Quotessence
Home / Quotes / Quote by Richard Yañez

Quote by Richard Yañez

“It wasn’t permanent like the limestone cross that flagged the mountain peak in the horizon, so he made sure to write it down. After making the sign of the cross, a deep hunger pulled his weight to the bottom of La Loma.”

Quote by Richard Yañez

Work

Cross Over Water

Browse quotes and source details for this work. more

Author

Richard Yañez

Browse famous quotes and profile details for Richard Yañez. more

You May Also Like

“We are uneasily aware that a similar catastrophe[, that of an immense meteorite or comet hitting the earth and causing massive global extinction,] could hit us at any moment... [T]he odds that it will happen in some unfortunate individual's lifetime are near certainty... And the unfortunate individuals concerned will probably not be human, for statistical likelihood is that we shall be extinct before that anyway.”

“Robert Neville pousou o o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final raste- java por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Robert Neville pousou o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final raste- java por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Robert Neville pousou o olhar sobre as novas pessoas da Terra. Ele sabia que não pertencia a elas; ele sabia que, como os vampiros, ele era anátema terror negro a ser destruído. E, de repente, a ideia lhe veio, divertida, mesmo em sua dor. Um riso abafado, acompanhado de u uma tosse, preencheu sua garganta. Ele se virou e se inclinou contra a parede enquanto engolia as pílulas. Volta completa, ele pensou enquanto a letargia final rastejava por seus membros. Um novo terror nascido na morte, uma nova superstição entrando na fortaleza inexpugnável da eternidade. Eu sou a lenda.”

“Sendo superfície refletora da sociedade, a figura mítica do vampiro passa também a espelhar a construção das identidades contemporâneas no que estas se apresentam mais fluidas e interessadas em favorecer aditivas (um constante “sou isso ‘e’ isso”) em detrimento de alternativas (um binário “sou isso ‘ou’ isso”), assim como em verificar as coincidências de opostos ao invés de meramente polarizá-los. No que o vampiro finalmente sai das sombras para bradar sua natureza a plenos pulmões, assumindo o protagonismo de sua narrativa e passando a valorar-se por sistemas que não mais o confinam nos lugares fixos que previamente ocupara, ele continua abrindo caminhos para novas (re)interpretações, mantendo-se intrigante, relevante e revelador no que nos convida a partilhar de suas experiências arrebatadoras à sombra do mal.”

“Uma visão de mundo calcada em meras polarizações binárias frequentemente pavimenta o caminho para perspectivas que simplesmente não abarcam realidades outras, tornando-se perigosamente conflituosas: a oposição entre o “Eu” e o “Outro” pode facilmente desdobrar-se em valorações como “civilizado” e “bárbaro”, “local” e “estrangeiro”, “virtuoso” e “monstruoso”, “bom” e “mau” - desdobramentos esses que atravessam a figura do vampiro. É necessário continuamente fomentar a discussão sobre a leviandade da aplicação desse tipo de oposição rigidamente binária para valorar e/ou definir indivíduos ou grupos. Enquanto falharmos em considerar que entre um ponto qualquer e outro há um continuum permeado por significativas variantes geográficas, temporais, socioculturais, políticas, religiosas e morais, que se aproximam, atraem-se e entrelaçam-se de diversas maneiras, estaremos em desserviço para com a complexidade da natureza humana.”