“É sob a máscara frenética de Alvaro de Campos, fundeado na barra do Tejo, «de costas para a Europa, braços erguidos fitando o Atlântico e saudando abstractamente o infinito» que o reservado, o tímido Fernando Pessoa enviará sumptuosa e vibrantemente “À merda” todo esse lixo imperial e imperialista.” HistoriaFilosofiaPortugalFernando PessoaImperialismoPessoaImpériosAlvaro De Campos Book:O Labirinto da Saudade: Psicanálise Mítica do Destino Português Source: O Labirinto da Saudade: Psicanálise Mítica do Destino Português