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Quote by Catherine Anderson

“A vida não pára. Por vezes, temos de arranjar forças para a enfrentar e apenas o conseguimos fazer, procurando no mais profundo do nosso ser a fé e a confiança perdidas”

Quote by Catherine Anderson

Work

Sweet Nothings

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Author

Catherine Anderson
Catherine Anderson

Catherine Anderson, born on December 22, 1948, is a talented writer whose works span various literary genres, including novels, poetry, and drama. Anderson's writing is known for its profound emotion and rich imagination, which has won her a dedicated following among readers. more

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“A ciência é uma sucessão de hipóteses que se contradizem, de teorias que se contrapõem, de concepções caducas e de esperanças mortas. E a Ciência, tal como soterrou a Magia, poderá um dia ser morta e substituída por um modo de conhecimento superior. Vangloria-se de reduzir as fadigas e as infelicidades dos homens e, com a a ajuda proporcionada à indústria, multiplicou as necessidades e, portanto, o trabalho e a escravidão, aumentando com os conhecimentos inúteis e a vida mais insaciável, a nossa carga de dores. Pretende substituir-se ao sacerdote e não consegue responder às exigências mais desesperadas acerca do destino e da morte, pelo que os homens, após uma longa embriaguez de cientismo, regressam, pouco a pouco, às revelações da fé.”

“Success comes from the inside out. In order to change what is on the outside, you must first change what is on the inside.”

“O que nos interessa aqui é a indicação de que a esfera da glória - cujo significado e cuja arqueologia procuramos reconstruir - não desaparece nas democracias modernas, mas desloca-se simplesmente para outro âmbito, o da opinião pública. Se isso é verdadeiro, o problema hoje tão debatido da função política dos media nas sociedades contemporâneas assume novo significado e nova urgência. Em 1967, com um diagnóstico cuja precisão nos parece, hoje, mais que evidente, Guy Debord constatava a transformação, em escala planetária, da política e da economia capitalista numa «imensa acumulação de espetáculos», em que a mercadoria e o próprio capital assumem a forma mediática da imagem. Se juntarmos as análises de Debord à tese schmittiana da opinião pública como forma moderna da aclamação, todo o problema do atual domínio espetacular dos media sobre qualquer outro aspecto da vida social aparecerá em uma nova dimensão... O que está em questão é nada menos que uma nova e inaudita concentração, multiplicação e disseminação da função da glória como centro do sistema político. O que ficava confinado às esferas da liturgia e dos cerimoniais concentra-se agora nos media e, por meio destes, difunde-se e penetra em cada instante e em cada âmbito, tanto público quanto privado, da sociedade. [Assim,] o Estado holístico fundado na presença imediata do povo aclamante e o Estado neutralizado resolvido nas formas comunicativas sem sujeito contrapõem-se apenas em aparência. Eles nada mais são que as duas faces do mesmo dispositivo glorioso em suas duas formas: a glória imediata e subjetiva do povo aclamante e a glória mediática e objetiva da comunicação social.”