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Quote by Wislawa Szymborska

“Il gatto in un appartamento vuoto Morire – questo a un gatto non si fa. Perché cosa può fare il gatto in un appartamento vuoto? Arrampicarsi sulle pareti. Strofinarsi tra i mobili. Qui niente sembra cambiato, eppure tutto è mutato. Niente sembra spostato, eppure tutto è fuori posto. E la sera la lampada non brilla più. Si sentono passi sulle scale, ma non sono quelli. Anche la mano che mette il pesce nel piattino non è quella di prima. Qualcosa qui non comincia alla sua solita ora. Qualcosa qui non accade come dovrebbe. Qui c’era qualcuno, c’era, e poi d’un tratto è scomparso, e si ostina a non esserci. In ogni armadio si è guardato. Sui ripiani si è corso. Sotto il tappeto si è controllato. Si è perfino infranto il divieto di sparpagliare le carte. Cos’altro si può fare. Aspettare e dormire. Che provi solo a tornare, che si faccia vedere. Imparerà allora che con un gatto così non si fa. Gli si andrà incontro come se proprio non se ne avesse voglia, pian pianino, su zampe molto offese. E all’inizio niente salti né squittii.”

Quote by Wislawa Szymborska

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Wislawa Szymborska
Wislawa Szymborska

Wisława Szymborska was a distinguished Polish poet celebrated for her concise, witty, and thought-provoking verses. Born on July 2, 1923, in Kraków, she spent much of her life in the city, which deeply influenced her work. Szymborska's poetry often explores themes of human experience, nature, and the absurdity of life. She was awarded the Nobel Prize in Literature in 1996, making her the sixteenth woman to receive the honor. She passed away on February 1, 2012. more

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“TODO ES POSIBLE Sueña tus sueños crea tu arte canta tus canciones y juega el mejor de tus juegos. Todos somos estrellas con el papel principal en nuestra propia vida. Todo lo que soñamos, pensamos, hablamos, y aquello con que nos rodeamos, nos asiste en la realización de nuestras más bellas posibilidades. Todos somos iguales, manteniéndonos aparte de manera única, Para mantenernos fuertes como Uno. Todos somos bendecidos, y todos estamos aquí por un propósito que sólo nuestra Alma conoce realmente. Sintonízate a tu llamado escucha sueña. Haz sólo aquello que te trae felicidad y bienestar. Si se siente bien y te hace feliz, entonces haz más de ello. Pasa tiempo con gente que cree en ti y te apoya. Está con aquellos que alimentan tu Alma pues, cuando tú creces y floreces, hay campos de flores para nutrir todo. Desea lo mejor para ti mismo y los otros percibidos.”

“En sus charlas regalaba manzanas e higos cultivados en su jardín y advertía sobre el poder destructivo de las ciencias: " los átomos que despedazaron Hiroshima y Nagasaki no fueron separados por los dedos grasientos de un general, sino por un grupo de físicos armados con un puñado de ecuaciones". Grothendieck no podía dejar de cuestionar su efecto sobre el mundo.”

“24 de dezembro [1941] A árvore, embora atarracada, não ocupa muito espaço – um canto de sala, o canto menos acessível, do qual foi removido o musgoso vaso com espadas-de-são-jorge, que alem de decorativas, segundo Felicidade, nos protegem do mau-olhado. O chacareiro queria um dinheirão por um pinheirinho de seis palmos, Luísa descalçou a bota na loja de novidades. Trouxe-a embrulhada em papel pardo como volumosa sombrinha, e armá-la foi uma operação fácil e divertida. — Veja! – e Luísa exibiu-a, eriçada como um imenso paliteiro. Meus olhos se anuviaram – as invenções deviam ter limites. A imitação infunde desprezo, mudo desprezo, a quem amou as árvores do Trapicheiro, ardentemente esperou por elas e substituiu o amor e a espera pela saudade. É duma substância assim como o celulóide, lustrosa como escama de cobra, dum verde horripilante, com frutinhos vermelhos, na ponta dos galhos, que lembravam os olhinhos dos ratos-brancos, que Pinga-Fogo criava e trazia ao ombro, sob o nojo e a reprovação de Mariquinhas, tão artificial quanto o mito que propaga. Não pus na sua ornamentação, bastante carregada, com um odioso cometa no cimo, os meus dedos descrentes, tão hábeis para respingar pela ramaria antiga as velinhas multicores, as lanterninhas, o algodão como se fosse neve. Deixei a tarefa para as mãos de Luísa e das crianças, neófitas aranhas, que alegremente se emaranhavam na teia de fios prateados que espalhavam pela galharia dura e simétrica. Quando ficou pronta, e ao pé dela as crianças plantavam os ávidos sapatinhos, Luísa perguntou radiante: — Não ficou linda? (Não destruamos as ilusões dos amadores. Pelo menos algumas. Que culpa têm de que o tempo prático e mercantil ofereça um material tão reles e sem seiva?): — Sim, está muito bonita. — E serve para muito tempo! (Ó desalentadora durabilidade!): — É ótimo. E a sensação me invade, não sei se de tédio ou de derrota.”