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Romances Quotes

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Romances Quotes

“I’ve said before that I’m pretty sure Joni knows I’m harboring a secret crush on one of the guys. In fact, she probably knows it’s Sam. She grew up with us, too. I'm sure she’s seen the way I act around him. Maybe she’s pretended not to notice in order to spare my feelings. But that would go against her God-given instincts to tell me what to do, which would probably be to forget Sam Morneau altogether.”

“The clothes you're wearing, the room, the house, the city that you're in. Everything in it started out in the human imagination. Your lives, your personalities, your whole world. All invented. All made up. All the wars, the romances. The masterpieces and the machines. And there's nothing here but a funny little twist of amino acids, playing a marvelous game of pretend.”

“Excuse me?” The librarian looked up again. “I need help now. I need to print this article and . . . do you have any books about dukes?” The librarian’s eyes went wide and she rubbed her hands together with glee. “We have a fantastic romance section,” she said. “Do you need recommendations? How do you like your dukes? Grumpy? Tortured? Alpha, beta, or alpha in the streets, beta in the sheets?” “Actually, I meant nonfiction,” Portia said glumly. The librarian sighed. “Aye. Just a warning, love—the non-fic dukes are not nearly as fun.”

“Os romances nunca serão totalmente imaginários nem totalmente reais. Ler um romance é confrontar-se tanto com a imaginação do autor quanto com o mundo real cuja superfície arranhamos com uma curiosidade tão inquieta. Quando nos refugiamos num canto, nos deitamos numa cama, nos estendemos num divã com um romance nas mãos, nossa imaginação passa a trafegar o tempo entre o mundo daquele romance e o mundo no qual ainda vivemos. O romance em nossas mãos pode nos levar a um outro mundo onde nunca estivemos, que nunca vimos ou de que nunca tivemos notícia. Ou pode nos levar até as profundezas ocultas de um personagem que, na superfície, parece semelhante às pessoas que conhecemos melhor. Estou chamando atenção para cada uma dessas possibilidades isoladas porque há uma visão que acalento de tempos em tempos que abarca os dois extremos. Às vezes tento conjurar, um a um, uma multidão de leitores recolhidos num canto e aninhados em suas poltronas com um romance nas mãos; e também tento imaginar a geografia de sua vida cotidiana. E então, diante dos meus olhos, milhares, dezenas de milhares de leitores vão tomando forma, distribuídos por todas as ruas da cidade, enquanto eles lêem, sonham os sonhos do autor, imaginam a existência dos seus heróis e vêem o seu mundo. E então, agora, esses leitores, como o próprio autor, acabam tentando imaginar o outro; eles também se põem no lugar de outra pessoa. E são esses os momentos em que sentimos a presença da humanidade, da compaixão, da tolerância, da piedade e do amor no nosso coração: porque a grande literatura não se dirige à nossa capacidade de julgamento, e sim à nossa capacidade de nos colocarmos no lugar do outro.”