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Quote by Israel Centeno

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Israel Centeno

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“Mi amigo sabía muy bien que yo nunca había tenido una mascota en casa, que mi madre no aceptaba ni moscas bajo su mismo techo, que mi hermana era alérgica a los gatos, que mi hermano estaba en contra del cautiverio de animales salvajes, que mi padre se opondría de manera contundente sin mayor motivo, etc., sin embargo, se arriesgó a encargarme su bicho, porque se acordaría tal vez de cuando hojeábamos juntos en las tardes de nuestra niñez una y otra vez todos mis libros de 'La vida de los animales' de Espasa Calpe. O simplemente se atrevió porque el amigo de la infancia es ese al que no podríamos negarle ningún favor y, aunque no lo viéramos varios años, bastaría con reencontrarlo de casualidad en la calle para tener la sensación de que el día anterior fue la última vez que lo vimos".”

“Però també era possible que, durant els dies anteriors als interrogatoris, els amics de la Thalia haguessin fet encaixar els seus records, encara que fos inconscientment, al voltant d'una per-sona que no formava part del seu grup, que no era un professor ni un estudiant, algú que semblava prou foraster per haver fet una cosa que no es podien imaginar que fes cap de nosaltres. Tal com els humans han intuït des de la nit dels temps, carregar el problema a algú de fora del teu cercle fa que el problema s'allunyi. I tenia sentit que fins i tot el Marco, un estudiant de Granby negre que estava a punt d'entrar a la selecta Universitat de Babson, veiés en l'Omar una persona radicalment diferent”

“Pg_17 Às vezes tenho a sensação de que um autor é uma espécie de médium. Pg_19 Regressamos assim à imaginação. A essa louca às vezes fascinante e às vezes furiosa que mora no sótão. Ser romancista é conviver harmoniosamente com a louca de cima. É não ter medo de visitar todos os mundos possíveis e alguns impossíveis. Tenho uma teoria (tenho muitas, resultado da laboração frenética da minha razão), segundo a qual os narradores são seres mais dissociados ou talvez mais conscientes da dissociação do que os restantes. Isto é, sabemos que dentro de nós somos muitos. Há profissões que se harmonizam melhor do que outras a este tipo de carácter, como, por exemplo, ser actor ou actriz. Ou ser espião. Mas para mim não há nada comparável a ser romancista, porque nos permite não apenas viver outras vidas, mas inventá-las. «Às vezes tenho a impressão de que surjo daquilo que escrevi como uma serpente surge da sua pele», diz Vila-Matas em a Viagem Vertical. O romance é a autorização da esquizofrenia.”

“O homem, e, duma maneira geral, todo o ser racional, existe como fim em si mesmo, não só como meio para o uso arbitrário desta ou daquela vontade. Pelo contrário, em todas as suas ações, tanto nas que se dirigem a ele mesmo como nas que se dirigem a outros seres racionais, ele tem sempre de ter considerado simultaneamente como fim.”