“Na primavera de 2020, meses após ser eleito deputado único do Chega no parlamento, André Ventura receou a ilegalização do partido fundado um ano antes e temeu pela segurança pessoal. Soube-se que, no topo da hierarquia policial, o próprio Ventura e o dirigente nacional Luís Graça (sobre quem a imprensa revelou antigas ligações à extrema-direita e a neonazis) estariam sob investigação. A qualquer momento, poderiam ser presos e o partido ilegalizado. A informação, supostamente reservada e proveniente de «fontes amigas», «caiu no colo» do líder. E era uma granada sem cavilha. O alarme soou, mas a «notícia» manteve-se num grupo restrito de dirigentes. Quando soube, um deles chorou e urinou-se.” PolíticaAndré VenturaChegaPolítica Portuguesa Book:Por dentro do Chega: A face oculta da extrema-direita em Portugal Source: Por dentro do Chega: A face oculta da extrema-direita em Portugal