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Quote by Pope Benedict XVI

“El papa no es un soberano absoluto, cuya voluntad y pensamiento son ley. El ministerio del Papa es garantía de la obediencia a Cristo y a Su Palabra. No debe proclamar sus propias ideas, sino vincularse constantemente a sí mismo y a la Iglesia a la obediencia a la Palabra de Dios, frente a todos los intentos de adaptación y alteración, así como frente a todo oportunismo.”

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Pope Benedict XVI
Pope Benedict XVI

Pope Benedict XVI, born Joseph Aloisius Ratzinger, was the 265th Pope of the Roman Catholic Church, serving from 2005 to 2013. He had a deep academic background in philosophy and theology, serving as a Cardinal and President of the Pontifical Biblical Commission. During his papacy, Pope Benedict XVI worked to promote church reform and dialogue, emphasizing the importance of traditional doctrine while balancing conservative and reformist forces within the church. more

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“Com exceção dos cristãos modernos no Brasil, o cristianismo foi imposto durante o processo de colonização. Em uma mão a Bíblia, na outra a espada. Eu não vejo como isso poderia terminar bem. A violência do cristianismo, escondido nos fiéis, é meramente a continuação dessa violência. Um estudo mostrou que pessoas que vêm de cultura onde a honra se lava com sangue, ainda assim permaneceram violentas gerações depois, mesmo fora do ambiente de origem. Ou seja, cientificamente falando, uma religião que se espalhou na espada, e no sangue, possui baixa chance de gerar uma sociedade pacífica.”

“Eu acho patético quando brasileiros tentam sugerir que cristianismo é cultura brasileiro. O cristianismo vem da Europa, é algo deles, da cultura deles. Enquanto não refletirmos na nossa cultura, seremos sempre uma colônia. Um país sem identidade é um país sem passado, sem memória. Precisamos achar nossa identidade, a verdadeira, não a imposta pela espada e pelo sangue que chorava nos rios brasileiros.”

“Agora o nascimento de Jesus Cristo foi assim. Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo. Sim, e o semideus grego Perseu nasceu quando o deus Júpiter visitou a virgem Danae como uma chuva de ouro e a engravidou. O deus Buda nasceu através de uma abertura no flanco de sua mãe. Catlicus, a deusa de saia de serpente, pegou uma pequena bola de penas do céu e a escondeu em seu seio, concebendo assim o deus asteca Huitzilopochtli. A virgem Nana pegou uma romã da árvore regada com o sangue do morto Agdestis, colocou-a em seu seio e deu à luz ao deus Átis. A virgem filha de um rei mongol acordou uma noite e encontrou-se banhada em uma grande luz, que a fez dar à luz Genghis Khan. Krishna nasceu da virgem Devaki. Hórus nasceu da virgem Ísis. Mercúrio nasceu da virgem Maia. Rômulo nasceu da virgem Reia Sílvia. Por alguma razão, muitas religiões se forçam a pensar no canal de parto como uma via de mão única, e até o Alcorão trata a Virgem Maria com reverência.”

“Nesse sentido, a religião não é diferente do racismo. Uma versão dela inspira e provoca a outra. Uma vez, me fizeram outra pergunta capciosa, um pouco mais profunda do que a de Dennis Prager, que foi projetada para descobrir meu nível de preconceito latente. Você está em uma plataforma de metrô em Nova York, tarde da noite, em uma estação deserta. De repente, um grupo de uma dúzia de homens negros aparece. Você fica onde está ou se move para a saída? Eu pude novamente responder que já tive essa exata experiência. Esperando sozinho por um trem, bem depois da meia-noite, fui subitamente acompanhado por um grupo de operários saindo do túnel com suas ferramentas e luvas de trabalho. Todos eles eram negros. Senti-me instantaneamente mais seguro e me movi em direção a eles. Não faço ideia de qual era a afiliação religiosa deles. Mas, em todos os outros casos que citei, a religião tem sido um enorme multiplicador de suspeitas e ódios tribais, com membros de cada grupo falando do outro precisamente nos tons do preconceito.”

“Para efeito de visualização, considere a seguinte estória; que eu inventei, não vai acreditar, por favor. Existe uma porta. Essa porta abre de tempos em tempos, ninguém sabe o que está do outro lado. Somente sabemos que pessoas entram na porta, nem sabemos quando a porta vai abrir. Alguém vende lanternas, dizendo que vai precisar porque lá é escuro. A lanterna custa caro, 10% do seu salário pelo resto da vida; além do seu voto e da sua subserviência em assuntos que o detentor da lanterna definir, sem questionar. Ninguém ninguém nunca voltou para dizer se realmente precisamos de lanternas, ou mesmo se as lanternas existem, ou funcionam. Tudo se baseia em um livro que a pessoa segura nas mãos, e afirma ter sido escrito pelo dono da porta, que rege o outro lado com punhos de ferro. Ao detentor do livro o poder de administrar as pessoas do outro lado da porta foi dado pela figura do outro lado. Essa pessoa afirma, sem provas, de que ele tem um canal direto de comunicação com o outro lado da porta, comunica diariamente com o outro lado e ouve vozes, que ele chama de revelações, e sabe de tudo do outro lado da porta. Sim, acabei de descrever o cristianismo.”

“No caso do cristão, ele vai querer ser visto como tolerante: ser cristão e ser tolerante são duas coisas contraditórias, a não ser que seja um cristão somente na casca.”

“Uma criança acreditando em criacionismo é até bonitinho e fofinho, mas um adulto é patético.”

“Diz-se que a natureza do homem deve necessariamente se corromper. Deus não poderia dotá-lo de impecabilidade, que é uma parte inalienável da perfeição divina. Mas se Deus não poderia torná-lo impecável, por que se deu ao trabalho de criar o homem, cuja natureza iria se corromper e, consequentemente, ofender a Deus? Por outro lado, se o próprio Deus não foi capaz de tornar a natureza humana impecável, que direito Ele tem de punir os homens por não serem impecáveis?" Jean Meslier, Testament: Memoir of the Thoughts and Sentiments of Jean Meslier, era um padre que nunca teve coragem de publicar seu livro sobre ateísmo por medo, como ele mesmo mostra em seções do livro sobre ateísmo,”