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Mark Rowlands

Mark Rowlands Quotes

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Famous Mark Rowlands Quotes

“Além disso, somos individualmente o produto de forças que não escolhemos e que mal compreendemos. Não escolhemos nossos pais nem a época em que nascemos, e assim recebemos uma determinada herança genética sobre a qual não temos controle algum, mas que, até um ponto significante, tem controle sobre nós. Essa herança determina, em parte, as doenças a que somos suscetíveis e os limites de nossas capacidades intelectuais, atléticas e morais. Talvez não totalmente, mas o suficiente. Nascemos num ambiente que vai preencher o pouco espaço que sobra do que foi determinado geneticamente, um ambiente que, novamente, não escolhemos e sobre o qual mal temos controle, pelo menos durante nossos anos de formação. A maneira como somos e aquilo que fazemos são resultados de nossos genes e nosso ambiente, que, juntos, exercem em nós uma influência que compreendemos de forma bastante nebulosa. Era isso que os filósofos existencialistas, com Jean-Paul Sartre, por exemplo, queriam dizer quando afirmavam que somos jogados no mundo.”

“Essas duas histórias - a do lado de dentro e a do lado de fora - podem ser contadas sobre cada um de nós. Ao chamá-las de 'histórias' não pretendo diminuí-las. Algumas são, apesar de tudo, verdadeiras. O problema é que temos muita dificuldade em ver como ambas as histórias que contamos sobre nós podem ser verdadeiras. O efeito da segunda história, aquela contada do lado de fora, parece uma drástica realocação do nosso papel na trama. Longe de sermos o personagem principal da história, estamos reduzidos a um figuração. A história do lado de dentro gira ao nosso redor, mas na outra história cada um de nós é apenas um simples personagem em meio a muitos outros, um personagem cuja entrada em cena é determinada por outras pessoas e que não tem nenhum controle real sobre a hora da sua saída do palco. As coisas que impulsinam nossas vidas, as coisas que queremos, nossos planos, projetos e metas - aquilo que podemos chamar de nossa motivação - são o resultado de forças que não controlamos. Aparentemente, nosso papel foi escrito por outra pessoa. Temos pouco controle sobre o seu conteúdo e não temos a menos ideia de qual é o seu sentido. O choque das duas histórias é às vezes chamado de condição humana.”

“There is an Iroquois myth that describes a choice the nation was once forced to make. The myth has various forms. This is the simplest version. A council of the tribes was called to decide where to move on for the next hunting season. What the council had not known, however, was that the place they eventually chose was a place inhabited by wolves. Accordingly, the Iroquois became subject to repeated attacks, during which the wolves gradually whittled down their numbers. They were faced with a choice: to move somewhere else or to kill the wolves. The latter option, they realized, would diminish them. It would make them the sort of people they did not want to be. And so they moved on. To avoid repetition of their earlier mistake, they decided that in all future council meetings someone should be appointed to represent the wolf. Their contribution would be invited with the question, ‘Who speaks for wolf?”

“One theme is an unflinching pioneer optimism. You can do great things. Everyone has this capacity. Every day, you can be better than you were yesterday; and there is nothing that exceeds your grasp if you put your mind to it. This sort of optimism is, of course, a semi-ubiquitous mantra of American life. I love this belief, and I find its profession, by large swathes of the American population, touching and sincere. The only problem is that I'm pretty sure it's not true. Most things lie outside the grasp of most people. And the one unbreakable truth of life is that we get worse.”