Browse 149 quotes about Poesia Camoniana.
“LXXXV
Quantos heróis tivera esta Pátria
Que sua vida por ela sacrificaram
Quantas gerações por sua ousadia
Tão ilustre herança nos legaram
Quanto esforço e tanta valentia
Para dar ao mundo o que ganharam!
Olhai as quinas da bandeira de Cristo
Como símbolo de milagre jamais visto!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXVI
Que diriam Viriato e os Afonsinos,
O grande Nuno e o sábio Infante,
E tantos outros que com os seus desígnios
Sempre se lançaram foram por adiante…
Recorde-se os Montes Herminios,
Recorde-se Aljubarrota e o Gigante,
A odisseia do grande Vasco da Gama
As lutas que tiveram pela sua fama!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXVII
Certamente que nunca creditariam
Nem nós se já tivéssemos vivido,
Que seus filhos, seus netos, nada fariam
Para impedir o ultraje ora havido…!
Contudo a fé, a coragem, voltariam,
Aquele povo glorioso e tão temido,
Por sua honra não ter nenhum respeito
A quem tal agravo forçou do mesmo jeito!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXVIII
Chamando a si toda a força e arte
Que outrora Marte e Apolo nos legaram
Recordando a antiga musa por toda a parte
Toda a fama que tantos honravam
Com razão natural, ao grande Vate
As espadas e lanças lhe mostraram
Garantindo sua fé e seus clamores
Por sua glória, sua vida e seus amores!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXIX
Uma vez mais nessas ninfas podem ver,
O porquê deste povo tão valoroso!
Sua miséria e pobreza vão erguer,
A espada desse Tejo glorioso,
Que em suas águas guarda o nobre saber,
Do segredo que o tornou famoso!
Ergue-se o luso de peito já criado,
Lançando seu desafio de punho cerrado!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XC
Ajudados pelos astutos ingleses
Os nossos despertam de sua torpeza
Desbaratam p´la força os Franceses
Não sendo tão grande sua fraqueza…
Pois que neste Reino muitas vezes
Quis Deus que do Céu viesse a firmeza
Vencendo a cobiça pela guerra
Como antes a fama já o fizera!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XCI
Se com Junot não terminou a guerra
Soult e Massena pela vida temeram
Todos voltaram para sua terra
Porque de enganos tão só viveram
Como a vergonha neles encerra
Aquela glória que não tiveram!
Como o fero Nuno se mostrou outra vez,
O valor, a razão de ser português!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XCIII
Logo após a expulsão do invasor,
Recordando grandes e altos feitos
Que ainda hoje, se guardam com fervor
Um grupo de pescadores dá o peito
Ao indómito e Velho Adamastor
Contra ele arrastando de seu jeito,
Neptuno levaram de vencida
Tal a sua força na hora de partida.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XCIV
Se à partida nada iam descobrir
Mas tão somente o Rei avisar
Que o perigo deixara de existir
Que à Pátria podia regressar
Não foi menor seu risco de partir
Contra os ventos e as ondas do mar
Pois que ainda hoje reza a fama
Mostraram ser dignos do grande Gama.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XCV
Arrastando contra ventos irados
Que outrora arrastaram seus irmãos…,
A terras de Santa Cruz são levados,
Chegando um dia sem água, sem pão!
Nunca igual feito fora ousado,
Em barco de tão pequena construção,
Tão grande foi a glória ingente
Que o rei os recebeu de contente.”
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“XCVI
Perante este acto de loucura
Ao Rei e à Corte se deu a conhecer,
Que o País pela sua honra e bravura
O invasor obrigara a ceder.
Terminara a grande amargura,
O drama da liberdade de viver
A fé renovava os leais corações
Que tão longe mantinham suas ilusões!”
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“XCVII
Com a real família no Brasil
Novas medidas, de lá são tomadas
Vê-se Portugal em dependência servil
Por força de gentes mui ousadas
Tal situação torna-se difícil,
Como noutras ocasiões passadas…!
Já o mesquinho inglês dominava
E esta terra não abandonava.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XCVIII
Vivendo numa profunda tristeza
Fatigado p´la força do destino
Mostrou o povo por sua nobreza
Tocado por um amante divino
Que o duro inglês pela riqueza
Se tornara mísero e felino
Choravam as ninfas de amargura
P´ro Magriço deixar a sepultura”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“XCIX
O descontentamento era geral
A força da Nação que sempre fomos
Desperta nosso orgulho nacional…
Fé, honra e glória retomamos
Surgindo a revolução liberal
Revolução que, como timidez, abraçamos!
Nasce assim a primeira Constituição
Que de mal vigora por imposição.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“C
Contemplando lá do alto com pesar
Desse Olimpo outrora famoso
Os inimigos desta gente do mar
Que venceram até o tenebroso
Júpiter procura não só sossegar
Mas dar ao Lusitano ambicioso
De Hércules sua força lendária
De Minerva a verdade necessária.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“CI
Neste reino que as chagas não curava
Por sua fraqueza tão turbulenta
O estrangeiro, sem motivo ocupava,
O que a nossa razão mais representava!
Aos nossos tal injustiça se mostrava,
Como indigna do povo por fraudulenta!
Rompendo aquele poder de cristal
Nossa vontade volta ao seu normal!”
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“CII
O Rei é intimado a regressar
Deixando o filho como regente!
Esta atitude, vem logo complicar
O que atormentava nossa gente!
Obrigam o Príncipe a regressar
Para aprender o que era corrente.
As novas ideias e sua essência,
O Brasil conduzem à independência.”
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“CIII
Perante tal gesto, firme e já cuidado
Se levanta seu filho, de valor, generoso!
No Ipiranga mostra ser ousado
Dando o peito ao corno temeroso!
A revolta é um facto consumado
Que a isso o irmão antigo é forçoso
Desperta a ira da sua amada gente
Dando-lhes uma Nação nova, diferente…”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“CIV
Morto o Rei volta de novo a guerra
Diferente das havidas até então
Luta fratricida por esta terra,
Sem prego, jugo, nem vitupério, qual razão
Que não seja o poder qu´ela encerra
Pelo qual não se encontra solução…
Sentiram a destruição de Marte
Aqueles que optaram por sua arte.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“CV
Mas na solução era consagrada
Em lei na Carta Constitucional,
Pelos Miguelistas já é notada
A cilada do partido liberal…
E por sua vontade é proclamada
Pelas Cortes a nível nacional
Que se regressa ao absolutismo
Contra a Carta e o inconformismo”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“CVI
Porque a guerra é brava e triste
Pedro, sereno e ledo, não medroso,
À terceira arrima e não desiste
Levando seu exército generoso
Ao Mindelo, nunca tal furor viste
Por tomar aquele Reino famoso
Assim caminha com Eolo por diante
mostrando sua fé determinante.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“CVII
No Porto cercado não se movia
pois o inimigo era superior
mas eis que revela grande valia
Ao confundir seu feroz opositor!
Sem conselho com razão fazia
que por seu esforço era sabedor
Manda ao Sul uma expedição naval
Que lhe vai dar a vitória final!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“CVIII
Em Évora Monte assina-se a Convenção
Que põe termo ao antigo regime
E que não mais voltará a esta Nação!
O liberalismo estava firme,
Dele se esperava na geração
Que pusesse fim ao roubo e crime
Marte parecia acalmar sua ira
Afastando-se o medo, a mentira…”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“IL
Ouro, o metal que só gera inveja…,
O ódio, o atropelo, a vingança,
A cobiça só por si, mais não seja,
Neste ideal aterrou, qual lança!
E quem mais poder tem, mais deseja,
E o que os olhos vêem já não cansa,
Ao ouro vieram os diamantes,
Especiarias, tal como dantes!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“L
Época de faustosa riqueza,
Ouro e as pedras preciosas,
Transformaram a humana bruteza
Num rol de ostentações deleitosas,
Levantando a fama que se preza
Como belas ninfas tão formosas.
Outra imagem, honras alcançando,
De tal sorte nossa gente mostrando!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LI
Se o silêncio não cala a fama
E a fortuna liberta o coração…
Mafra, mostra glória que emana
Pl´a grandeza e força da razão,
Virtude singular da sua chama
Que vence o poder, a ambição!
Nossa evolução era perigosa,
Difícil, rica, bela, ardilosa!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LII
Teve D. João V em seu reinado
A sorte de desenvolver o País
Como jamais outro antepassado!
Esbanjando riqueza como quis,
O pouco que fez, não desejado,
Não o impediu de se mostrar feliz!...
Foi o reinado em meu entender
Dos piores que me fere dizer!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LIII
A Corte que com modéstia vivia
Passou ao esplendor, fausto, ostento…
Esqueceu-se a economia…,
O ouro ia-se como o vento…,
Pr´as finanças, problema não havia,
A Europa previa o advento!
Qu´outra coisa podia esperar
Com tanta riqueza sempre mostrar!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LIV
Lá longe… Brasil, ouro reluzente,
O primeiro sinal de revolta!
O grito do Ipiranga já se sente,
A revolução já anda à solta!...
Paga o Alferes Tiradentes…
Enquanto a outros se dá folga!
Executado com honra, heroísmo…
Símbolo do Brasil… patriotismo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LV
Por cá, ventura e preocupação
Pr´o divino prestígio perdido!
Em Espanha lutamos na sucessão
Contra a França, sem um sentido!
Vencemos a dor do Cabo Matapão
Pl´os Venezianos, a seu pedido,
Relembrando grandes…, altos feitos…,
Entre trabalhos, perigos… tão estreitos!”
“LVI
Com o Papa nos vimos envolvidos
Com solução justa e favorável.
Por caminhos de luz, não perdidos,
Buscando nas estrelas gesto amável
Dos Deuses por todos conhecidos,
Afastar o suplício condenável.
Urge, pr´a lá do régio absolutismo
Vencer o vassalo inconformismo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LVII
Que estranha sina a nossa Senhor!...
Oh! A paz, a riqueza nos agraciavas,
Eis as desprezamos p´lo seu esplendor,
P´la cegueira, mais prestígio e dádivas…!
Sem pensarmos no teu santo favor
De tomar terras, corações que amavas!
Que grande dor terá sido a tua…
Veres filhos de mente tão nua!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LVIII
Nem o convento que por Ti feito,
Nem obras de tanta fé e valor,
Vão um dia, apagar do teu peito,
Chama que o tornou braseiro e dor!
Uma ilusão de triunfo, preito…
Título de fidelíssimo dador
Sua Santidade, Benedito
Clamou como puro e bendito!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LIX
Triunfo sim! O tratado de Madrid!
Que sábia visão em Portugal…
A Amazónia, que só por si,
À diplomacia punha sem igual!
Mas esta deixou-o ficar por aqui…
Invés a Inquisição, a bem ou mal,
O País, às novas ideias, isolava!
Na Europa outro vento soprava…!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LX
Castigando com injuz o pensamento
Fero açoute a alma e o corpo tortura,
Com desprezo e vil contentamento
Até mesmo para lá da sepultura…
Amaldiçoando cada um seu sofrimento
Aquela época de vida negra e dura
Só a lembrança de monstro tão forte
Lhes trazia ao rosto a agonia da morte.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXI
Muitos foram os que se exilaram
Fugindo ao horror da morte latente
Mas de toda a parte a nós chegaram
As mudanças, que com força vigente,
Estrangeirados, de seu nome, enviaram…
Para que fosse mudado o mal presente
Morre o rei, sem curar tão feroz mal
Logo desperta um novo valor real!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXII
Após o livro de Luís António Verney,
“ O verdadeiro método de estudar ”,
Se tornar famoso em toda a grei,
E o novo rei no trono se fixar…,
Escolheu mui sabiamente o rei
Um diplomata para governar,
Valor ímpar, na sua época sem igual,
Conhecido ficou Marquês de Pombal!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIII
Com sua astúcia, seu saber…
Centímano medonho, vitorioso…
Ao rei capta o promontório do poder,
Pelouro da cobiça tão perigoso…
A Talano da glória e do sofrer
Por seus métodos tão tenebroso
A golpes rudes como trovões
Foi vencendo tormentas e traições.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIV
Nos primeiros anos deste reinado
Das entranhas da terra sobreveio
Espectáculo ainda hoje lembrado
Porque foi grandioso no nosso meio
E jamais algum igual recordado,
Nem tão pouco invocado de permeio,
Grande destruição e morte deixou…
Que somente fogo, ruína nos ficou!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXV
Era assim naquela manhã ardente
Que a bela Olissipo se apresentava!
Por toda a parte se notava gente
Que p´las lágrimas, temor derramava!
Do seu ventre, o Inferno presente…
Qual horrenda força manifestava!...
O apocalipse fora tão profundo…
A cidade parecia outro mundo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVI
Por entre as chamas da desgraça
Quem tantos amigos derrotara
Olhava pasmado a ameaça…
Que novas e grandes dores deixara.
Desolação, tristeza, morte se abraça
Ante a sepultura que se alcançara.
Subiram ao Olimpo rolos de fumo
Dando o alarme com digno aprumo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVII
Aquela cidade tão maravilhosa,
Que ao mundo os seus dera outrora,
Grandes valores de arte luminosa…
Tornara-se de momento, agora,
Mundo de odores e trevas, duvidosa,
Onde a sinistra trombeta sonora…
Fazia ouvir seu clamor bem forte,
Qu´outro não era que festim da morte!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVIII
Chorava Liz, choravam os portugueses,
Inclinava-se o povo pela sua fé!
Nunca se pedira a Deus tantas vezes,
Que acalmasse tão dolorosa maré…
Por tão falsos e sangrentos revezes
Justiça se pedia de joelhos e de pé,
De espanto, gemia toda a gente…
Que de Cristo, por sua fé, era crente!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIX
Esfumando-se o pó levantado
No braseiro vivo, incandescente…
O fumo dos incêndios apagado
Eleva-se nas nuvens facilmente,
Por ele triunfante, é espalhado…
Com a incerteza…, livremente!
Por entre os prédios destruídos
É o caos entre o ferro e alaridos!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXX
Da derrocada…, ora sofrida,
Ao Marquês vem plano ousado,
Uma Lisboa cria nova vida,
O mundo, suspenso, espantado…!
Pl´a dificuldade é sabida…
A cidade com seu neotraçado
Mostrava ser o Marquês de Pombal
Qual novo símbolo de Portugal!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXI
Muitos não perfilhavam seus planos,
Inimigos… criou à sua volta,
Pois dos danos havidos, outros danos,
Julgaram motivo de revolta.
Lhes mostrou forte seus desenganos
Não deixou gesto seu ninguém à solta,
Quer se trate de nobres ou plebeus…
Ao saber que fossem inimigos seus!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXII
E porque tanto mando não bastasse,
Os Jesuítas expulsou do País!...
Castigo mandou que aplicasse,
Porque pensou estarem na raiz
Do atentado que ao rei vitimasse,
Tendo estes se mostrado por servis;
Da rica companhia de Jesus…
Com seus bens ao País deu nova Luz!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIII
Todo voltado à modernização…
Não admite nenhuma afronta
Mostrando ao mundo sua visão…,
O rei governa por sua conta,
Ao dar sempre grande aprovação,
Seja de pequena ou grande monta!
Ao rei tirar o vero soberano…
O mando caiu no vil tirano!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIV
O destino não dera filho igual!
As prisões ficaram atulhadas…
Oposição se punia como tal!
Reino com forças dissimuladas,
Deixa o Rei no cenário fatal,
Ameaças, vítimas tão choradas!
Jovem rainha lhe dá o desterro
À vila dá seu nome, seu erro!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXV
Finda que foi a ditadura…
Ao País sua liberalização,
Vê-se por toda a parte, na pintura,
Bem estar, límpida, fresca sensação…
Nesta bela, radiosa frescura
O século finda com uma situação
Ao pensamento não há memória,
Neste país…, tão gloriosa história…!”