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Quote by Thich Nhat Hanh

“1. Essa comida é um presente de todo o universo: da Terra, do céu, da chuva e do sol. 2. Devemos agradecer às pessoas que prepararam esses alimentos, sobretudo aos produtores, às pessoas que trabalham nos mercados e aos cozinheiros. 3. Só devemos pôr em nossos pratos a quantidade que somos capazes de comer. 4. Devemos mastigar a comida lentamente, para desfrutar dela. 5. Essa comida nos oferece energia para praticar o hábito de sermos mais amorosos e compreensíveis. 6. Nós comemos essa comida para ficarmos saudáveis e felizes, e para amar uns aos outros como se fôssemos uma família.”

Quote by Thich Nhat Hanh

Work

How to Eat

This book offers comprehensive advice on the art of eating, covering topics such as nutrition, meal planning, and culinary skills. more

Author

Thich Nhat Hanh

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“A chácara da Prima Zezé descia de platô em platô até o nível da rua. Era só comparável à de minha avó materna, em Juiz de Fora. Só que nela predominavam as mangueiras de densa sombra e os jambeiros esgalhados. Prima Zezé gostava descer com o farrancho para o meio das árvores. Palestrar chupando fruta. Vamos seu Marote! Vamos seu Pedro! Vamos subir nessas árvores e apanhar uns jambos pra gente. Ou eram mangas. Ou eram abios. Ou eram sapotis. Subíamos: alto de ver os trens passando longe, na linha da Central e na outra direção, mais longe ainda, os da Leopoldina e os minaretes de Manguinhos. Lembro da queimadura que peguei no dorso da mão só de roçar casulos vazios em que a taturana deixara o pelo venenoso depois de virar frágil borboleta. A tarde descia e subíamos para jantar sob a lâmpada amiga do lustre baixo, baixo, sobre a mesa da sala de jantar. Foi aí nessa ocasião, que ouvi Prima Zezé fazer o inventário das joias da Inhá Luísa e dizer a minha Mãe que ela fora prejudicada na partilha. Minha Mãe que não! Zezé, fora tudo muito justo… Mas Prima Zezé que absolutamente! de jeito nenhum… E enumerava os adereços, as montagens, as rivières, os sautoirs, os berloques, os oiros, as pérolas, os diamantes, as marcassitas, as pedrarias. Mudavam de assunto, passavam Juiz de Fora num crivo. Às vezes baixavam a voz, riam muito. Filhos do marido nada, Dibança! Filhíssimos do Seu Nanal da Tartaria. Isso. Esse mesmo, primo do Saninho Castro. Gente mais conhecida em Oliveira… A grande lâmpada acesa. Como calhaus, os besouros abatiam-se na brancura da toalha ou batiam no vidro do abajur. As mariposas faziam nuvem vinda da mata. A Amair trazia uma larga bacia cheia d’água onde os bichinhos se precipitavam vendo na lâmina líquida a reflexão das lâmpadas. de vez em quando um pio de mocho, tescunjuro! ou um silvo raro de locomotiva...”