da luz e a curiosidade dos olhares, que os segredos se refugiavam. Era nos edifícios centenários que moravam as recordações que queriam esconder-se, os segredos inconfessáveis, os demónios mais abomináveis e os fantasmas que não queriam desaparecer. Era lá, nas ruas muito mais velhas do que os nomes actuais que as identificavam no GPS, nas suas casas de paredes escuras, que todos se escondiam. Os que viviam e os que queriam voltar a viver.”